A Maravilha do Carnaval
Foram 5 dias, 9 nights e 40 horas de festas.
Muita coisa aconteceu durante esses dias de folia, que começou na noite de sexta e só foi terminar na tarde de quarta com uma praia digníssima e um café na Farme.
Muita gente de fora, muitas pessoas animadas, muita gente bonita, muita pegação, muitos amigos e muita diversão ditaram o ritmo do Carnaval Carioca 2009.
E isso sem contar os dias de praia no Coqueirão, as passagens pela Farme, a confusão da Banda de Ipanema, o fervo na calçada do Tô nem aí, os esquentinhas no Felice, os cafés-da-manhã na Martinica, os sucos no Cafeína, os desfiles das Escolas de Samba, as Absoluts Vanilla nos bares e os almocinhos em grupo pra repor as energias. Tudo tão intenso que até perdi uns belos quilinhos nessa maratona carnavalesca...
Mais uma vez a cidade recebeu muito bem seus visitantes, grande parte por culpa dos dias lindos que tomaram o céu. E depois disso tudo, lá vamos nós pro tradicional resumão das festas:
Sexta
Maxima @ Monte Líbano
Em sua segunda edição, a Maxima teve a difícil missão de fazer o opening do Carnaval carioca. Difícil porque é um dia que nem todo mundo está com disposição pra jogação pesada. Mesmo assim, a festa rendeu muito bem com o set do Hector Fonseca, apesar de eu ter achado que o DJ deveria ter tocado entre o Calvente e a Ana Paula e não no final. O ponto de melhoria vai pras filas (um caixa no bar não dá, concorda?), pra área vip (que novamente não aconteceu) e pra decoração (ainda falta trabalhar – e muito – o tal conceito europeu prometido pra festa).
Sábado
R:evolution @ Marina da Glória
Uma festa belissimamente decorada e com DJs que sabem levar o público na mão. Pena que logo após a entrada de Twisted Dee, tudo apagou. Quem ficou garante que a festa não perdeu o brilho, mas como eu já estava com a saída programada, consegui ver apenas mais um pouco de tanta animação.
Peter Rauhofer @ Cosmopolitan The Week Rio
A festa que tinha a decoração mais bonita do Carnaval – com gotas brancas caindo do teto do club – trouxe o DJ-quase-brasileiro. Quem reclama do Peter deve ser louco. O cara é o rei da noite gay, sem dúvida. Som pesado? Ele sempre tocou assim - olha que ainda abusa de hits como Say it Right ou He wasn’t man enough for me. Erros? Não sei do que estão falando. Sorrisos? A cada dia que passa, ele se sente mais à vontade por aqui. Até no Facebook do DJ ele fez contagem regressiva pro nosso carnaval, já subiu vídeos da apresentação em Floripa e confidenciou para um amigo com quem sempre troca idéias que adora o Rio e SP e sempre se prepara pra nos visitar.
Na boa? Já está mais do que na hora da The Week anunciar uma residência – bimestral, quem sabe? – pro top DJ.
See you soon, Peter.
Domingo
The Original Brazilian Pool Party @ Estação do Corpo
A festa que deu o que falar no Reveillon voltou com o gás total. Um clima delicioso, uma vista incrível pro Cristo e um povo que só queria saber de se divertir. Os erros foram corrigidos: os bares funcionavam bem, a decoração era linda e o som dos residentes Scorpio e Flavio Lima e do DJ Paulo estava mais do que perfeito praquele momento. A única reclamação continua sendo os banheiros (que dessa vez ocuparam um lugar de passagem não muito simpático, mas pelo menos funcionaram um tanto quanto melhor do que na edição anterior).
Ainda tivemos tempo de brincar com uma bola de parque de diversões que um amigo levou, fazendo a linha Fantasia (Rabesh! Tânia Mara! Jéssica!) em volta da piscina.
Segunda
E.Go After Hours @ Fosfobox
O projeto de verão da E.Go se despediu com um after pra lá de digno. O Fosfobox foi o destino certo pra quem quis continuar sua jogação ou pra quem, como eu, não teve coragem de enfrentar leques e apitos ou estava muito cansado praquele pulo dominical no 00 e tirou uma boa soneca. Destaque pro time de novos e competentes DJs que ocuparam a cabine.
Seamus Haji & Chris Cox @ Toy The Week Rio
O melhor som do Carnaval. Chris teve alguns momentos de confusão, mas quando acertou a mão, deixou todo mundo lokonaboate. Mais um que, por mim, já deveria ter ganhado uma residência entre nós. Já Seamus foi a surpresa mais previsível do Carnaval. Eu avisei, eu avisei, eu avisei. E mesmo assim, me surpreendi. Mesmo entrando às 5:45 da manhã e sabendo que aquele não era o tipo de público com o qual está acostumado, o cara foi absolutamente fantástico, com uma técnica e uma qualidade pouco vistas. Não cansei de ouvir “bem que você disse...”. Overpowered me fez chegar ao orgasmo na pista, ainda mais com todas as pessoas queridas reunidas em frente ao DJ, na beira do palco, em um raro momento de completo e total envolvimento. Histórico.
O melhor detalhe da noite ficou por minha conta: tive a capacidade de perder a camisa, dar uma volta na boate com os amigos, dar falta depois de muito tempo e andando como quem não quer nada, encontrá-la esticada em cima do queijo central.
Terça
The Original Brazilian Pool Party II @ Estação do Corpo
A festa da terça-feira estava mais cheia do que a de domingo, mas os DJs residentes fizeram tudo parecer muito igual: o mesmo local, as mesmas pessoas, o mesmo som. Deu um certo cansaço. Até que Twisted Dee entrou e a festa tomou nova forma, muito mais animada e muito mais envolvente. Daí pro clima perfeito foi um pulo.
Erick Morillo @ RioMusicConference Marina da Glória
Após um rápido banho e uma troca de roupa fundamental, partimos pro RMC. O espaço I da Marina não tem a mesma vista escândalo daquele que estamos acostumados a frequentar, mas é uma ótima opção para eventos maiores. Tudo funciononava perfeitamente pra um super festival eletrônico, pena que o clima era muito HT. Porque Erick Morillo é algo fantástico de se ver e, em sua primeira apresentação no Rio, o cara mostrou porque é tão famoso e tão tocado em qualquer pista de house do mundo, seja qual for o tipo de público. Ok, o set foi um pouco mais comercial, provavelmente por causa da galera presente, mas dava pra sentir a incrível vibe do cara. Absurdo.
Tony Moran @ Nova Pool Party The Week Rio
Chegamos à porta da The Week às 4:30 da manhã e Tony Moran tinha acabado de deixar a picape. Pena. Mesmo assim, a casa estava lotada e assim seguiu até o fim – nem parecia já ser uma quarta de cinzas. Amigos que estavam lá desde muito mais cedo garantiram que o DJ fez uma performance digna da sua fama por esses lados e que os The Week Dancers provaram ser a grande sensação da temporada. E, pra mim, esse Carnaval não poderia ter tido um grand finale tão perfeito.
Balanço Final
Mais um Carnaval com a cara do Rio. E mais uma vez ficou provado que a cidade atrai muitos olhares e muita gente bacana: as nights foram incríveis e as ruas tinham um clima que a gente só vê nessa época do ano. Infelizmente, essa festa toda dura pouco.
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sexta-feira, fevereiro 27, 2009
quarta-feira, fevereiro 25, 2009
Quarta de Cinzas
E chegou a quarta-feira.
Não sei se estou realmente vivo ou se é apenas o resto de mim que escreve essas linhas. Meu corpo todo dói: tornozelo esquerdo, joelhos, costas, cabeça, pés. Diante do quadro deplorável no qual estou, não tenho a menor condição de escrever um belo texto hoje. Mas amanhã estaremos aí.
Ah, e quanto à vitória do Salgueiro, achei mais do que justa (apesar de não ter visto o desfile, acompanhei as notícias e os melhores momentos). E antes que alguém diga o contrário, eu adoro a escola da Tijuca: além de ser formada excensialmente* pela comunidade, tem uma das melhores quadras e um dos ensaios mais animados do Rio.
Bom...agora eu vou ali me alimentar, me reidratar e descansar um pouco. Porque eu também mereço.
E como diz aquela antiga frase: começa agora o terível período entre o Carnaval e o Reveillon.
---
* Gente, acho que eu sei que essencialmente é com dois "S", né? Mas como disse o Thi a caixa de comentários, é só uma prova da minha sequela carnavalesca...
O horror, o horror.
E chegou a quarta-feira.
