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terça-feira, julho 14, 2009

Praça do CEI, NYC, USA

Acharam que eu não iria falar do bafo da semana e um dos maiores da semana noturna gay da história?! Não, né?

Dessa vez, não ficou só na birra e no disse-me-disse, todo mundo acompanhou ao vivo pelo Facebook. E ainda sobrou tempo pra pitacos, brincadeiras e manifestações de amor e ódio, claro.

Que o ego deles é gigante, todo mundo sabe. Primeiro que além do eterno bico enoooorme, não é a primeira vez que Peter briga com outro DJ ou com outra personalidade da noite. Depois que segundo me afirmaram há pouquíssimo tempo, Offer é cheio de estrelismos e exigências técnicas desnecessárias... Se o embate das pistas dos 90 foi Junior vs Peter - e entre seus fãs, que rivalizavam até a morte - disputando o título de Rei da cena, agora o bafo gira em torno do talento (ou a falta dele) de Offer Nissim, em uma situação tipicamente chamada de "mágoa de muguxa".

Quem está certo? Não sei. Os dois são ótimo, cada um no seu estilo e vão continuar ganhando horrorez, viajando o mundo e morando em NYC. Quem perde é a gente sem a possibilidade de vermos a dupla atuando junta novamente. Aliás, só Deus sabe o que acontecerá com a data já bookada no Circuit Festival em Barcelona

No fim, só consigo imagianr a cena de Peter com a mãozinha na cintura dizendo pro Offer: "Eu não mandei, eu não permiti, eu não autorizei".

Vai passar mal!

quinta-feira, janeiro 22, 2009

Herdeiro

E O Globo Online de ontem deu a notícia da semana: homens mais ricos dão mais prazer às mulheres.

E todo mundo fez aquela cara de espantado. Jurá, né? Desde que o mundo é mundo que eu escuto a frase "quem gosta de pau é viado, mulher gosta é de dinheiro".

Ok, a frase não é completamente verdadeira, mas não deixa de ser interessante. Afinal, não se trata do fato de que as bees também não gostem de dinheiro - muito pelo contrário, né? - mas sim da percepção de que as mulheres são muito mais exigentes nesse ponto e, segundo a tal pesquisa, chegam até mesmo a sentir mais prazer se o cara for realmente milionário.

Eu, que estava no projeto "arrumar um marido rico" (ou pelo menos famoso, porque até se me garantir uma ponta na Malhação tá valendo), vou ter que abandoná-lo. Se já estava difícil antes, agora com a crise, então, virou um Deus-nos-acuda.

Ficaadica de amigo: se seu pretendente tem pelo menos um imóvel próprio ou um dinheirinho na poupança, é bom não deixar o bofe escapar.

quarta-feira, dezembro 10, 2008

AlokadaMarina

Eu nunca fui muito ciumento. Mas sei lá, de vez em quando a gente dá uns ataques insanos, né? Pelo menos eu, que sempre tentei ser equilibrado quando namorava, já fiz algumas vergonhas.

Há uns 3 anos, quando o namoro estava começando, rolava uns conflitos com relação aos ex-namorados do namorado. Tipo... eu nunca tive ciúme de amigo, família, estranhos na noite - até porque só de olhar eu já deixo bem claro qual é o meu território - e nêgo conhece bem o meu gênio.

Mas ex, gente, é uma praga. Eu tenho horror a ex, principalmente quando é daquele tipo que adora fazer a íntima - muitas vezes, só pra provocar - e já chega abraçando e cheirando o cangote. Vai cheirar o cu da sua mãe, desgraça, eu penso. Mas dou aquele sorriso lindo e finjo que tá tudo ótimo.

Tá, é mentira. Fecho a cara mesmo e chamo pra porrada. Aliás, isso quase aconteceu em uma X Demente. O ex todo sorridente e eu querendo socar a cara dele. Detalhe: a barbie tinha 3 vezes o meu tamanho...mas como dizem por aí: você pode até apanhar depois, mas ganha a briga quem foi lá e deu o primeiro tapa.

Oi? Barraqueiro sim, e daí?

Numa outra vez, quase armei outra confusão na Marina da Glória. E não faço idéia do motivo. Aliás, não me lembro do antes, só do momento. E o pior: todo mundo lembra, de tão bafônico que foi.

