terça-feira, outubro 07, 2008

Atoro Perigon

Sim, estou vivo.
Voltei pra BH ontem pela manhã. Sobre a cidade eu só falarei num post detalhado quando voltar de vez ao Rio, no final da semana. Porque até lá eu irei trabalhar igual a um corno, então nem tempo de escrever aqui eu tô tendo.

O Rio, aliás, não fez parte do meu finde.
Fui me jogar em São Paulo mais uma vez, pra aproveitar o aniversário de 4 anos da Babylon com o onipresente Estefanio.

Já estava com passagem comprada pra sexta à noite, mas por causa do regime escravocrata no qual exerço a minha profissão, consegui sair de Minas somente no sábado. No primeiro vôo Confins - Congonhas do dia, é claro, porque eu não sou bobo.

Acabei perdendo a cerimônia de entrega do título de cidadão paulistano pro Almada, além do carão do D-Edge e do fervo da Bubu, pra onde todo mundo acabou indo. Mesmo assim, o finde foi incrível, como sempre acontece quando falamos da terra da garoa.

No sábado de manhã levei a chuva pra cidade. Mas foi só tirar um ótimo sono da beleza, depois de fazer umas comprinhas no shopping, pra que o tempo abrisse lindamente. Depois de um almocinho árabe, aproveitamos a tarde dando pinta na Livraria Cultura, tomando café com tartelete no Vanilla e dando aquele close na Benedito (aliás, depois de vários findes de tempo ruim em SP, a praça bombava – e muitos meninos bonitos faziam a graça da tarde).

À noite, depois de uma passada divertidíssima pelo Autorama, levado pelos fervidos Ludo e Jayme e acompanhado pela lindíssima e fervidíssima Lívia, fomos parar num esquenta cinematográfico no Jardim Europa debaixo de um toró daqueles - convite de Tony Goes, claro. Só depois que a chuva passou, seguimos pra grande comemoração do dia.

No domingo, teve café na Bella Paulista - vendo as colocadas chegarem daquele jeito - e ainda fizemos a Britney no Starbucks e nos jogamos num docinho da Ofner babadeiro. Só à noite apareci em casa, acabado, e já pronto pra pegar a estrada de novo.

Babylon 4 Anos @ The Week

Chegamos na casa da Lapa às duas da manhã e a pista já estava lotada. A área vip, então, nem se fala. Pouco tempo depois, Ralphi Rosario assumiu a cabine e mandou um set cheio de hits antigos, coisas novas, músicas surpreendentes. Ok, ele tocou Cha Cha Heels numa versão bem ruim, mas foi o único momento mais-ou-menos da noite. Ouvir Beat Goes On e Fascinated de novo na pista foi algo absurdo.

O DJ brincou por 6 horas. E, sem dúvida, foi uma das melhores apresentações de tribal que eu vi esse ano.

Vale dizer que clube estava absolutamente lindo. Cada vez eu fico mais encantado com as mudanças que dão uma cara absolutamente diferente à noite. Na pista principal, uma enorme passarela suspensa com muitos sofás, telões e diversas performances tomou conta da área em cima dos bares.
Sem contar aquele sistema de iluminação que me deixa boquiaberto. Aliás, o que foi o momento às 7 da manhã quando todas as luzes da pista apagaram? A-do-ro!

Mais uma grande festa na melhor boate do país.

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No Rio, notícias davam conta dos problemas que a filial teve com o novo sistema de comandas. Eu nem iria comentar, até porque não estava presente, mas já que o assunto chegou até aqui, vamos lá:

A mudança é necessária. Quantas vezes já não soube de pessoas que tiveram problemas com o papel? No sábado, em SP, um amigo perdeu 2 comandas de uma só vez em menos de 10 minutos na boate. Foi tudo resolvido, claro, mas é uma chateação desnecessária. Já vi até comanda esfarelada por causa de água e suor - e até pra própria segurança da casa vai fazer muita diferença.

Infelizmente, não funcionou como deveria, mas diante da política do clube de tentar sempre chegar ao topo na prestação dos seus serviços, tenho certeza que eles resolverão o problema.