Não sei se estou realmente vivo ou se é apenas o resto de mim que escreve essas linhas. Meu corpo todo dói: tornozelo esquerdo, joelhos, costas, cabeça, pés. Diante do quadro deplorável no qual estou, não tenho a menor condição de escrever um belo texto hoje. Mas amanhã estaremos aí.
Ah, e quanto à vitória do Salgueiro, achei mais do que justa (apesar de não ter visto o desfile, acompanhei as notícias e os melhores momentos). E antes que alguém diga o contrário, eu adoro a escola da Tijuca: além de ser formada excensialmente* pela comunidade, tem uma das melhores quadras e um dos ensaios mais animados do Rio.
Bom...agora eu vou ali me alimentar, me reidratar e descansar um pouco. Porque eu também mereço.
E como diz aquela antiga frase: começa agora o terível período entre o Carnaval e o Reveillon.
---
* Gente, acho que eu sei que essencialmente é com dois "S", né? Mas como disse o Thi a caixa de comentários, é só uma prova da minha sequela carnavalesca...
O horror, o horror.
sexta-feira, fevereiro 20, 2009
Diga espelho meu...
se há na Avenida alguém mais feliz que eu
É hoje, galera.
O Carnaval 2009 oficialmente está começando. São muitas festas, muitos blocos, muitos eventos. E onde quer que a gente esteja nesse Brasil sil sil, todo mundo vive esse momento.
Bom, só tenho a desejar a todos um ótimo Carnaval. Que todos se divirtam, se joguem, beijem na boca, fervam, dancem e pulem como se não houvesse amanhã. Porque a vida é feita de momentos e o tempo não volta nem um segundo. É melhor aproveitar o que se tem agora e não se arrepender de não ter feito...
Ah! Não esqueçam: camisinha SEMPRE.
Não sei quando volto, já que a minha maratona vai ser pesada e devo parar bem pouco em casa (aliás, vale ressaltar que virei referência de Carnaval, né? Tô me sentindo o Jamelão...ou a Luiza Brunet, dependendo do referencial). Mas continuarei monitorando tudo e se não conseguir antes, na quarta-de-cinzas eu apareço com o balanço desses dias de Folia, além de mais uma vitória da Beija-Flor.
E pra quem vem pro Rio: seja bem-vindo.
A gente se encontra nas pistas, nas praias ou no samba carioca.
se há na Avenida alguém mais feliz que eu
É hoje, galera.
O Carnaval 2009 oficialmente está começando. São muitas festas, muitos blocos, muitos eventos. E onde quer que a gente esteja nesse Brasil sil sil, todo mundo vive esse momento.
Bom, só tenho a desejar a todos um ótimo Carnaval. Que todos se divirtam, se joguem, beijem na boca, fervam, dancem e pulem como se não houvesse amanhã. Porque a vida é feita de momentos e o tempo não volta nem um segundo. É melhor aproveitar o que se tem agora e não se arrepender de não ter feito...
Ah! Não esqueçam: camisinha SEMPRE.
Não sei quando volto, já que a minha maratona vai ser pesada e devo parar bem pouco em casa (aliás, vale ressaltar que virei referência de Carnaval, né? Tô me sentindo o Jamelão...ou a Luiza Brunet, dependendo do referencial). Mas continuarei monitorando tudo e se não conseguir antes, na quarta-de-cinzas eu apareço com o balanço desses dias de Folia, além de mais uma vitória da Beija-Flor.
E pra quem vem pro Rio: seja bem-vindo.
A gente se encontra nas pistas, nas praias ou no samba carioca.
quinta-feira, fevereiro 19, 2009
Partido Verde
A capa da Época dessa semana trouxe a folhinha da erva mais consumida nesse mundo-de-meu-Deus. Motivada pelas recentes declarações de ex-presidentes (um deles o nosso queridinho FHC), traz à tona a necessidade de discutirmos novas políticas de drogas no país.
A reportagem fala o que todo mundo está cansado de saber, mas que a sociedade brasileira finge não enxergar: os prós e contras da legalização, a postura de outros países e o poder destrutivo de drogas legalizadas como o cigarro e a bebida, além de apresentar um quadro resumido dos conceitos e efeitos de alguns tipos de substâncias.
No Brasil, há algum tempo a política contra o usuário é de alguma tolerância, caso seja constatado o tal “para consumo próprio”. Mas, por não ser claro, tal posicionamento dá margem a diversas interpretações. E dentre todas elas, o achaque passa a ser a postura mais praticada pela polícia (você prefere perder vintinho do café ou dar um pulinho na delegacia?). Aqui no Rio, algumas Secretarias de Segurança de governos anteriores, como no caso da Benedita, deram até mesmo ordem expressa de nunca prender usuários de drogas “leves”.
O governo atual parece ter adotado um pensamento contrário a essa tendência. Por muitos e muitos anos as praias da cidade foram áreas notoriamente livres para o consumo de maconha, com raras exceções – o verão do apito, objeto usado pra avisar da presença da PM, fez história. Nesse verão, os casos de policiais na areia à procura de usuários tem sido constante. Desde pouco antes do Reveillon que eu tenho visto, em todos os fins de semana, revistas e detenções. E não só da forma tradicional: presenciei até mesmo policiais à paisana, além de ter ouvido histórias de que policias mulheres estariam misturadas no meio da galera.
Não cabe nem discutir aqui o absurdo que isso se tornou. Sem esse papo de que “o usuário financia o tráfico”, uma vez que subir morro e prender chefão ninguém quer, é melhor “mostrar serviço” justamente no lado mais fraco... E cabe a observação: em todas as vezes, os moleques maconheiros estavam de volta à areia em pouco menos de meia hora...
Então, fica a dica pra quem é adepto ao cigarrinho-do-capeta em locais públicos: se possível, não fazer e se fizer, muito cuidado. Rodar por coisa tão boba pode acabar com o seu Carnaval. Ou com o dinheiro do seu bolso.
A capa da Época dessa semana trouxe a folhinha da erva mais consumida nesse mundo-de-meu-Deus. Motivada pelas recentes declarações de ex-presidentes (um deles o nosso queridinho FHC), traz à tona a necessidade de discutirmos novas políticas de drogas no país.
A reportagem fala o que todo mundo está cansado de saber, mas que a sociedade brasileira finge não enxergar: os prós e contras da legalização, a postura de outros países e o poder destrutivo de drogas legalizadas como o cigarro e a bebida, além de apresentar um quadro resumido dos conceitos e efeitos de alguns tipos de substâncias.
No Brasil, há algum tempo a política contra o usuário é de alguma tolerância, caso seja constatado o tal “para consumo próprio”. Mas, por não ser claro, tal posicionamento dá margem a diversas interpretações. E dentre todas elas, o achaque passa a ser a postura mais praticada pela polícia (você prefere perder vintinho do café ou dar um pulinho na delegacia?). Aqui no Rio, algumas Secretarias de Segurança de governos anteriores, como no caso da Benedita, deram até mesmo ordem expressa de nunca prender usuários de drogas “leves”.
O governo atual parece ter adotado um pensamento contrário a essa tendência. Por muitos e muitos anos as praias da cidade foram áreas notoriamente livres para o consumo de maconha, com raras exceções – o verão do apito, objeto usado pra avisar da presença da PM, fez história. Nesse verão, os casos de policiais na areia à procura de usuários tem sido constante. Desde pouco antes do Reveillon que eu tenho visto, em todos os fins de semana, revistas e detenções. E não só da forma tradicional: presenciei até mesmo policiais à paisana, além de ter ouvido histórias de que policias mulheres estariam misturadas no meio da galera.
Não cabe nem discutir aqui o absurdo que isso se tornou. Sem esse papo de que “o usuário financia o tráfico”, uma vez que subir morro e prender chefão ninguém quer, é melhor “mostrar serviço” justamente no lado mais fraco... E cabe a observação: em todas as vezes, os moleques maconheiros estavam de volta à areia em pouco menos de meia hora...
Então, fica a dica pra quem é adepto ao cigarrinho-do-capeta em locais públicos: se possível, não fazer e se fizer, muito cuidado. Rodar por coisa tão boba pode acabar com o seu Carnaval. Ou com o dinheiro do seu bolso.
terça-feira, fevereiro 17, 2009
O Maior Show da Terra
E pronto.
Carnaval tá aí. Faltando pouquíssimos dias pra Folia do Momo e a cidade já respira os ares do grande evento. Claro que eu também já entrei no clima e confesso que um pouco nervoso estou.
O Carnaval Gay, mais uma vez, vai ser agitadíssimo. Mesmo com a intensa programação de Floripa disputando as atenções, o Rio traz muitas opções de festas e DJs. Aliás, esse Carnaval tem tudo pra ser o mais diversificado, já que tanto aqui quanto lá teremos novos artistas, novas festas e novas locações.