E não é que agora, depois do término do meu namoro, esse tal ex reapareceu? Por uma dessas coincidências do destino, fui parar na mesma rodinha de amigos dele e do atual namorado no meu recente retorno às pistas. Daí que um belo dia na TW, ele chamou um amigo - que por sua vez, estava presente naquele fatídico dia e lembrava da cena, claro -, contou toda a história e disse pra mim: "Lembra daquela situação toda e coisa e tal?".

Morri de vergonha, óbvio. O mais constrangedor é que tanto ele quanto o namorado são super educados e simpáticos...
Não é nada legal ser babaca assim - e ele tem todo o direito de me achar um escrotinho -, mas cheguei à conclusão que esse fatos fazem parte da vida.

Afinal, alokaciumenta da história sou eu!
E a gente só aprende sendo otário, não é mesmo?

sexta-feira, outubro 10, 2008

Carioca’s Pride

E finalmente chegou a vez do Rio ter sua Parada do Orgulho LGBT de 2008.
Demorou mas vai!
O finde promete e traz muitas e muitas atrações bacanas pros fervidos da cidade: tem Rosane e sua R.evolution na Lagoa, tem Combo no 69, tem Chris Cox na The Week, tem Ideal, 1140, Papa G.... ou seja, tem pra todos os gostos.

Mas como o domingo é o novo sábado, muita coisa vai rolar no dia da Parada, antes e depois do evento. De festa no Atlântico à Lapa, passando por 00, LB e Praça do Lido, além do after Pista 2, o mais bombado da cidade. E acabei de receber o mailing de uma festeenha no Scala com Pacheco e Robix. A proveitando a data, o Rio Show de hoje dá o tom e coloca na capa as nossas domingayras.

E como nem tudo é só fervo, é hora de pensar no nosso orgulho e na vontade de ser cidadão. Não deixem de entrar na página www.naohomofobia.com.br, onde rola um manifesto a ser entregue no Senado.

Agora é só rezar por um finde com um solzinho gostoso – ou pelo menos sem chuva.

Ah! E vale lembrar que nessas época todo mundo fica mais animadinho. Portanto, se cuidem, usem camisinha, conheçam seus limites.
Nos vemos nas pistas, na Farme ou na Atlântica.

Boa jogação pra todos nós!

segunda-feira, setembro 29, 2008

Estoy Aqui (in memoriam)

Finde babadeiro again and again and again.
Já tava desacostumado com tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo em tão pouco tempo. Faz um mês que o mode: on da freneticidade entrou em minha vida. O ritmo é aquele: não pára, não pára, não pára, não.

Sexta foi dia de dois programinhas rápidos e bem sociais: aniversário em Copa e festinha na Fosfobox. Já sábado foi aquele esquema que a gente nunca se cansa: mais uma visita à casa da Saúde, que anda movimentadíssima e com fila na porta a noite inteira.

Dancefloor @ The Week

Depois de um divertidíssimo esquenta no esquema Íntimo & Pessoal chez Tony e Oscar – dessa vez na Maison Marquês – e com direito a vídeo de Om Shanti Om na tela e Miranda no iPod, partimos pro bate-ponto de todo sábado.

Muita gente resolveu se jogar na TWRio neste final de semana, já que Ana Paula, a residente do projeto DanceFloor, sempre arrasta muita bee carioca pra onde vai. E dessa vez a queridinha recebeu a visita de Antoine 909, da Inglaterra.
Bem, se Robix fez um set incrível, fechando a noite com tudo, e Ana Paula arrasou mais uma vez (confesso não ter ouvido muita coisa, já que entrei bem tarde), o gringo não agradou muito o povo do tribal. O house do cara não é aquele que estamos acostumados, o que dificultou bastante as coisas. Mas como todo mundo estava ali pra se divertir, a presença de amigos e pessoas queridas deu o tom da noite.

Detalhe pro mix de freqüentadores da área vip: de Rosane Amaral – que já prometia grandes atrações na sua mais que esperada pool party -, aos ex-staff DJ Felipe Lira (aliás, chegamos até a porta do after às 9 da manhã, mas eu não tive forças pra entrar e soube que bombou horrorez!) e a sempre linda e simpática Clarisse Miranda. Ou seja, todo mundo numa ótima. Uma vibe incrível no melhor club do Rio.

