Praça da Paz
Por falar em resturante, quando eu namorava, conhecia todas as novidades gastronômicas do Rio. Afinal, programa de casal é comer, comer, comer. Não importa se você vai ao cinema, teatro ou motel: antes ou depois sempre tem um jantarzinho aqui ou ali.
Solteiro, os programas mudaram e os esquentas e os botecos tornaram-se constantes, praticamete obrigatórios. Até os jantares com os amigos passaram a sofrer adaptações de horários e acabaram virando pré pras noitadas. Diante disso - e de opções restritas - acabei indo cada vez mais e mais nos mesmos lugares (Felice e japa do 00 que o digam). Não que isso seja problema - muito pelo contrário - mas acabo limitando as vantagens (e desvantagens) de apreciar coisas novas.
Essa história toda é so pra dizer que finalmente conheci um lugar que vinha bombando desde o verão: o Líquido, em Ipanema, de frente pra Praça da Paz. O bairro merecia algo assim há tempos, visto que as casas de sanduíches existentes em quase todas as esquinas - e até mesmo as de sucos, uma verdadeira instituição carioca - não chegam aos pé das localizadas no Leblon ou na Barra. Gostei tanto, mas tanto, que vale o post e a dica, mesmo com certo atraso e correndo o risco de receber comentários me xoxando.
O cardápio é muito bom - a minha dosa recheada com peito de peru estava ótima e o saduíche de frango da minha companhia foi bastante elogiado -, o climinha é super agradável, os preço são bem honestos e a localização é excelente. Ficou faltando apenas experimentar os chás gelados da casa, mas os sucos de framboesa e açaí não deixaram espaço.
A volta é garantida. E tomara que muitas outras vezes.
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quinta-feira, maio 28, 2009
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
Essa nêga sem sandália quer sambar
Mais um finde de sumiço. Sorry, mas verão, Rio, academia, pegação, sol, samba, suor ecerveja absolut vanilla com água de coco dão nisso.
O pior é que estou cheio de assunto na ponta dos dedos, mas anda tudo tão corrido que tá foda de parar, pensar e escrever.
Além disso, faltam 11 dias pro Carnaval, né?
Ainda recebi zilhões de mensagens e fotos das amigas que estavam em alto mar no Cruzeiro das Loucas. Tinha até mesmo considerado a possibilidade de embarcar, mas seria muita função pra pouco tempo...(e eu ainda teria que matar dois dias de trabalho). Fica pro próximo.
Resumindo o finde:
Mais uma vez, tudo começou na quinta-feira, o novo sábado. A Preta estava praticamente lotada e muita gente nova apareceu. O que é bom e ruim ao mesmo tempo, né, e eu já estou me considerando "de casa"... Essa semana vai ser daquelas: último ensaio antes da Folia do Momo. Preparem-se.
A sexta foi só de jantarzinho com os amigos no Felice. Quem se arriscou a se jogar acabou se arrependendo, já que notícias davam conta de que lugares como o Antonieta, Galeria, Bubble, Namastê e 69 não bombaram. O Rio é assim...nessa época, muita gente não está na cidade e quem está acaba fazendo programas diferentes - é só dar um pulo na Lapa ou nas quadras das escolas pra comprovar o que estou falando.
O sábado foi dia de jornada dupla: primeiro, ensaio da Grande Rio no Monte Líbano. Lotadíiissimo, como não poderia deixar de ser, mas eu continuo preferindo ir pras próprias quadras das escolas. A Lagoa tem um ar de Baronetti que não me convence. Mesmo assim, samba é sempre samba e a diversão é garantida.
(Ficaadica: quem for à Máxima, mentalize o calor absurdo do salão do clube).
Depois de uma rápida passada pela Farme, rumei pra The Week às 3. O DJ inglês Terry Bryan entrou logo depois e fez um set ótimo, uma digna mistura de house e pop. Os muitos amigos que estavam presentes acabaram fazendo a noite ainda melhor.
O domingo foi dia de 00, que dessa vez encheu bem tarde. A festinha-matinê Jukebox e a volta às aulas espantaram os mais novinhos, que costumam chegar cedo no clubinho da Gávea. Ficaram as pesadas e só lá pra meia-noite a pista tomou forma.
Entre tudo isso, ainda teve um finde de urucum intenso e muito papo nas areias do Coqueirão. Definitivamente, todo-mundo-que-importa largou a Farme: no ponto entre Maria Quitéria e Joana Angélica até os flyers da TW chegaram.
A Banda de Ipanema ainda arrastou uma multidão no seu primeiro desfile, mas sem aquela cara gay do Carnaval. E eu, que estou evitando confusão, continuo fora desses tumultos - fiquei apenas vendo o povo passar antes de partir pro seguro Cafeína.
Agora é reunir forças e entrar na contagem regressiva.
Já prepararam seus paetês?
Mais um finde de sumiço. Sorry, mas verão, Rio, academia, pegação, sol, samba, suor e
O pior é que estou cheio de assunto na ponta dos dedos, mas anda tudo tão corrido que tá foda de parar, pensar e escrever.
Além disso, faltam 11 dias pro Carnaval, né?
Ainda recebi zilhões de mensagens e fotos das amigas que estavam em alto mar no Cruzeiro das Loucas. Tinha até mesmo considerado a possibilidade de embarcar, mas seria muita função pra pouco tempo...(e eu ainda teria que matar dois dias de trabalho). Fica pro próximo.