A programação todo mundo já sabe: tem Seamus na TW, Offer na Bitch, Paulo na Pool... e muitas brigas de cachorro grande, já que algumas festas caíram no mesmo dia. Ou seja, esperem muita água rolando nesse Carnaval.
Assim como eu quero ver os tradicionais queridinhos, como Peter, Chris Cox e Paulo, estou ansiosamente esperando pelas novidades. Hector Fonseca, Juanjo Martin e Seamus Haji devem fazer bonito por esses cantos. O último, aliás, já era um desejo antigo de muita gente que conhece as músicas do cara.
Em termos de produção, teremos desde as surpresas que a The Week sempre nos traz - Onde estará o DJ dessa vez? Quais serão as performances dos incríveis TW Dancers? E as obras na piscina? Pra onde leva a escada que surgiu na área vip (essa ninguém reparou, hein)? -, passando pelas promessas da Maxima - afinal, festa nova tentando se firmar no calendário da cidade precisa mostrar serviço -, a decoração da Bitch - Será que Offer entrará vestido de odalisca? - e fechando com as mais do que esperadas melhorias na infra da Pool Party na Estação do Corpo.
Como não sou bobo, farei um circuitão bombante. Em alguns dias, seguirei pra mais de uma festa. Sabe aquele espírito "não quero perder nada"?! Pois é, estou nesse ritmo. Pra completar, ainda me chegam os emails dos absurdos afters Pista 2 e E.Go no Fosfobox... Jesus, me ajuda!
Isso sem contar que o Coqueirão, a Farme, a Sapucaí, a Banda de Ipanema, o 69 e o 00 estarão lá, firmes e fortes. E pra quem arriscar uma programação HT, o RioMusicConference vai bombar a noite eletrônica do Rio - e fato que não vou perder Erick Morillo na Marina da Glória por nada desse mundo!
No meu iPod já estão rolando clássicos como Overpowered (o melhor remix do Seamus), Say it Right (um dos melhores do Peter), além de Hook Up (a nova do Offer) e uns setzinhos do Hector Fonseca e dos top DJs brasileiros, como João Neto, Robix e Rafael Calvente.
Já vou preparar a fantasia e começar a sambar.
Vamo que vamo que o Carnaval 2009 promete.
E pronto.
Carnaval tá aí. Faltando pouquíssimos dias pra Folia do Momo e a cidade já respira os ares do grande evento. Claro que eu também já entrei no clima e confesso que um pouco nervoso estou.
O Carnaval Gay, mais uma vez, vai ser agitadíssimo. Mesmo com a intensa programação de Floripa disputando as atenções, o Rio traz muitas opções de festas e DJs. Aliás, esse Carnaval tem tudo pra ser o mais diversificado, já que tanto aqui quanto lá teremos novos artistas, novas festas e novas locações.
A programação todo mundo já sabe: tem Seamus na TW, Offer na Bitch, Paulo na Pool... e muitas brigas de cachorro grande, já que algumas festas caíram no mesmo dia. Ou seja, esperem muita água rolando nesse Carnaval.
Assim como eu quero ver os tradicionais queridinhos, como Peter, Chris Cox e Paulo, estou ansiosamente esperando pelas novidades. Hector Fonseca, Juanjo Martin e Seamus Haji devem fazer bonito por esses cantos. O último, aliás, já era um desejo antigo de muita gente que conhece as músicas do cara.
Em termos de produção, teremos desde as surpresas que a The Week sempre nos traz - Onde estará o DJ dessa vez? Quais serão as performances dos incríveis TW Dancers? E as obras na piscina? Pra onde leva a escada que surgiu na área vip (essa ninguém reparou, hein)? -, passando pelas promessas da Maxima - afinal, festa nova tentando se firmar no calendário da cidade precisa mostrar serviço -, a decoração da Bitch - Será que Offer entrará vestido de odalisca? - e fechando com as mais do que esperadas melhorias na infra da Pool Party na Estação do Corpo.
Como não sou bobo, farei um circuitão bombante. Em alguns dias, seguirei pra mais de uma festa. Sabe aquele espírito "não quero perder nada"?! Pois é, estou nesse ritmo. Pra completar, ainda me chegam os emails dos absurdos afters Pista 2 e E.Go no Fosfobox... Jesus, me ajuda!
Isso sem contar que o Coqueirão, a Farme, a Sapucaí, a Banda de Ipanema, o 69 e o 00 estarão lá, firmes e fortes. E pra quem arriscar uma programação HT, o RioMusicConference vai bombar a noite eletrônica do Rio - e fato que não vou perder Erick Morillo na Marina da Glória por nada desse mundo!
No meu iPod já estão rolando clássicos como Overpowered (o melhor remix do Seamus), Say it Right (um dos melhores do Peter), além de Hook Up (a nova do Offer) e uns setzinhos do Hector Fonseca e dos top DJs brasileiros, como João Neto, Robix e Rafael Calvente.
Já vou preparar a fantasia e começar a sambar.
Vamo que vamo que o Carnaval 2009 promete.
segunda-feira, fevereiro 16, 2009
Esquentando os Tamborins
O ultimo fim de semana do ano (sim, porque 2009 só começa depois do Carnaval) foi digno do que está por vir. Fato que as pessoas já estão super eufóricas e animadíssimas e nem o tempo ruim que reinou no sábado esfriou os ânimos. Ainda aproveitamos a falta de praia e fomos ao MAM ver a exposição de Vik Muniz. Incrível ver como o artista trabalha com materiais tão diferentes e consegue criar imagens impactantes. Destaque pros videozinhos que mostram o processo de montagem das obras... absurdo! (Até dia 8 de março. Ficaadica).
Domingo, graças a São Pedro, o tempo abriu e ainda rolou Coqueirão no fim da tarde. E o calor voltou a reinar no verão carioca com direito aos muitos blocos que tomaram conta de todas as ruas da Zona Sul.
Pra noitada, sugeri uma jogação no samba antes do fervo, mas minha idéia não foi acatada. Aproveitando a uma hora a mais do fim do horário de verão, fizemos um esquenta animado e partimos pra The Week. A casa estava cheia e todos os amigos baixaram por lá. A maioria com o mesmo pensamento: já que semana que vem vai ser uma grande função, era hora de se divertir de um jeito um pouco mais calmo. Pra completar, o som não poderia estar melhor: “Pacheco é vida” foi a frase mais ouvida na área vip da boate.
O finde foi tradicionalmente fechado no 00. Com Calvente tocando no Canadá, a picape ficou por conta da Ana Paula. Como sempre acontece, a DJ carregou muita gente pra pista e todo mundo apareceu na Gávea pra dar aquela pinta.
O pré-carnaval solto mostrou que todo mundo está preparado pra Folia do Momo, venha o que vier.
O ultimo fim de semana do ano (sim, porque 2009 só começa depois do Carnaval) foi digno do que está por vir. Fato que as pessoas já estão super eufóricas e animadíssimas e nem o tempo ruim que reinou no sábado esfriou os ânimos. Ainda aproveitamos a falta de praia e fomos ao MAM ver a exposição de Vik Muniz. Incrível ver como o artista trabalha com materiais tão diferentes e consegue criar imagens impactantes. Destaque pros videozinhos que mostram o processo de montagem das obras... absurdo! (Até dia 8 de março. Ficaadica).
Domingo, graças a São Pedro, o tempo abriu e ainda rolou Coqueirão no fim da tarde. E o calor voltou a reinar no verão carioca com direito aos muitos blocos que tomaram conta de todas as ruas da Zona Sul.
Pra noitada, sugeri uma jogação no samba antes do fervo, mas minha idéia não foi acatada. Aproveitando a uma hora a mais do fim do horário de verão, fizemos um esquenta animado e partimos pra The Week. A casa estava cheia e todos os amigos baixaram por lá. A maioria com o mesmo pensamento: já que semana que vem vai ser uma grande função, era hora de se divertir de um jeito um pouco mais calmo. Pra completar, o som não poderia estar melhor: “Pacheco é vida” foi a frase mais ouvida na área vip da boate.
O finde foi tradicionalmente fechado no 00. Com Calvente tocando no Canadá, a picape ficou por conta da Ana Paula. Como sempre acontece, a DJ carregou muita gente pra pista e todo mundo apareceu na Gávea pra dar aquela pinta.
O pré-carnaval solto mostrou que todo mundo está preparado pra Folia do Momo, venha o que vier.
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
The Last One
Depois de quatro semanas consecutivas me jogando na quinta-feira-solta, ontem fechamos o ciclo - foi a última apresentação de Preta Gil na The Week Rio.