O finde caminhava pro fim ainda com um convite pra festa LOB, de Isabel Oliveira, no chiquérrimo Hotel Ouro Verde, em Copa. Mas além da chuva e do tempo terrível que surgiu no fim do domingo (hoje, segunda-feira, amanheceu um solzinho bom...), o cansaço era tanto que às 10 da noite eu estava na cama. E só acordei pra ver Roberto e Caetano com a mamãe, voltando lindamente para os braços de Morfeu.

Pelo menos eu estou descansado. E tomara que a semana seja mais calmo...
Ou não.

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PS: Se alguém receber um email que me comprometa, não acredite: é tudo montagem!

sexta-feira, setembro 26, 2008

Semana do Cinema

E ontem começou um dos mais esperados eventos do Rio: o Festival do Rio. Por duas semanas, a cidade inteira volta suas atenções pra programação sempre babadeira.

Infelizmente eu ainda não consegui sentar e pensar em tudo o que eu quero ver – esses dias foram extremamente enrolados pra mim (agora mesmo eu deveria estar trabalhando pesado, mas minha cabeça dói horrores). Como freqüentador antigo do evento, ficaadica pra montar a programação toda logo de cara, acrescentando outros de acordo com o boca-a-boca, e comprar tudo de uma vez – ou aquilo que estiver disponível, já que é bem comum os filmes chegarem aos poucos, algumas vezes por virem de longe, outras por problemas na alfândega mesmo – e tentar cumprir sua maratona cinéfila o máximo que puder (quando eu era uma pessoa à toa e apenas estudava, chegava a ver 3 ou 4 filmes diferentes por dia com intervalos de 30 minutos entre as sessões e - o mais divertido - em lugares absolutamente diferentes da cidade: ponte-aérea Fashion Mall – Botafogo – Ipanema era bobagem. Bons tempos).

Esse ano não vai ser diferente: tem muita coisa boa passando – e eu ainda vou querer a companhia dos queridos amigos e blogueiros, né?

Mas enquanto eu não arrumo tempo pra isso, vou curtindo as festinhas - porque quem tem amigos tem tudo.
Ontem foi a abertura do festival, em noite de gala. Aliás, a cidade realmente bombou: abertura exposição do Corpo Humano (que eu já fui, assunto pra depois), show da Bethânia, aniversário da Gloria Perez e festival de cinema. Los Angeles perde, meu bem.

O traje recomendado no convite era black-tie, acredite se quiser. Gente, numa cidade que até o Copacabana Palace aboliu a gravatinha borboleta, não dava pra acreditar que alguém fosse vestido assim, né? O resultado foi um mix de jeans e camiseta pra galera do filme, jeans e paletó pras mudernas do cinema, terno preto + gravata preta pros que querem ser finos (confesso que essa era a minha categoria...) e black-tie pra meia-dúzia de empresários. Já a mulherada vestiu longo, curto, estola de pele, bolsa Dior e até calça da Levi’s...
Viu? LA parou no primeiro parágrafo!

Divertido foi chegar num Odeon lotado e ser catapultado pra dentro da sala por um sotaque espanhol. Aliás, alguém avisa pra Luana que ela não está andando com as pessoas certas: o meu lugar estava lá e eu nem precisei bater pezinho ou rumar pro Palácio. Ta, bunita?

O filme, Última Parada 174, é bem meia-boca. Na minha santa ignorância, não entendo nada de cinema (aqui, em breve, vocês vão ler algo com sabedoria), mas aquele bando de clichê e a historinha do menino que se tornou um bandido me cansou.
E no próximo ano a gente pode fazer um filme sobre o Jardim Europa ou a Daslu, que tal? É sempre bom dar uma variada no tema do Oscar...

(Detalhe: pra mim, a saia-justa da noite foi colocar Fabio Dei Bolo Na Ana Maria Braga Assunção pra apresentar um filme com tanta gente...hmmm...conversando com o Paulo Otávio, sabe?)

Terminada a lenga-lenga do tapete vermelho, fomos pra festinha porque nem celebridade a gente é.

Festival do Rio @ The Week

Gente, depois de sexta, sábado e domingo, passamos a freqüentar a The Week Rio na quinta-feira. Tá pior que Igreja Universal.

