It's a small, small world
Não costumo falar muitos detalhes da minha vida aqui, mas essa é tão assustadora que merece o post.
Em uma das Pretas soltas que fui - acho que a primeira, se não me falha a memória - fiquei com um menino de Natal que está no Rio acerca de um ano a trabalho. Engraçado que ainda não o tinha visto na noite, mesmo eu estando solteiro desde setembro do ano passado. Ficamos algumas (muitas) outras vezes nas nights e acabamos amigos - aliás, isso é uma constante no meu curriculo, já que nesse tipo de meio em que é raro conhecer boas pessoas, é essencial mantermos uma amizade com aqueles que valem a pena, não é?
Na Pool da TW pós-Skol Sensation, nos encontramos e fui apresentado aos amigos: metade do grupo era de São Paulo, a outra metade de Curitiba. E daí começa a série "o mundo é um ovo" em duas partes.
Parte 1 - Fiquei com um dos amigos de São Paulo. Voltei pro Rio, mantivemos amizade, continuamos nos falando por tel e facebook e ele me contou que tinha conhecido e estava namorando um carioca. Claro que eu mandei um "provavelmente eu conheço o seu namorado", mas não esperava que fosse verdade. Nessa última vez em Sampa, estava na área externa da TW, vi um rosto do Rio conhecido e fui cumprimentar - nem tinha visto o paulista por perto... Não deu outra: o tal namorado, além de ter sido meu calouro de faculdade, é ex de um amigo meu.
Parte 2 - Do grupo de Curitiba, acabei papeando mais com um. Nos esbarramos no Coqueirão na Semana Santa, conversamos sobre trabalho, já que fazemos quase a mesma coisa, e ele chegou a comentar que tinha terminado um namoro há poucos meses. Nos adicionamos no MSN - sem maldade alguma (Oi? Já peguei dois do grupo, chega né?) - e também nos vimos no último feriado em SP. Até aí, nada de anormal, concordam? Acontece que nesse finde, fiquei com um menino de Curitiba que estava fervendo no Rio pela primeira vez. Conversa vai, conversa vem, o menino solta que terminou um namoro há pouco tempo, queria se afastar da noite de lá e por isso resolveu passear por aqui. Minha ficha caiu: "qual o nome do seu ex?". Sim, o ex dele é o tal cara de Curitiba que é amigo do cara de Natal que conheci na TWR e, em São Paulo, apresentou os amigos, dos quais fiquei com um que atualmente namora o ex de um amigo meu.
Confuso? Pois é, eu também achei. Quais as chances de pessoas de cidades tão diferentes que nunca se viram terem uma ligação tão próxima - não é só o "conhecer de vista" Fulano ou o "saber quem é" Cicrano, mas ter detalhes da vida, manter contato, encontrar outras vezes? Poucas, muitas? Sei lá.
Só sei que, definitivamente, o mundo é muito pequeno.
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segunda-feira, maio 11, 2009
quinta-feira, março 06, 2008
Deu bapho
Sabem aquele post sobre o Quartinho Escuro?
Então... deu basfonds.
Hoje recebi uma ligação às nove da manhã dando detalhes sobre todo o movimento que anda rolando após o post. Todos querem saber quem são os envolvidos.
E esses, claro, estão tensos com a situação.
Prometo que da próxima, faço a maldita e digo o nome de todo mundo, tá?
Pior que Perez Hilton, babe.
Brincadeirinha...
Sabem aquele post sobre o Quartinho Escuro?
Então... deu basfonds.
Hoje recebi uma ligação às nove da manhã dando detalhes sobre todo o movimento que anda rolando após o post. Todos querem saber quem são os envolvidos.
E esses, claro, estão tensos com a situação.
Prometo que da próxima, faço a maldita e digo o nome de todo mundo, tá?
Pior que Perez Hilton, babe.
Brincadeirinha...
segunda-feira, março 03, 2008
Quartinho escuro
Domingo de sol, na praia, descubro que 4 amigos – 2 rachas, uma bee e um HT – se jogaram na 2A2, em Copa, depois da pizza.
Não sabe o que é?
Eu explico: é uma boate de swing.
Sim...eles não são adeptos, não são casais e nem coisa parecida. Mas todos nós ficamos curiosíssimos quando o papo sobre a infra-estrutura da casa veio à tona no jantar. E eles, safadinhos, foram conhecer o ambiente.
Diz que no térreo rola uma pistinha de dança normal que toca dance e hiphop, com barzinho e coisa e tal. Eu, ignorante no assunto, indaguei se o público era apresentável, se tinha muitos senhores de idade e se a cara que o povo fazia era de “vou te comer daqui a pouco”. A garantia é que a freqüência é normal como de qualquer boate.
Só que tem uma danada de uma escada. E lá em cima, disseram, o bicho pega. Além do dark room, tem cabine, lounge e otras cositas más pro povo mais animado trepar.
Olha que a minha amiga me contou que as mulheres passam esfregando nas pessoas e os homens de pau de fora.
Gente, eu não sou e nem nunca fui de dark room (sem pudores e absolutamente nada contra, só não é a minha). Mas acho que, pelo menos nesse caso, se eu visse a cena, iria rir. Juro. Porque imagina alguém de pau de fora correndo num corredor como se nada estivesse acontecendo.
Se ainda fosse pelado, vá lá, mas só com o pau pra fora? Eu ia mandar guardar o negócio, gente. Vai que acontece um acidente...
Tá que eu e outra amiga também ficamos intrigados. O namorado diz que a gente é tudo louco, claro.
E já que eu não curto a idéia, pelo menos eu quero rodar no pole dance pra ficar no lucro. Ou rolar de rir, o que acontecer primeiro.
Domingo de sol, na praia, descubro que 4 amigos – 2 rachas, uma bee e um HT – se jogaram na 2A2, em Copa, depois da pizza.
Não sabe o que é?
Eu explico: é uma boate de swing.
Sim...eles não são adeptos, não são casais e nem coisa parecida. Mas todos nós ficamos curiosíssimos quando o papo sobre a infra-estrutura da casa veio à tona no jantar. E eles, safadinhos, foram conhecer o ambiente.
Diz que no térreo rola uma pistinha de dança normal que toca dance e hiphop, com barzinho e coisa e tal. Eu, ignorante no assunto, indaguei se o público era apresentável, se tinha muitos senhores de idade e se a cara que o povo fazia era de “vou te comer daqui a pouco”. A garantia é que a freqüência é normal como de qualquer boate.
Só que tem uma danada de uma escada. E lá em cima, disseram, o bicho pega. Além do dark room, tem cabine, lounge e otras cositas más pro povo mais animado trepar.
Olha que a minha amiga me contou que as mulheres passam esfregando nas pessoas e os homens de pau de fora.
Gente, eu não sou e nem nunca fui de dark room (sem pudores e absolutamente nada contra, só não é a minha). Mas acho que, pelo menos nesse caso, se eu visse a cena, iria rir. Juro. Porque imagina alguém de pau de fora correndo num corredor como se nada estivesse acontecendo.
Se ainda fosse pelado, vá lá, mas só com o pau pra fora? Eu ia mandar guardar o negócio, gente. Vai que acontece um acidente...
Tá que eu e outra amiga também ficamos intrigados. O namorado diz que a gente é tudo louco, claro.
E já que eu não curto a idéia, pelo menos eu quero rodar no pole dance pra ficar no lucro. Ou rolar de rir, o que acontecer primeiro.
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