A casa estava absolutamente lotada. O povo que vinha acompanhando semanalmente marcou presença, é claro, mas muita gente diferente baixou na Sacadura Cabral, o que deu uma leve misturada na galera - que estava ótima nas duas primeiras semanas que fui. Mesmo assim, com tanta gente conhecida e tantos amigos presentes, a noitezinha foi ótima e rendeu muitas risadas e momentos divertidos.
A notícia ruim é que o bloco, que provavelmente seria adotado por todas as bees, não foi autorizado a sair pela Prefeitura nas ruas de Ipanema no próximo domingo. Esse ano, tentando controlar o tumulto, existem novas e fortes exigências que acabaram inviabilizando os blocos menores (na Banda, por exemplo, seguranças rebocavam qualquer engraçadinho diante do menor sinal de confusão).
Espero que após a Folia do Momo rolem outros showzinhos da cantora por lá. O astral é imbatível e vale muito perder algumas horinhas de sono durante a semana. Fica a dica: uma vez por mês ou de 15 em 15 dias seria perfeito. Aliás, já até ouvi um papo de "ressaca do carnaval", além da eterna promessa do DVD om participações de Ivete e Lulu Santos...
Sem contar que é sempre bom ver a casa bombando com projetos diferentes e provando que pode ser o melhor lugar do Rio pra todos os tipos de público.
Sem dúvida, a Noite Preta pegou e vai fazer falta.
Depois de quatro semanas consecutivas me jogando na quinta-feira-solta, ontem fechamos o ciclo - foi a última apresentação de Preta Gil na The Week Rio.
A casa estava absolutamente lotada. O povo que vinha acompanhando semanalmente marcou presença, é claro, mas muita gente diferente baixou na Sacadura Cabral, o que deu uma leve misturada na galera - que estava ótima nas duas primeiras semanas que fui. Mesmo assim, com tanta gente conhecida e tantos amigos presentes, a noitezinha foi ótima e rendeu muitas risadas e momentos divertidos.
A notícia ruim é que o bloco, que provavelmente seria adotado por todas as bees, não foi autorizado a sair pela Prefeitura nas ruas de Ipanema no próximo domingo. Esse ano, tentando controlar o tumulto, existem novas e fortes exigências que acabaram inviabilizando os blocos menores (na Banda, por exemplo, seguranças rebocavam qualquer engraçadinho diante do menor sinal de confusão).
Espero que após a Folia do Momo rolem outros showzinhos da cantora por lá. O astral é imbatível e vale muito perder algumas horinhas de sono durante a semana. Fica a dica: uma vez por mês ou de 15 em 15 dias seria perfeito. Aliás, já até ouvi um papo de "ressaca do carnaval", além da eterna promessa do DVD om participações de Ivete e Lulu Santos...
Sem contar que é sempre bom ver a casa bombando com projetos diferentes e provando que pode ser o melhor lugar do Rio pra todos os tipos de público.
Sem dúvida, a Noite Preta pegou e vai fazer falta.
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
Essa nêga sem sandália quer sambar
Mais um finde de sumiço. Sorry, mas verão, Rio, academia, pegação, sol, samba, suor ecerveja absolut vanilla com água de coco dão nisso.
O pior é que estou cheio de assunto na ponta dos dedos, mas anda tudo tão corrido que tá foda de parar, pensar e escrever.
Além disso, faltam 11 dias pro Carnaval, né?
Ainda recebi zilhões de mensagens e fotos das amigas que estavam em alto mar no Cruzeiro das Loucas. Tinha até mesmo considerado a possibilidade de embarcar, mas seria muita função pra pouco tempo...(e eu ainda teria que matar dois dias de trabalho). Fica pro próximo.
Resumindo o finde:
Mais uma vez, tudo começou na quinta-feira, o novo sábado. A Preta estava praticamente lotada e muita gente nova apareceu. O que é bom e ruim ao mesmo tempo, né, e eu já estou me considerando "de casa"... Essa semana vai ser daquelas: último ensaio antes da Folia do Momo. Preparem-se.
A sexta foi só de jantarzinho com os amigos no Felice. Quem se arriscou a se jogar acabou se arrependendo, já que notícias davam conta de que lugares como o Antonieta, Galeria, Bubble, Namastê e 69 não bombaram. O Rio é assim...nessa época, muita gente não está na cidade e quem está acaba fazendo programas diferentes - é só dar um pulo na Lapa ou nas quadras das escolas pra comprovar o que estou falando.
O sábado foi dia de jornada dupla: primeiro, ensaio da Grande Rio no Monte Líbano. Lotadíiissimo, como não poderia deixar de ser, mas eu continuo preferindo ir pras próprias quadras das escolas. A Lagoa tem um ar de Baronetti que não me convence. Mesmo assim, samba é sempre samba e a diversão é garantida.
(Ficaadica: quem for à Máxima, mentalize o calor absurdo do salão do clube).
Depois de uma rápida passada pela Farme, rumei pra The Week às 3. O DJ inglês Terry Bryan entrou logo depois e fez um set ótimo, uma digna mistura de house e pop. Os muitos amigos que estavam presentes acabaram fazendo a noite ainda melhor.
O domingo foi dia de 00, que dessa vez encheu bem tarde. A festinha-matinê Jukebox e a volta às aulas espantaram os mais novinhos, que costumam chegar cedo no clubinho da Gávea. Ficaram as pesadas e só lá pra meia-noite a pista tomou forma.
Entre tudo isso, ainda teve um finde de urucum intenso e muito papo nas areias do Coqueirão. Definitivamente, todo-mundo-que-importa largou a Farme: no ponto entre Maria Quitéria e Joana Angélica até os flyers da TW chegaram.
A Banda de Ipanema ainda arrastou uma multidão no seu primeiro desfile, mas sem aquela cara gay do Carnaval. E eu, que estou evitando confusão, continuo fora desses tumultos - fiquei apenas vendo o povo passar antes de partir pro seguro Cafeína.
Agora é reunir forças e entrar na contagem regressiva.
Já prepararam seus paetês?
Mais um finde de sumiço. Sorry, mas verão, Rio, academia, pegação, sol, samba, suor e
O pior é que estou cheio de assunto na ponta dos dedos, mas anda tudo tão corrido que tá foda de parar, pensar e escrever.
Além disso, faltam 11 dias pro Carnaval, né?
Ainda recebi zilhões de mensagens e fotos das amigas que estavam em alto mar no Cruzeiro das Loucas. Tinha até mesmo considerado a possibilidade de embarcar, mas seria muita função pra pouco tempo...(e eu ainda teria que matar dois dias de trabalho). Fica pro próximo.
Resumindo o finde:
Mais uma vez, tudo começou na quinta-feira, o novo sábado. A Preta estava praticamente lotada e muita gente nova apareceu. O que é bom e ruim ao mesmo tempo, né, e eu já estou me considerando "de casa"... Essa semana vai ser daquelas: último ensaio antes da Folia do Momo. Preparem-se.
A sexta foi só de jantarzinho com os amigos no Felice. Quem se arriscou a se jogar acabou se arrependendo, já que notícias davam conta de que lugares como o Antonieta, Galeria, Bubble, Namastê e 69 não bombaram. O Rio é assim...nessa época, muita gente não está na cidade e quem está acaba fazendo programas diferentes - é só dar um pulo na Lapa ou nas quadras das escolas pra comprovar o que estou falando.
O sábado foi dia de jornada dupla: primeiro, ensaio da Grande Rio no Monte Líbano. Lotadíiissimo, como não poderia deixar de ser, mas eu continuo preferindo ir pras próprias quadras das escolas. A Lagoa tem um ar de Baronetti que não me convence. Mesmo assim, samba é sempre samba e a diversão é garantida.
(Ficaadica: quem for à Máxima, mentalize o calor absurdo do salão do clube).
Depois de uma rápida passada pela Farme, rumei pra The Week às 3. O DJ inglês Terry Bryan entrou logo depois e fez um set ótimo, uma digna mistura de house e pop. Os muitos amigos que estavam presentes acabaram fazendo a noite ainda melhor.
O domingo foi dia de 00, que dessa vez encheu bem tarde. A festinha-matinê Jukebox e a volta às aulas espantaram os mais novinhos, que costumam chegar cedo no clubinho da Gávea. Ficaram as pesadas e só lá pra meia-noite a pista tomou forma.
Entre tudo isso, ainda teve um finde de urucum intenso e muito papo nas areias do Coqueirão. Definitivamente, todo-mundo-que-importa largou a Farme: no ponto entre Maria Quitéria e Joana Angélica até os flyers da TW chegaram.