A festa foi absurda, incrível e coisa e tal, mas o que chamou a atenção foi a casa, mais uma vez. Pra começar, a fachada ganhou uma linda iluminação com duas luminárias brancas imeeensas no meio da rua. Lá dentro, a pista 1 se transformou num super lounge com sofazinhos espalhados por todos os cantos, além dos comes e bebes – divertido era gongar as tiazonas maquiadas sentadas bem naqueles cantinhos safados que só as bees conhecem: espero que a turma da limpeza tenha caprichado... -, a área vip foi muito bem utilizada, enquanto a pista 2 era a pista de verdade – mas ninguém merece dançar ao som de Martinho da Vila, né? Demorou pra alguém tocar um samba-enredo ou um funk, algumas das únicas coisas legais de uma festa careta. O clube estava, mais uma vez, incrivelmente bonito e diferente.
Se eu fosse HT, mudaria logo só pra poder freqüentar todas as semanas sem medo de ser feliz...

Mas o melhor da noite foi uma momento pra se guardar na lembrança pra sempre. Enquanto muito jornalista sequer conseguiu viu a sombra do moço, nós estávamos andando alegremente em direção à piscina quando naquela escadinha láaa de trás demos de cara com ninguém mais, ninguém menos que Rodrigo Santoro. De cara mesmo, do tipo eu aqui, ele ali, passando do meu lado, se esticasse o braço pegaria nele pela cintura.

Sei que muita gente já viu o cara ao vivo – eu também, num shopping – mas ele estava de terno, barba por fazer e cabelinho com topete. Juro que só não caímos na piscina e morremos afogados porque ficamos frozen. E olha que eu ouvi racha falando “não vou embora, ainda não vi o Santoro”, sem contar a tia da fila do táxi que trocou uma mega idéia comigo e disse que, além de lindo, ele foi super educado e simpático. E eu já tinha visto isso tudo, sorry.

Noite boa de uma quinta-feira.

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Falando em The Week, a casa está de site absolutamente novo.

Começou hoje – aff, eu entro todos os dias pra saber as novidades – e ficou babado renda: todas as filiais num mesmo hotsite, com a programação completa unificada e as novidades dos cartões já disponíveis (Vale foto sem camisa? Fica a pergunta).
Só não gostei do fim do blog... mas pra substituir, duas novas áreas foram criadas: notícias e serviços.

Confesso que amava aquele visual diferenciado pra cada cidade, mas agora está bem mais prático. Só faltam umas versões em outras línguas... Porque casa badalada no mundo é assim, né?

quinta-feira, setembro 18, 2008

Splaaaash

A medida que vão acontecendo as comemorações do aniversário da TWSP - que, a propósito, só terminam no mês que vem - e o verão se aproxima, o Rio volta a entrar no circuito babadeiro que a gente conhece bem. Se o Glam já revelou as super atrações tanto da Parada quanto do Reveillon (viram? pela primeira vez, Peter Rauhofer tocará por esses lados bem no dia 31, tradicionalmente uma data reservada a sua festa em NYC), muita coisa ainda está por acontecer até lá.

Nos últimos finais de semana em Sampa, só se falava em uma coisa nas rodinhas paulistanas: as pool parties cariocas vêm com tudo nessa temporada. Pra começar, a promessa de uma das festas mais aguardadas do ano: a The Original Brazilian Pool Party de Rosane Amaral volta à incrível locação da Estação do Corpo, na Lagoa.

Mas pra quem, como eu, acha que o Reveillon ainda está muuuito longe, um novo projeto nesse finde está animando a cariocada, que andava ansiosa por novidades. Apesar do deck e da piscininha do clube da Saúde, o conceito não é pool party.

Trata-se de uma day party, tipo matinê, pra curtir a tarde/noite do domingão. Com duas pistas e muita house, a Wave - fruto da união do produtor André CenaCarioca Garça e do clã The Week -, traz a proposta de um grande encontro de amigos com clima leve e descontraído, com direito a frutas, picolé, açaí e muita diversão. Tocam o ótimo DJ de BSB André Queiroz, o top paulistano João Neto e a queridinha Ana Paula, além de Rafael RM2 e Tatá, o VJ Rodrigo Sucesso e live da Amannda.

Do jeito que o povo está nervoso, aposto que as preparações pro verão já começaram. E nada melhor do que um baita esquenta desse tipo.