Resumindo o finde:
Mais uma vez, tudo começou na quinta-feira, o novo sábado. A Preta estava praticamente lotada e muita gente nova apareceu. O que é bom e ruim ao mesmo tempo, né, e eu já estou me considerando "de casa"... Essa semana vai ser daquelas: último ensaio antes da Folia do Momo. Preparem-se.
A sexta foi só de jantarzinho com os amigos no Felice. Quem se arriscou a se jogar acabou se arrependendo, já que notícias davam conta de que lugares como o Antonieta, Galeria, Bubble, Namastê e 69 não bombaram. O Rio é assim...nessa época, muita gente não está na cidade e quem está acaba fazendo programas diferentes - é só dar um pulo na Lapa ou nas quadras das escolas pra comprovar o que estou falando.
O sábado foi dia de jornada dupla: primeiro, ensaio da Grande Rio no Monte Líbano. Lotadíiissimo, como não poderia deixar de ser, mas eu continuo preferindo ir pras próprias quadras das escolas. A Lagoa tem um ar de Baronetti que não me convence. Mesmo assim, samba é sempre samba e a diversão é garantida.
(Ficaadica: quem for à Máxima, mentalize o calor absurdo do salão do clube).
Depois de uma rápida passada pela Farme, rumei pra The Week às 3. O DJ inglês Terry Bryan entrou logo depois e fez um set ótimo, uma digna mistura de house e pop. Os muitos amigos que estavam presentes acabaram fazendo a noite ainda melhor.
O domingo foi dia de 00, que dessa vez encheu bem tarde. A festinha-matinê Jukebox e a volta às aulas espantaram os mais novinhos, que costumam chegar cedo no clubinho da Gávea. Ficaram as pesadas e só lá pra meia-noite a pista tomou forma.
Entre tudo isso, ainda teve um finde de urucum intenso e muito papo nas areias do Coqueirão. Definitivamente, todo-mundo-que-importa largou a Farme: no ponto entre Maria Quitéria e Joana Angélica até os flyers da TW chegaram.
A Banda de Ipanema ainda arrastou uma multidão no seu primeiro desfile, mas sem aquela cara gay do Carnaval. E eu, que estou evitando confusão, continuo fora desses tumultos - fiquei apenas vendo o povo passar antes de partir pro seguro Cafeína.
Agora é reunir forças e entrar na contagem regressiva.
Já prepararam seus paetês?
segunda-feira, junho 16, 2008
Ah, o fim de semana...
Quase esqueço do tradicional post sobre o finde.
Graças a Deus, a frente-fria-da-argentina só chegou hoje à cidade. Ou seja, fim de semana com tempo aberto e muita coisa pra fazer.
Na quinta, namorado e eu acabamos não preparando nada especial - tínhamos curso, aulas, provas e afins. E felizmente a gente é bem-resolvido: primeiro porque a data é simplesmente comercial - lá fora, ainda usam a desculpa do São Valentim, enquanto aqui, nem isso - e segundo que pegar fila pra jantar é a coisa mais ridícula de todo o universo - culpa dessa mania carioca de só permitir reserva em pouquíssimos restaurantes (na verdade, acho que é culpa da falta de pontualidade do povo, mas zuzu bem).
Nosso jantar foi mesmo no sábadón, no Bazzar, emendando num sorvetinho do Felice.
Alguns dos melhores prazeres da vida, eu digo...
Domingo foi dia de caminhar na orla. Com o sol fraco de outono, nada melhor do que dar uma voltinha sem compromisso. Coisa que eu não fazia há tempos, já que normalmente o caminho é casa-praia/praia-casa.
Vou te contar: a quantidade de figuras na área de lazer do Rio é absurda! Dá pra se divertir, principalmente com os indiozinhos peruanos tocando My heart will go on na flauta - playback, claro. E acredita que até o Frota estava lá?
O mais divertido é que se eu deixasse, o namorado, como bom forasteiro, pararia em todas as atrações, até no cara da embaixadinha e no artista de areia.
Alguém explica que carioca não é assim?
Quase esqueço do tradicional post sobre o finde.
Graças a Deus, a frente-fria-da-argentina só chegou hoje à cidade. Ou seja, fim de semana com tempo aberto e muita coisa pra fazer.
Na quinta, namorado e eu acabamos não preparando nada especial - tínhamos curso, aulas, provas e afins. E felizmente a gente é bem-resolvido: primeiro porque a data é simplesmente comercial - lá fora, ainda usam a desculpa do São Valentim, enquanto aqui, nem isso - e segundo que pegar fila pra jantar é a coisa mais ridícula de todo o universo - culpa dessa mania carioca de só permitir reserva em pouquíssimos restaurantes (na verdade, acho que é culpa da falta de pontualidade do povo, mas zuzu bem).
Nosso jantar foi mesmo no sábadón, no Bazzar, emendando num sorvetinho do Felice.
Alguns dos melhores prazeres da vida, eu digo...
Domingo foi dia de caminhar na orla. Com o sol fraco de outono, nada melhor do que dar uma voltinha sem compromisso. Coisa que eu não fazia há tempos, já que normalmente o caminho é casa-praia/praia-casa.
Vou te contar: a quantidade de figuras na área de lazer do Rio é absurda! Dá pra se divertir, principalmente com os indiozinhos peruanos tocando My heart will go on na flauta - playback, claro. E acredita que até o Frota estava lá?
O mais divertido é que se eu deixasse, o namorado, como bom forasteiro, pararia em todas as atrações, até no cara da embaixadinha e no artista de areia.
Alguém explica que carioca não é assim?
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