A Banda de Ipanema ainda arrastou uma multidão no seu primeiro desfile, mas sem aquela cara gay do Carnaval. E eu, que estou evitando confusão, continuo fora desses tumultos - fiquei apenas vendo o povo passar antes de partir pro seguro Cafeína.
Agora é reunir forças e entrar na contagem regressiva.
Já prepararam seus paetês?
sexta-feira, janeiro 30, 2009
Quinta-feira solta
E a quinta é o novo sábado.
O boca-a-boca foi tão grande que a The Week Rio parecia uma noite como a que estamos mais do que acostumados. Verdade que muitos HTs também foram conferir o show da Preta Gil, mas era visível a quantidade de personalidades e tops da night gay carioca na pista.
E o povo estava bastante animado, o vuco-vuco era grande. Aliás, o que não faltava era gente bonita, meninos e meninas. E já adianto que teve gente se empolgando, colocando abadá e fazendo a micareta...
Bom foi fazer prova de inglês às 9 da matina. Meus olhos fechavam na hora do listening e saí marcado qualquer coisa pra não perder a viagem.
Tem certas coisas que deveriam ser proibidas nessa vida, não é mesmo?
E a quinta é o novo sábado.
O boca-a-boca foi tão grande que a The Week Rio parecia uma noite como a que estamos mais do que acostumados. Verdade que muitos HTs também foram conferir o show da Preta Gil, mas era visível a quantidade de personalidades e tops da night gay carioca na pista.
E o povo estava bastante animado, o vuco-vuco era grande. Aliás, o que não faltava era gente bonita, meninos e meninas. E já adianto que teve gente se empolgando, colocando abadá e fazendo a micareta...
Bom foi fazer prova de inglês às 9 da matina. Meus olhos fechavam na hora do listening e saí marcado qualquer coisa pra não perder a viagem.
Tem certas coisas que deveriam ser proibidas nessa vida, não é mesmo?
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
Bate no peito, eu sou Beija-Flor
Muito se falou do bicampeonato da escola de Nilópolis (Alô, Nilópolis! Olha a Beija-Flor aí, gente!) nesse Carnaval. É evidente que uma escola que ganhou 5 dos últimos 6 campeonatos disputados está em um nível muito além das demais, e encontrou a sua fórmula.
Quem já foi a um ensaio na quadra da Beija-Flor sabe que aquilo lá é absolutamente diferente de todas as outras agremiações cariocas. Não é uma festa, não é uma noitada, não é pra artistas, não é pra gringos. É literalmente um ensaio de tudo o que vai pra avenida: todas as quintas-feiras na gigantesca quadra da cidade da Baixada há um verdadeiro desfile com todas as alas, enquanto o público assiste de fora da corda ou nos camarotes.
Aliás, como todo mundo sabe, mais de 70% das fantasias são doadas à comunidade - e quem falta a mais de três desses ensaios perde automaticamente o direito de desfilar. Tudo pra não perder um décimo sequer nos quesitos mais técnicos. E daí a gente entende aquela chuva de notas 10 em evolução, conjunto, harmonia e afins.
Sábado namorado e eu fomos ao Desfile das Campeãs, presente das amigas ricas e finas.
Não era minha primeira vez na Sapucaí e a cada vez eu acho aquilo um espetáculo ainda mais indescritível. Só vendo pra sentir o arrepio de ter o abre-alas tão perto ou a bateria dando um show. E, sem dúvida, apesar de não trazer incríveis novidades como a Viradouro ou a felicidade da Portela, a Beija-Flor é gigante, luxuosa, colorida e reina absoluta. De quebra, ainda vimos todas as bonitas arrasando bem pertinho - de Adriane Galisteu a Luiza Brunet, passando pela Ivete na Avenida e Grazi com seus 20 seguranças.

Sempre quis desfilar - e do ano que vem não passa.
Muito se falou do bicampeonato da escola de Nilópolis (Alô, Nilópolis! Olha a Beija-Flor aí, gente!) nesse Carnaval. É evidente que uma escola que ganhou 5 dos últimos 6 campeonatos disputados está em um nível muito além das demais, e encontrou a sua fórmula.
Quem já foi a um ensaio na quadra da Beija-Flor sabe que aquilo lá é absolutamente diferente de todas as outras agremiações cariocas. Não é uma festa, não é uma noitada, não é pra artistas, não é pra gringos. É literalmente um ensaio de tudo o que vai pra avenida: todas as quintas-feiras na gigantesca quadra da cidade da Baixada há um verdadeiro desfile com todas as alas, enquanto o público assiste de fora da corda ou nos camarotes.
Aliás, como todo mundo sabe, mais de 70% das fantasias são doadas à comunidade - e quem falta a mais de três desses ensaios perde automaticamente o direito de desfilar. Tudo pra não perder um décimo sequer nos quesitos mais técnicos. E daí a gente entende aquela chuva de notas 10 em evolução, conjunto, harmonia e afins.
Sábado namorado e eu fomos ao Desfile das Campeãs, presente das amigas ricas e finas.
Não era minha primeira vez na Sapucaí e a cada vez eu acho aquilo um espetáculo ainda mais indescritível. Só vendo pra sentir o arrepio de ter o abre-alas tão perto ou a bateria dando um show. E, sem dúvida, apesar de não trazer incríveis novidades como a Viradouro ou a felicidade da Portela, a Beija-Flor é gigante, luxuosa, colorida e reina absoluta. De quebra, ainda vimos todas as bonitas arrasando bem pertinho - de Adriane Galisteu a Luiza Brunet, passando pela Ivete na Avenida e Grazi com seus 20 seguranças.

Sempre quis desfilar - e do ano que vem não passa.
domingo, fevereiro 10, 2008
Ecos do Carnaval
Sábado de Carnaval, único dia de tempo completamente aberto, Banda de Ipanema p
ronta, praia lotada, Farme idem. Eis que de repente aparece no campo de visão do povo um daqueles cruzeiros Costa qualquer coisa (criatividade, minha gente!) muuuito perto da praia.
Tipo que eu não tenho noção alguma de distância (nem em metros, milhas, jardas ou qualquer outra forma de medida) mas ele estava tipo...ah...muito perto. E por instantes eu pensei que pudesse encalhar na areia igual aquele lá da Argentina.
Claro que o povão começou a acenar e a praia parou. O marinheiro (quase escrevi maquinista, juro), apitou várias vezes e a galera foi a loucura, gritando e aplaudindo.
Depois do aplauso ao pôr do sol, essa é a última moda em Ipanema. Da série "Sorria, você está no Rio".
Sábado de Carnaval, único dia de tempo completamente aberto, Banda de Ipanema p
Tipo que eu não tenho noção alguma de distância (nem em metros, milhas, jardas ou qualquer outra forma de medida) mas ele estava tipo...ah...muito perto. E por instantes eu pensei que pudesse encalhar na areia igual aquele lá da Argentina.
Claro que o povão começou a acenar e a praia parou. O marinheiro (quase escrevi maquinista, juro), apitou várias vezes e a galera foi a loucura, gritando e aplaudindo.
Depois do aplauso ao pôr do sol, essa é a última moda em Ipanema. Da série "Sorria, você está no Rio".
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
Balanço Final
Enjoy @ Roda
Muita gente perdida, muitos HTs na porta e muita bee frustrada.
Gente, que Carnaval do basfond foi esse?!
Teve Beija-Flor Bi-Campeã com Salgueiro vice (tá vendo que eu sou pé quente, né?), teve chuva, teve festa cancelada, teve porrada no Sul, teve bloco, teve Banda, teve samba, teve Offer, teve o sucesso de Floripa.
Tá certo que meu Carnaval foi beeem mais calmo do que os dos últimos anos, mas dessa vez curti meus amigos como em nenhum outro antes.
Confesso que foi bem mais saudável, do jeito que eu queria, mas ainda tô me recuperando.
Vamos ao resumão:
Peter @ The Week
O bonde das bunita crescia a cada hora. Foi só dar uma passadinha no eixo Farme-Banda de Ipanema que mais gente se juntava, todos animadíssimos pra se jogar na noite. Quando finalmente estávamos prontos, mais uma amiga aparece bêbada e com fogo na bacurinha pra conhecer a buatchi. E lá fomos nós, carregando, além das bibas, 4 mocinhas rachas - duas frequentadoras assíduas e duas estreiantes de The Week.
O medo do babado e confusão na porta era grande - afinal, muita gente estaria lá e
, como se não bastasse, 3 pessoas do bonde das bunita estavam sem convites - mas quando chegamos vimos qual é a verdadeira diferença daquela casa para as outras: os erros são devidamente corrigidos e o cliente é certamente respeitado - nenhuma confusão, filas controladas e seguranças que organizavam tudo exatamente como deveria ser.