Agora só falta o sol. E olha que já até parou de chover...
Então prepare o modelón diurno e se jogue, porque a gente se vê à beira da piscina.

terça-feira, setembro 16, 2008

The Perfect Weekend

O finde foi dedicado, novamente, a São Paulo.
A cidade não se cansa de proporcionar momentos inesquecíveis e divertidíssimos. Dessa vez, com uma super caravana carioca, conseguimos ir desde a exposição de Duchamp no MAM – com direito a uma guia especializada no assunto e uma multa na Zona Azul –, até um café na Cristallo da Oscar Freire, passando pela madrugada na Bella Paulista e jantarzinho no L'Open (depois de uma rápida passada no impossível Spot). Isso sem contar o esquenta oficial e mais tradicional da cidade, na Maison Lorena.
E tudo isso sob um frio paulistano de dar inveja a qualquer esquimó.

Como todo mundo sabe, toda essa função teve um motivo ilustre: o aniversário de 4 anos da The Week São Paulo, o melhor club gay do país.

Gente de todos os cantos – a cariocada, aliás, baixou em peso e tombou com o resto do país inteiro, vale dizer -, todos os tipos, todas as maneiras, todos os gostos. Todo mundo disposto a curtir cada momento da melhor maneira possível. Uma vibe única, absurda e indescritível.

Mas vamos ao que realmente interessa: as jogações.

Aniversário TW 4 Anos

A noite de sábado começou tensa, do jeito que o povo gosta: casa lotada, amigos por todos os lados e, claro, muito fervo. Pacheco, Cecin e João Neto mostraram porque são os residentes: ninguém conseguiu parar um minuto sequer. Aliás, a TW fez muito bem ao escalar os três DJs como as atrações principais de seu aniversário e mostrar o quanto valoriza seus profissionais. A apresentação das divas dos anos 90 Amber e Zelma Davis valeu, mas nem foi tão legal assim. E olha que não é implicância: eu carrego uma veia daquela década que adora uma diva (um dos meus momentos inesquecíveis na noite foi Kristine W Suzanne Palmer cantando Fascinated na Parada de SP 2006, na própria TW). Mas a Amber, que como diz um blogueiro, anda parecendo mais uma boleira do que uma diva, cantou com playback. Os melhores momentos do show ficaram por conta de Enough is Enough (video no post anterior) e a sempre incrível If you could read my mind – momento do ápice de tudo, se é que vocês me entendem. Além disso, muitas performances e muitos gogos deram o tom na festa.

Apesar dos planos de seguir de lá pra algum after, só conseguimos sair com as vassouradas. 10 e meia da manhã e as pernas nem respondiam mais a qualquer comando, mas ainda tivemos a disposição de parar na padaria e fazer nosso breakfast no quarto do hotel relembrando momentinhos da noite. Coragem!

Nova Pool Party

O dia (a tarde, na verdade) amanheceu com um céu mega nublado, uma garoa fina e uma ressaca daquelas. Tudo indicava pra uma festa sem muitos desdobramentos, certo? Errado. Chegamos às 7 da noite e a casa já parecia tão bombante quanto na noite anterior. O frio acabou com a pool da party – eu, que já tinha preparado um modelón bem carioca de bermuda e tshirt, tive que trocar por jeans, uma malha e um casaco. Só não levei meu sobretudo porque não caberia na chapelaria, ta? E vamos combinar que pool de calça jeans é coisa de paulista...
Mesmo assim, deixando os rótulos de lado, a festa foi absurdamente incrível! O clima era tão leve, os amigos eram tantos, as histórias eram tão divertidas que parecia uma grande reunião no jardim de casa. A tarde foi tão longa que a meia-noite parecia umas 7 da manhã.

Depois de uma performance babadeira de gogos no queijo central com direito a luzes freneticamente piscantes no teto, Tony Moran entrou na cabine com tudo e arrasou no set. Tocou muita coisa boa, como sempre faz. Depois, Amannda fez um pocket show aplaudidíssimo pelas bees – apesar daquele início de carreira estranho, tenho que admitir que ela está se esforçando e melhorando (e tá que eu acho Away from me muuuito boa).
Ana Paula fechou bem a noite, com direito ao remix exclusivérrimo do Peter pra She's not me. O único ponto negativo foi a pista 2 fechada, o que causou uma lotação excessiva na pista principal, já que pouco gente aguentou o frio da área externa. E, mais uma vez, só as vassouradas me tiraram da boate.

After @ Cantho

Com Pacheco na cabine e todo mundo dizendo que iria pra lá, trocamos a domingueira da A Loca pela boate do Largo do Arouche. O lugar não é lá essas coisas e nem o público é dos melhores (tô sendo bonzinho, gente) – tirando as bunitas que seguiram da TW, não passa de uma Le Boy bem mais feia. E nem a quente área vip deu jeito. Mas valeu a pena, pra dar aquela variada. No final, eram 5:30 e eu ia pra cama, acabado, pensando na ponte-aérea da manhã seguinte.

