domingo, outubro 19, 2008

Meu nome é Sou, meu sobrenome é Dessas

Ao meio-dia de sexta-feira eu decidi: iria pra Buzios curtir a E.njoy, mudar de ares, badalar com os amigos e, ainda por cima, conhecer a recém-inaugurada Pacha. Depois de um longo ano, a festa do clã Cena Carioca voltava com tudo à ativa em uma edição supreendente.

Apesar do sol bombástico que esteve presente durante a semana inteira, o tempo virou, caiu uma boa chuva por aqui e muita gente acabou desanimando. Deram mole. Lá, apesar de não tão cheia quanto eu achei que fosse estar, a cidade estava seca e a festa super rolou, gartantindo ótimos momentos pra quem se aventurou na Via Lagos.

Pra começar, a casa é absurdamente linda. Das minhas últimas idas à cidade eu já conhecia o local mesmo sem funcionamento, eu já tinha ficado impressionado. Agora, depois de ver o resultado final, tenho certeza que apostando em uma programação forte, será o destino de muita gente fervida no verão.

Pra vocês terem uma idéia: no térreo há um lindo lounge branco de pé direito altíssimo com muitos ventiladores, luminárias, um enorme bar à direita, um mezzanino à esquerda e 4 grandes portas de vidros que dão vista pra uma varanda sobre o mar.
A idéia inicial é que esse espaço funcione como um beach lounge, o Sweet Pacha, pra dar aquela pinta no final da tarde de pós-Geribá.

No subsolo é que o bicho pega: é só descer as escadas de madeira pra se impressionar com uma enorme pista absolutamente branca com cerejinhas penduradas no teto, lindos banheiros (tem banquinho babadeiro no feminino!), camarotes voltados pro DJ, staff atenciosíssimo, pufes e mesinhas espalhadas, além de uma cabine telefônica acusticamente isolada, que mais parecia um grande aquário pra performances e serviu praquele momento de close da noite.
Mas o melhor de tudo: enormes janelões em toda a lateral esquerda da pista, que deixa a gente exatamente no nivel do mar e com a areia ali pertinho. Agora imaginem vocês: o dia vai nascendo e você na pista curtindo aquele visual absurdamente lindo da Praia da Armação, no mais badalado endereço de um dos mais encatadores balneários do país... incrível!

Já a festa, por sua vez, estava perfeitamente adequada à casa. Na porta, Isabel Oliveira recebia lindamente de vermelho, pra combinar com o símbolo do club. No som, André Garça se sentindo cada vez mais relaxado, tocando o que dava vontade num ótimo set pra abrir a pista, enquanto Rafael Calvente e Jeff Valle abusavam dos hits e colocavam todo mundo pra dançar. E Rodrigo Sucesso (sempre ele!) arrasando nas imagens das telas - aliás, fica a dica pro clube instalar uns belos telões na lateral direita da pista, tipo aqueles que existem na filial paulistana. O público - muitas meninas lindas, vale dizer -, entrou totalmente no clima: todo mundo curtindo, conversando e aproveitando o belo cenário do clube.
Uma festa chique, elegante e divertida.

E fica o pedido: outra edição no calor e sol do alto verão é mais do que necessária!

Já no sábado o dia amanheceu aberto, mas logo após o almoço maravilhoso no Buzin (top 10 nos meus restaurantes preferidos), caiu uma chuvinha bem chata. Eu que já tinha previsto a minha volta ao Rio pro sábado - depois de duas semanas em BH, um finde em SP e outro com Parada do Rio, o que eu mais queria era curtir minha cama e minha casa, né? -, dei uma passada rápida no Fishbone, onde rolava um sonzinho tímido pras bees, e peguei a estrada.

Ok. Outro grande motivo foi que desde muito cedo o meu celular não paravca de bombar com mensagens e ligações. O assunto? Partiu The Week, claro.

E à noite, após de um breve descanso e um jantarzinho no Felice, rumamos pra casa da Saúde, fervemos horrores, rimos muito, desfilamos na festa da Vogue, dominamos a área vip - que por pouco não virou uma grande baile funk: Atenção lado A! Atenção lado B! - e, mais uma vez, tivemos uma noite daquelas, com direito à linda e talentosa Grá Ferreira na cabine.

Ah! Teve griteiro e correria na pista, no caixa, no banheiro.
Porque as bees são dessas.

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A TWR voltou com o sistema novo, dessa vez com o número na cartela, como se fosse um cartão. Claro que a demora é um poquinho maior, mas nada que gerasse qualquer confusão e daqui a pouco tanto os funcionários quanto os frequentadores já vão estar acostumados.

Aliás, reparei em uma tela e um teclado na parede do fundo da pista. Será que servirá pra consultarmos o saldo parcial da cartela? Se for isso, foi uma ótima idéia.

3 comentários:

Tony Goes disse...

Jura que a pista é branca e funciona? Fui na Pacha daqui de SP e me horrorizei com a brancura do lugar. Boate tem que ser escura, para emebelezar os tons de pele. Boate branca não tem clima!

Alexandre Lucas disse...

Delícia de finde =D

introspective disse...

Fiquei com mais vontade de conhecer Búzios! Quem sabe um dia não vamos juntos?