Claro que a entrada triunfal com Tony é sempre um capítulo à parte e em poucos minutos já estávamos dando pinta na area VIP - mais conhecida como camarote da Brahma, por causa daqueles janelões babadeiros de frente pra pista.
O som de Pacheco na Docas era delicioso. E Peter, claro, é sempre o mestre. Sabe todos os exatos momentos da pista e ainda tocou Toy Soldier (não sei se a versão é dele, mas eu me acabei na Britney). E fez questão de fechar a noite - ordem é ordem.
Dava gosto ver a pista bombando daquele jeito.
Offer @ Bitch
Olha. Se me perguntam como foi a festa, eu respondo: "O que exatamente você quer saber? Sobre a festa ou sobre o Offer?"
Fizemos o que previ: chegamos e saímos exatamente juntos de Offer Nissim.
Offer é um
a diva. Daqueles que não precisam de nenhuma cantora dos anos 90, ele faz um show próprio. E depois que contaram que a bee tocou extremamente bicuda em Floripa por causa do ônibus / avião / engarrafamento, aqui no Rio ela tirou a noite pra bater muito cabelo.
O DJ entrou às 2:30 e pelas duas horas seguintes foi um verdadeiro show. Certeza que ele traz na bagagem um CD chamado Brazil I, põe na picape e aperta o play.
E dá-se o espetáculo.
Durante todo esse tempo, sequer tocou nos fones de ouvido - era só bateção de cabelo, pinta, dancinhas divertidíssimas e hits que não deixam a gente ficar parado um segundo. Teve até beesha uó invadindo o palco, agarrando o dj e o segurança jogando a loka de volta na platéia - se Madonna não vem, Offer vem. Tudo isso com uma iluminação fantástica e um palco com um quê de Daft Punk.
Às 4:30 da manhã, Offer trocou de cd - dessa vez, Brazil II - e aí sim, começou a tocar. Por uma hora ouvimos o que ele entende de house music, com algumas novidades da case e a evidente influência do patrão. Como no ano passsado, essa é a hora que a pista dá uma esvaziada (as popopós acham chato quando não dá pra dublar) e só assim conseguimos curtir um lado diferente do cara (que a produção da Bitch não permite, diga-se).
Detalhe pro momento lambada com a versão de Chorando se foi (lembra?). Às 5:30, tocou dois hits e fechou a noite com Alone, claro. A massa ficou louca.
(E essa foi a deixa pra que nós mirassemos a porta de saída e batessemos em retirada, nem um minuto a mais.)
Tipo...podem reclamar, mas todo mundo sabe que é assim, né? E eu não estou falando mal, muito pelo contrário. A proposta é essa e como não é a minha primeira vez - sei até as dacinhas da diva -, a única obrigação é me divertir com Offer Nisim.
E digo que foi muito bom.
Já da festa eu não posso falar o mesmo. Pra mim, o nome Bitch deveria mudar pra Circo dos Horrores, tamanha a quantidade de monstros e coisas horríveis com as quais você esbarra. Desde amapô fantasiada de índio até quaquás com cordões e saias brilhantes de material indecifrável, passando pela imensa quantidade de D&G e Armani do Saara/25, tudo é um evento.
E nada é divertido, muito pelo contrário.
Muita gente (como o blogueiro Alê Bessa) ficou barrado na porta porque a empresa que vendeu os ingressos pela internet não estava mais lá - e a produção da festa não se responsabilizou pelo fato; o banheiro era um lamaçal absurdo e nojento, com poças de um palmo de altura; a fila do feminino dava voltas; o bar não vendia mais cerveja pois estava quente; os demais DJs tocaram tamborim e NoNoNoBambino (nas palavras de Estefanio, que não aguentou nem mais uma hora por lá).
E o pior: na porta, quando cheguei, o preço do ingresso batia os inacreditáveis R$ 140,00 - absurdo pra estrutura vergonhosa que foi oferecida.
Fato que esse circo, além de ser dos horrores, é muito mambembe.
Pacheco e Isaac Escalante @ TW
Estávamos animadíssimos pra edição da Enjoy na Roda Skol. Tentamos rodar na roda, mas foi em vão: chegamos um pouco depois das onze da noite e os ingressos estavam esgotados.
Acontece que os ingressos da Roda eram os da Enjoy - e vice-versa. Não havia separação e muita gente (velhinhos, pais de familia, casais de namorados) entravam, rodavam e saíam - não estavam interessados no que acontecia nas tendas, claro.
A solução foi partir pro Felice, fazer um esquenta informal e não combinado, e de lá curtir a noitada da The Week. A buatchi estava cheia, na medida. E depois de muita reclamação, parece que acertaram a mão: a area Vip parecia encontro de comadre, só figurinha conhecida.
No som, Pachecão, dessa vez, comandava com maestreza a pista principal. Indiscutivelmente, o melhor DJ brasileiro. Eu não conhecia o som do Isaac - das outras vezes, ou fui embora antes ou não curti como deveria - mas achei o DJ incrível, como todo mundo já dizia. Adorei a versão de Apologize, adorei ouvir I feel love, adorei ver o astral do cara, que parecia brincar de tocar, tamanha a diversão.
Saímos de alma lavada e com mais um topDJ imperdível na lista.
X Demente
A XD deu mais um tiro no pé nesse Carnaval.
Que a festa tivesse sido cancelada por falta de alvará, acontece. Que tivesse mudado de lugar na noite de terça-feira, também acontece. Mas mudar pra quarta, trocar o lugar (se fosse pra trocar de lugar, pra que trocar a data?) e ainda assim sem avisos oficiais com antecedência razoável, é inadmissível.
Os dois avisos do site somente foram ao ar por volta da meia-noite de ontem e anteontem, o que é completamente desrespeitoso com quem acompanha a festa.
E eu, que tinha convites antecipados nas mãos, resolvi apenas sair na noite de quarta-feira pra encontrar, beber e me divertir com os amigos no Leblon.
Não sei se a festa encheu, não sei se ficou às moscas. Mas o descaso, o cansaço e o fato do namorado ter que trabalhar hoje foram importantíssimos pra nossa decisão, apesar dos DJs incríveis que eu gostaria muito de ter visto.
Agora é esperar pela novela da troca de ingressos.
Ou do processo em cima da produção, o que vier primeiro.
---
Cara, não acredito que até o Carnaval já passou.
Agora é dar uma diminuída na velocidade do créu porque além de um ou outro feriado que vem por aí, no calendário gay daqui a pouquíssimo tempo a parada de SP já chega chegando.
E o meu ano só começa na segunda-feira.
Até lá, vou curtindo a ressaca.
---
E a frase do Caranaval foi ouvida na Banda de Ipanema, de uma amapô pra uma bee fantasiadíssima:
Abala, bicha!
sábado, fevereiro 02, 2008
Bandeira branca, amor
Eu amo o Rio, sem dúvida, e como em todo caso de amor, a gente vê muitas qualidades mas também muitas defeitos. E como em um longo, antigo, duradouro e verdadeiro romance, os dois brigam mas sempre acabam se entendendo.
Ontem, por exemplo, fiquei mais uma vez maravilhado com a felicidade do povo nas ruas do centro, acompanhado pelo constante baticum das rodas de samba que se formaram desde muito cedo. Mais tarde, a inevitável irritação com a quantidade de camelôs tomando as calçadas da zona sul me fez crer que uma cidade assim não merece o prefeito que tem. Mas pra terminar o dia feliz, quem viu o programa Samba no Céu da Globo News, que reuniu no alto do Pão de Açúcar em um lindo dia de sol todos os diretores de bateria, musas, puxadores, porta-bandeiras das escolas de samba cariocas, além de ícones como Martinho, Beth Carvalho e a linda Dona Ivone Lara, sabe que isso não teria como acontecer em qualquer outro lugar do mundo.
Já São Paulo é a minha cidade preferida, claro. É um caso de paixão. Que, ao contrário do amor, só te deixa enxergar as coisas boas - cada minuto na terra da garoa é motivo de encantamento. Aliás, quando cariocas otários começam aquele papo de que “lá não tem praia”, “a cidade é feia”, “paulista só sabe trabalhar”, “falta corpo pras barbies”, me torno o maior defensor das inúmeras vantagens que a cidade oferece.
Claro que tudo tem o seu limite e o meu veio nessa sexta-feira.
Não dá. Definitivamente, Carnaval em São Paulo não acontece.
Não adianta dizer que está rico, grande ou profissional. Falta uma ginga, um brilho, um algo mais.