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Nesses momentos é que a gente tem idéia da força da The Week na cena gay brasileira. Com três casas de estruturas impressionantes, o clube consegue investir no seu pessoal e oferecer um serviço impecável. E, consenso geral, tentando sempre melhorar. A educação dos seguranças na revista, o staff que mesmo quando você enche o saco (meia hora pra escolher um tipo de chiclete na bomboniere, por exemplo) não perde a simpatia e sempre se despede com um "obrigado", a mudança na decoração da área externa de um dia pro outro, a limpeza dos banheiros... tudo pra que você se sinta prestigiado por estar ali.

Claro que algumas reclamações são inevitáveis – a fila de pagamento no final da noite é sempre um drama, algumas portas da pista 1 estavam fechadas no domingo, a falta de caixas de som na área externa justamente na pool party -, mas a preocupação com o cliente é algo impressionante, ainda mais se levarmos em conta o tamanho da boate.

Torço muito pra que tenhamos muitos e muitos aniversários pela frente. É assim que funciona o universo perfeito.

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Mais uma vez o finde foi composto pelos amigos paulistanos, blogueiros ou não, que receberam a cariocada com toda a pompa e circunstância. Sem eles nada teria sido tão divertido. Aos amigos cariocas, fica a certeza de que a gente é babado e confusão em qualquer lugar – e depois de dois incríveis findes em terras diferentes, vamos voltar com tudo do Leme ao Pontal.

Vale lembrar que os momentos e as frases da noite foram muitos. E que até agora ninguém conseguiu escolher uma música do fim de semana! Pra vocês terem uma pequena idéia, teve bee vendendo Charisma da Avon na pista, carioca fazendo chãochãochão enquanto outra fazia bunda-lelê pras amigas, fervida com cordinha no pescoço pronta pra amarrar alguém, conversinha private entre amigos no banheiron vazio da área vip da TW, bee batendo recorde de 10 minutos de permanência na boate - por uma boa razão, é claro -, novas palavras incorporadas ao pajubá nosso de cada dia, racha maluca perguntando se tava bonita, titia puxando a lousa pra explicar tim-tim por tim-tim... Do funk do "Ai, ai, ai, meu piru" e do "passado de bicha é igual a cozinha de restaurante: quem conhece não come" até a constatação de que "você tem uma alma velha" ou o pedido de "volta pra cá semana que vem, Gui!", o finde foi realmente babado. Ou melhor, "babado não, agora é renda!"

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Confesso que ainda estou processando tantas informações. Tem horas em que eu fico confuso até pra lembrar em que momento algo aconteceu.
Agora tô aqui, com aquela cara e olheiras-de-gretchen, resultado das noites não dormidas. E tudo dói, até a minha canela (vai saber o que eu fiz com ela...).

E se a segunda-feira foi um dia de cansaço, mau humor e total falta de disposição, a terça, então, começou complicada com essa chuvinha que não pára de cair na cidade.
Mas a gente vai levando, tentando não pedir demissão - afinal, depois de um finde babadeiro é sempre hora de repensar a vida -, bebendo água de coco e tentando convencer que trabalha.

O rehab funciona...
Até que o próximo finde vem e - pá - derruba a gente.

sábado, setembro 13, 2008

Are you ready?

quinta-feira, setembro 11, 2008

MORRI

Acabei de escutar o início de Miles Away pelo telefone.
Ao vivo.
De Londres.

Gente, já tô em outro plano e não sabia.
Thanks, amigo.

Update:

segunda-feira, setembro 08, 2008

My Vibe Doesn`t Travel

Há tempos eu não falo de noite aqui no blog. Não que eu esteja afastado das pistas, mas resolvi dar um certo tempo no assunto.
E vamos combinar que voltar com o pé direito dá muito mais prazer, né?

Depois de uma sexta no D-Edge, que me fez superar o trauma que eu tinha com o Morcef depois de uma X-Demente que nêgo sentou no queijo ao som do gorducho, lá fomos nós no sabadão pro Universo Perfeito. Mas não sem antes curtir o melhor momento do finde: o grande esquenta na Maison Lorena, claro.

