quinta-feira, abril 23, 2009

Coração de Pedra

Já dizia Waldick Soriano, rei do brega: Quem eu quero não me quer. Quem me quer mandei embora.

Ontem, conversando com um amigo, reafirmamos a seguinte conclusão: não gostamos de quem nos dá muita atenção, mas sim de quem dá aquela pontinha de desprezo e faz aquele joguinho de charme que parece infantil, mas é extremamente necessário. Ele vive uma situação típica: tem belos partidos aos seus pés que chegam a prometer mundos e fundos, mas foge naquela desculpa de que “não está na hora” ou “não é a pessoa certa”. Contraditoriamente, com certa freqüência aparecem caras que o fazem mudar de idéia e abrir a guarda pra um possível relacionamento, mas que acabam se afastando dentro de algum tempo.

Levantei a hipótese se não estaria ele indo com muita sede ao pote e assustando essas tais pessoas, mesmo que inconscientemente. Ele garante que não, mas refletiu se não era mesmo isso que estava ocorrendo.

De qualquer forma, a minha opinião é que relacionamento é um encontro de vontades e um alinhamento de desejos. Não adianta o outro querer muito e você não. E nem adianta ser a pessoa perfeita, você achará um defeito para evita-la, claro.

Mas isso todo mundo já sabe e, no egoísmo máximo, é fácil lidar. O difícil é quando você está a fim e o outro não. Descobrir onde termina o seu ego ferido ou seu espírito conquistador e começa a paixonite verdadeira por alguém é tarefa para muitas e muitas reflexões.

3 comentários:

Raqgreen disse...

Aii, ai, ai.... Como é difícil as questões do coracion hahahahaha
É sempre assim mesmo, que tudo acontece, nem me fale rs

Lucca Koch disse...

Muito reflexivo! O melhor ainda, quando vc moveu todas suas forças e a pessoa simplesmente kga pra vc... Depois q vc desiste, ela vem igual um cachorrinho querendo algo! Não entendo o ser humano às vezes! Nunca sabe o que querem!

Celso Dossi disse...

Tem que atirar pra cima até cair um passarinho.