E vamos combinar que é a maior concentração de mulheres loiras e sem graça por metro quadrado?! Você olha em qualquer carro de qualquer agremiação e só vê mulher branquela. Senti uma vibe Mardi Gras sem colares e peitões.
Alguém aproveita e avisa lá que as mulatas da Mangueira são insubstituíveis?
Alguém aproveita e conta que Joãosinho Trinta fez sucesso nos 80’s depois que colocou todas as nilopolitanas – brancas, negras, mulatas, índias – de peito de fora em todos os carros?
Nem na manifestação mais popular do país a classe média paulistana larga o osso.
Ô raça!
--
Pra essa temporada de jogação no Rio, não vou fazer aqueeeeeeeeeeela análise de todas as festas e opções. Primeiro por inteira preguiça, falta de tempo e, tipo assim, Carnaval já chegou, nem dá mais tempo, né?
(Nesse sentido, deixo vocês com as previsões de Rosilda Gray, que sabe tudo e não está prosa).
E depois porque dessa vez eu estou deixando a vida me levar e, sem ficar ansioso ou extremamente na fissura por conta das festas, quero diminuir o creu pra segunda velocidade.
---
Mas isso não quer dizer que eu não vá me jogar, é claro. Mas também vou tirar a semana para almoçar nos meus lugares preferidos, jantar nos lugares badalados, rir com os amigos, curtir uns blocos, sambar no miudinho, namorar o namorado e – pasmem! – descansar.
Por isso, o blog dá um tempo, chega na concentração e entra na folia do Momo.
Ah! E tem a minha Beija-Flor arrasando na Sapucaí, tipo imperdível.
E mesmo que eu ache que esse enredo sobre Macapá é uó (vale também a vitória do Salgueiro ou da Viradouro, hein), a apuração na quarta de cinzas é uma das maiores emoções do ano.
Ótimo Carnaval.
Aproveitem, mas com responsabilidade.
Camisinha sempre, sempre e sempre.
Nos vemos na pista - pra quem escolheu Floripa, anota tudo que o babado é certo.
---
É hoje só, amanhã não tem mais.
Eu amo o Rio, sem dúvida, e como em todo caso de amor, a gente vê muitas qualidades mas também muitas defeitos. E como em um longo, antigo, duradouro e verdadeiro romance, os dois brigam mas sempre acabam se entendendo.
Ontem, por exemplo, fiquei mais uma vez maravilhado com a felicidade do povo nas ruas do centro, acompanhado pelo constante baticum das rodas de samba que se formaram desde muito cedo. Mais tarde, a inevitável irritação com a quantidade de camelôs tomando as calçadas da zona sul me fez crer que uma cidade assim não merece o prefeito que tem. Mas pra terminar o dia feliz, quem viu o programa Samba no Céu da Globo News, que reuniu no alto do Pão de Açúcar em um lindo dia de sol todos os diretores de bateria, musas, puxadores, porta-bandeiras das escolas de samba cariocas, além de ícones como Martinho, Beth Carvalho e a linda Dona Ivone Lara, sabe que isso não teria como acontecer em qualquer outro lugar do mundo.
Já São Paulo é a minha cidade preferida, claro. É um caso de paixão. Que, ao contrário do amor, só te deixa enxergar as coisas boas - cada minuto na terra da garoa é motivo de encantamento. Aliás, quando cariocas otários começam aquele papo de que “lá não tem praia”, “a cidade é feia”, “paulista só sabe trabalhar”, “falta corpo pras barbies”, me torno o maior defensor das inúmeras vantagens que a cidade oferece.
Claro que tudo tem o seu limite e o meu veio nessa sexta-feira.
Não dá. Definitivamente, Carnaval em São Paulo não acontece.
Não adianta dizer que está rico, grande ou profissional. Falta uma ginga, um brilho, um algo mais.
E vamos combinar que é a maior concentração de mulheres loiras e sem graça por metro quadrado?! Você olha em qualquer carro de qualquer agremiação e só vê mulher branquela. Senti uma vibe Mardi Gras sem colares e peitões.
Alguém aproveita e avisa lá que as mulatas da Mangueira são insubstituíveis?
Alguém aproveita e conta que Joãosinho Trinta fez sucesso nos 80’s depois que colocou todas as nilopolitanas – brancas, negras, mulatas, índias – de peito de fora em todos os carros?
Nem na manifestação mais popular do país a classe média paulistana larga o osso.
Ô raça!
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Pra essa temporada de jogação no Rio, não vou fazer aqueeeeeeeeeeela análise de todas as festas e opções. Primeiro por inteira preguiça, falta de tempo e, tipo assim, Carnaval já chegou, nem dá mais tempo, né?
(Nesse sentido, deixo vocês com as previsões de Rosilda Gray, que sabe tudo e não está prosa).
E depois porque dessa vez eu estou deixando a vida me levar e, sem ficar ansioso ou extremamente na fissura por conta das festas, quero diminuir o creu pra segunda velocidade.
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Mas isso não quer dizer que eu não vá me jogar, é claro. Mas também vou tirar a semana para almoçar nos meus lugares preferidos, jantar nos lugares badalados, rir com os amigos, curtir uns blocos, sambar no miudinho, namorar o namorado e – pasmem! – descansar.
Por isso, o blog dá um tempo, chega na concentração e entra na folia do Momo.
Ah! E tem a minha Beija-Flor arrasando na Sapucaí, tipo imperdível.
E mesmo que eu ache que esse enredo sobre Macapá é uó (vale também a vitória do Salgueiro ou da Viradouro, hein), a apuração na quarta de cinzas é uma das maiores emoções do ano.
Ótimo Carnaval.
Aproveitem, mas com responsabilidade.
Camisinha sempre, sempre e sempre.
Nos vemos na pista - pra quem escolheu Floripa, anota tudo que o babado é certo.
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É hoje só, amanhã não tem mais.
quinta-feira, janeiro 31, 2008
Quanto riso, oh, quanta alegria
Passei só pra dizer que a correria tá incrível.
Quanto mais chega perto do Carnaval (e consequentemente do período de mini-férias), mais trabalho aparece.
E hoje começam as interdições de trânsito do Centro por causa dos desfiles, blocos, confete e serpentina. O trânsito já está aquela delícia.
E eu continuo sambando.
Update: Turistas e cariocas que gostem de Carnaval e quiserem saber de to-dos os blocos do Rio, deixem o email nos comentarios que eu mando uma planilha Excel babado com a porgramação completa.
Passei só pra dizer que a correria tá incrível.
Quanto mais chega perto do Carnaval (e consequentemente do período de mini-férias), mais trabalho aparece.
E hoje começam as interdições de trânsito do Centro por causa dos desfiles, blocos, confete e serpentina. O trânsito já está aquela delícia.
E eu continuo sambando.
Update: Turistas e cariocas que gostem de Carnaval e quiserem saber de to-dos os blocos do Rio, deixem o email nos comentarios que eu mando uma planilha Excel babado com a porgramação completa.
terça-feira, janeiro 29, 2008
Em ritmo de festa
O blog entrou em ritmo de Carnaval e ganhou aqueles brilhinhos supercoloridos lá em cima.
Eu, que nem estava muito animado pra folia do Momo, já começo a esquentar os taborins depois das últimas notícias sobre as festividades em terras cariocas. Já na prorrogação, Enjoy e XDemente anunciaram suas edições, ambas com locações incríveis e DJs baphos.
---
Pra entrar no clima, o video ali no cantinho é do desfile da campeã de 2007, Beija-Flor.
---
Ah, já prometi uma dúzia de ovos pra Santa Clara.
Né possível.
O blog entrou em ritmo de Carnaval e ganhou aqueles brilhinhos supercoloridos lá em cima.
Eu, que nem estava muito animado pra folia do Momo, já começo a esquentar os taborins depois das últimas notícias sobre as festividades em terras cariocas. Já na prorrogação, Enjoy e XDemente anunciaram suas edições, ambas com locações incríveis e DJs baphos.
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Pra entrar no clima, o video ali no cantinho é do desfile da campeã de 2007, Beija-Flor.
---
Ah, já prometi uma dúzia de ovos pra Santa Clara.
Né possível.
segunda-feira, janeiro 21, 2008
Lança-perfume no cangote da menina
A gente sabe que o Carnaval está realmente chegando quando você entra na academia e dá de cara ao mesmo tempo com Adriana Bombom, Mirela, Quitéria Chagas e Juliana Paes.
E carioca que é carioca finge que nem tchuns.
Como nem tudo é perfeito, o Latino acompava a sua digníssima.
Mas pra compessar, Juliana Paes levou o bophe (vale googlar, gente, que o babado é certo - e que o namorado não nos ouça).