Só o fato de realizar o cadastro de seus freqüentadores, assim como faz a Pacha SP, por exemplo, já é um grande passo – já se tem a idéia de quem freqüenta, quanta gasta, o que consome, quantas vezes aparece na casa... aliás, tem coisa melhor do que ser um cliente conhecido?

7 comentários:

ludo disse...

E eu achando que o Almada tinha feito a egípcia para as minhas sugestões.

Daniel disse...

a única coisa ruim é que é fácil perder o controle de quanto se gastou, mas várias outras casas já fazem assim também.

Mas acho que isso não chega a ser um problema. Tenho a impressão que, a qualquer momento, pode se ir num caixa e consultar quando já foi consumido. Não confirmei se isso é possível, mas acho que é sim.

Como a casa já estava cadastrando o público há algumas semanas, nem deu tanto problema na entrada. A saída é que foi um pouco mais confusa. Bom, coisas de adaptação. Melhor que seja assim na semana passada do que na próxima noite que vai ser bafão em termos de público.

Acho que o melhor é que agora não vai ter mais aquela cacura elzeira dizendo que perdeu a comanda toda noite. Se bobear, ela agora vai passar a dizer que não concorda com o que foi lançado eletronicamente.

introspective disse...

Adorei ter feito uma participação menor e anônima no seu finde! ;^)

Lívia disse...

Gui... Obrigado pelos elogios!!! Adorei conhecer vcs tb, vcs são ótimas companias para sair r dar muitas risadas! Espero vocês logo em são paulo pra mais uma the week sensacional!!! E me aguarde no Rio pq eu simplismente AMO essa cidade e principalmente os cariocas lindos!!!
Beijos

Alexandre Lucas disse...

Adorei vê-lo por estas bandas e a definição do esquenta (cinematográfico). Nada como um bando animado e festeiro, né?

Anónimo disse...

Não sei qual é deste Daniel, ele faz a linha do Ítalo do Rio, nunca fala mal da TW, sim foi horrível a entrada e a saída píor ainda, já que a fila estava enorme as contas/consumo tbm. Aquí no Rio é tudo uma bagunça vide as listas vip's, todos são vip's, basta conhecer o gerente Milani ou o Marcelus que já é vip, até os dealers cariocas são vip's. Pq não fica a cartela como sempre foi ou faz como em toda boite, pagou/ consumiu. E pensar que eles iriam tirar as listas vips da casa, iriam falir, até soube que o Almada estava pensando em vender a casa do Rio. E ele pensa que vai encher agora só pq tem a parada no dia seguinte, ledo engano. Não tem feriado grande, então vão ser as mesmas bee cariocas, pobres, bonitas e carudas. Pronto falei.

Gui disse...

Anônimo,

nao concordo com você. Cartela de papel é algo inexistente na noite. Ou existe o sistema pague-e-pegue (como nas festas e na LeBoy) ou o cartão com cadastro (adotado por 99% das boates). Já vi boate usar até a digital - o que não é pratico, mas é charmoso.

O sistema da TW precisa dessa mudança, que é muito mais segura tanto pro cliente quanto pra propria casa. Com o cartão dá, por exemplo, pra bloquear na hora o consumo da cartela, através do número de telefone cadastrado.

Segundo o que vc disse, o novo sistema pode não ter sido a melhor opção, mas tenho certeza que eles estão procurando a melhor maneira de agradar o público.

Quanto às listas vips, isso faz parte da cultura de qualquer estabelecimento, principalmente no início. Em SP foi assim, na Boox é assim, na Bubu, na Baronetti, no DEdge... Até a LB distribui vip.
Alias, nao acredito nessas fofoquinhas de venda da casa: é o melhor espaço da cidade. E todo mundo sabe que esse é um tipo de negócio que em apenas 1 ano não dá pra definir se vale ou não a pena.

Quanto ao pride, eu espero que vc esteja enganado. Eu, por ex., fui a SP três vezes em menos de um mês em finais de semana comuns. Pq os paulistanos não fariam isso pela nossa Parada? Alias, muitos dos meus amigos de lá vêm...

E sem atacar ninguém, ok? Aqui é todo mundo na paz.

Volte sempre.
Beijos,
Gui