A gente sabe que o Carnaval está realmente chegando quando você entra na academia e dá de cara ao mesmo tempo com Adriana Bombom, Mirela, Quitéria Chagas e Juliana Paes.
E carioca que é carioca finge que nem tchuns.
Como nem tudo é perfeito, o Latino acompava a sua digníssima.
Mas pra compessar, Juliana Paes levou o bophe (vale googlar, gente, que o babado é certo - e que o namorado não nos ouça).
domingo, janeiro 20, 2008
Explode coração na maior felicidade
Finalmente consegui comemorar meu aniversário com os amigos.
Ontem fomos nos esbaldar de caipisakês e iced cocktails no Felice. Claro que o povo tava de fogo no rabo e foi impossível não esticar a noitada.
Como tradicionalmente o meu aniversário tem um quê de programa alternativo (ano passado fomos parar no baile funk do Castelo das Pedras), o destino desse ano, ás vésperas do carnaval, não poderia ser outro: ensaio de escola de samba.
Entre as muitas opções babadeiras, acabamos escolhendo a vermelho-e-branco da Tijuca, escola que simpatizo horrores. Chegamos no Salgueiro umas 2 da manhã, quadra lo-ta-da, um calor do cacete e, como nós amamos um batuque, ficamos pertinho da bateria fazendo a Viviane Araujo.
Claro que depois de muito samba no pé com as evoluções da madrinha, da passista, da porta-bandeira e das baianas, saímos de lá totalmente destruídos. E a noite ainda foi terminar no (aaaaaah! uhhhh!)* Kone.
Animação 10, nota 10.
---
* Cabe explicação, mesmo que tardia: enquanto estávamos na Nossa Senhora de Copacabana a caminho do Mc Donnald`s 24 horas, avistamos a novíssima Koni Store do bairro. Tá que todas as bees desesperadas gritaram aaahhhhhh! uhhhhhhhhh!!! kooooooooooone! dentro do carro. Às 5 da manhã.
Mudamos a rota e resto é história.
Finalmente consegui comemorar meu aniversário com os amigos.
Ontem fomos nos esbaldar de caipisakês e iced cocktails no Felice. Claro que o povo tava de fogo no rabo e foi impossível não esticar a noitada.
Como tradicionalmente o meu aniversário tem um quê de programa alternativo (ano passado fomos parar no baile funk do Castelo das Pedras), o destino desse ano, ás vésperas do carnaval, não poderia ser outro: ensaio de escola de samba.
Entre as muitas opções babadeiras, acabamos escolhendo a vermelho-e-branco da Tijuca, escola que simpatizo horrores. Chegamos no Salgueiro umas 2 da manhã, quadra lo-ta-da, um calor do cacete e, como nós amamos um batuque, ficamos pertinho da bateria fazendo a Viviane Araujo.
Claro que depois de muito samba no pé com as evoluções da madrinha, da passista, da porta-bandeira e das baianas, saímos de lá totalmente destruídos. E a noite ainda foi terminar no (aaaaaah! uhhhh!)* Kone.
Animação 10, nota 10.
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* Cabe explicação, mesmo que tardia: enquanto estávamos na Nossa Senhora de Copacabana a caminho do Mc Donnald`s 24 horas, avistamos a novíssima Koni Store do bairro. Tá que todas as bees desesperadas gritaram aaahhhhhh! uhhhhhhhhh!!! kooooooooooone! dentro do carro. Às 5 da manhã.
Mudamos a rota e resto é história.
terça-feira, janeiro 15, 2008
Esquentando os tamborins
Tipo que todomundosabe que a The Week divulgou suas datas pro Carnaval, né? Tanto pro Rio quanto pra filial de Florianópolis, o negócio vai ser forte. Tem o bapho do Matinée Group, tem o canadense Stephan Grondin, o bonitinho mas ordinário do Brett Henrichsen... além do Offer, claro.
Mas também tem ele, Peter Rauhofer.
Eu sou suspeitíssimo pra falar do Peter, já que é meu DJ preferido, não importa se o povo gonga pela onda electro em que ele se meteu, se ele é carudo ou se o o cd novo é uma porcaria. Acho o tio do boné um dos melhores produtores da cena, com uma técnica incrível, sem contar todo o histórico que ele carrega, né?
Aquele tradicional bico na picape a gente diz que é "concentração" e nem tchuns.
Ainda mais porque ele já foi supersimpático comigo e as ameega na porta da Adidas da Oscar Freire na última Parada.
E como nervosismo anda intenso, vou dar o link do remix Reconstruction pra Don´t Stop the Music.
Dizem as bees no site do DJ que é verdadeiro, mas a gente só acredita veeeeeeen-doooo.
Vai treinando o rebolation porque esse é dos bons.
---
E a Shakira, Shakira, gente.
Já me matriculei na dança do ventre pra não fazer feio no show em abril. E na dança de tecidos, porque eu não sou obrigado.
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Eu já logo quero uma camiseta da turnê brasileira da Matinée Group, tá?
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Falando em camiseta, já faz três dias que eu vi, mas ainda tô bege com essa foto:
Tipo que todomundosabe que a The Week divulgou suas datas pro Carnaval, né? Tanto pro Rio quanto pra filial de Florianópolis, o negócio vai ser forte. Tem o bapho do Matinée Group, tem o canadense Stephan Grondin, o bonitinho mas ordinário do Brett Henrichsen... além do Offer, claro.
Mas também tem ele, Peter Rauhofer.
Eu sou suspeitíssimo pra falar do Peter, já que é meu DJ preferido, não importa se o povo gonga pela onda electro em que ele se meteu, se ele é carudo ou se o o cd novo é uma porcaria. Acho o tio do boné um dos melhores produtores da cena, com uma técnica incrível, sem contar todo o histórico que ele carrega, né?
Aquele tradicional bico na picape a gente diz que é "concentração" e nem tchuns.
Ainda mais porque ele já foi supersimpático comigo e as ameega na porta da Adidas da Oscar Freire na última Parada.
E como nervosismo anda intenso, vou dar o link do remix Reconstruction pra Don´t Stop the Music.
Dizem as bees no site do DJ que é verdadeiro, mas a gente só acredita veeeeeeen-doooo.
Vai treinando o rebolation porque esse é dos bons.
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E a Shakira, Shakira, gente.
Já me matriculei na dança do ventre pra não fazer feio no show em abril. E na dança de tecidos, porque eu não sou obrigado.
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Eu já logo quero uma camiseta da turnê brasileira da Matinée Group, tá?
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Falando em camiseta, já faz três dias que eu vi, mas ainda tô bege com essa foto:
Aloka!
quinta-feira, outubro 25, 2007
Fazendo a Valéria

Olha, já tamo aí nas festas de fim de ano, né?
E pra desespero geral da nação, o próximo Carnaval cai no dia 1 de fevereiro.
E já que o ano só começa depois da Folia do Momo (adoro essa expressão RJTV) e a festa profana na Sapucaí tá ali na esquina, já tamo aí em 2008.
E já que o ano só começa depois da Folia do Momo (adoro essa expressão RJTV) e a festa profana na Sapucaí tá ali na esquina, já tamo aí em 2008.
Mas antes de mais nada, eu preciso confessar uma coisa.
Apesar de carioca da gema, malandro de terno de linho, flamenguista, funkeiro e torcedor da azul-e-branco de Nilópolis, não sei sambar.
Não adianta freqüentar os ensaios e decorar a letra do samba-enredo. Já tentei de todos os jeitos, e até as dicas do programa da Olga Bongiovani anotei, mas não consigo mover meus pés como uma porta-bandeira da Mangueira, muito menos evoluir como um mestre-e-sala da Portela.
Nesse quesito, tô mais pra baiana da Imperatriz, com passinhos curtos e tímidos rodopios.
Tô pensando seriamente em fazer umas aulas, mas nada daquele samba de gafieira com Carlinhos Jesus (até porque - dizem! - o moço tem um odor que derruba qualquer leão. Pencas de cecília!).
E se a Miss Brasil, que não passou nem no teste pra atriz do Zorra Total, tá fazendo aula com passista da Vila isabel e vai arrasar na avenida, por que eu não posso?
Tamo aí na frente da bateria, gente!

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Pra quem se animou, vai um video da Mel B no Dancing with the Stars da última segunda-feira, que teve Samba como tema, arrasando na coreô e no modelón.
Ok, ok. Isso não é samba nem no pé e nem no ouvido, nem aqui e nem na China.
Mas vale pela mensagem de apoio das ameega Spice Girls.
Mas vale pela mensagem de apoio das ameega Spice Girls.
Phophas!
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