Entrar na The Week São Paulo é ter certeza que a vida pode, sim, ser bela. A filial do Rio é o nosso quintal de casa, onde todo mundo se conhece e troca figurinhas de um jeito carioca low profile. Mas a matriz, pelo menos pra cariocada, é um acontecimento, algo a ser explorado com todos os devidos cuidados - ou sem nenhum deles, dependendo do ponto de vista.

Fui pra cidade esperando ansiosamente o set do Junior Vasquez. Afinal, o cara sempre foi uma verdadeira lenda. Até mesmo pra mim, new generation (tá boa?), que não peguei a fase áurea, mas que já tinha ouvido muito por tabela as produções dos anos 90 e início dos 2000, além das muitas histórias das noites inesquecíveis em NY.
Mais recentemente, ouviu-se muito sobre os casos de vício e rehabs. E nos últimos anos, muita gente falando que apesar de uma mudança de estilo, o DJ havia se reencontrado - incluindo a apresentação da Parada de NY esse ano, onde ele mandou um pesado set de cinco horas.

Mas parece que por aqui a coisa quase sempre foi tumultuada.
Lembro da Parada 2003 de São Paulo, que a tia deu uma desculpa mega esfarrapada às vésperas da apresentação na Level ("só toco se disponibilizarem o aparelho MeuCu369" - existiam apenas dois no mundo - e depois saiu dizendo que a passagem não teria chegado), deu no-show mesmo com zilhões de convites vendidos antecipadamente e ainda concorreu ao toféu Truque do Ano da Noite Ilustrada. Mas diz que, na verdade, ela nunca conseguiria embarcar, já que não dava pra fazer tina no avião.

Depois, no Carnaval de 2005, JV finalmente desembarcou por aqui, trazido pela finada X Demente. Lembro da tensão, das fofocas de que ela desistiria e das exigências absurdas, como ficar em um aquário de vidro com ar-condicionado potente (seria ok se não estivessemos falando do caldeirão da Fundição Progresso no verão carioca - 50 graus na sombra, bee!).
No final, ela veio, a noite foi ótima, a vibe incrível (também pudera, caldeirão + Carnaval + Rio não poderia dar errado), o show de Kevin Aviance ao som de Took My Life, da Vernessa Mitchell, foi absurdo, mas o set não foi inesquecível como a gente achava que iria ser.
Mesmo assim, tenho o mega flyer guardado até hoje...

Naquele mesmo ano, o DJ baixou mais uma vez por aqui, dessa vez em São Paulo, pra uma festa no Unique com pocket show da própria Vernessa que reuniu as finas paulistanas, mas dividiu o público: muita gente amou, muita gente achou sem clima e às 5 da manhã já rumava pros outros clubes. Naquele sábado, aliás, a The Week foi consagrada como a melhor noite da Parada - nem sombra de JV.

Acabei esquecendo mas o Cena me lembrou: ainda em 2005, JV voltou ao Rio no mês de setembro, dessa vez pra uma edição da Xtravaganza que comemorava os 13 anos da Le Boy. Essa sim foi digna de toda a fama do top DJ. Mesmo tocando quase que apenas produções próprias, coisas antigas e nem todas conhecidas da massa, Junior deu um show de história de house. E finalmente tivemos uma noite ótima.

Apesar de tantas histórias ruins, dessa vez, depois do tal suposto renascimento do DJ, eu acreditei que a humildade teria entrado no coração de Madame Vasquez. Sei lá... ou o rehab teria funcionado, ou a idade teria chegado, ou o clima do seu próprio aniversário fosse fazê-lo mais sensível, ou a possibilidade de ensinar a nós, macaquinhos da selva brasileira, a cultura gay americana depois de 3 anos da última visita.

Mas não foi. A tia cagou feio, o som parou, a galera vaiou. Muito papo com o técnico de som, com o empresário ou com sei lá mais quem. Se ela estava louca ou fez a maluca, eu não sei. Fato que ela se foi, depois de pouco mais de 15 minutos (15 minutos ou uma hora num set de 5/7/10 horas, pra mim, é a mesma coisa). A TW teve a coragem de mandá-la pra casa depois de perceber a pista esvaziando - até a área vip já não bombava, como costuma acontecer quando falamos de um mega DJ no clube.
Ao Junior Vasquez sobrou apenas o último ato: catar sua trouxa e sair sem nem olhar pra trás.

Se a noite não entrou pra história por ter sido incrível, entrou pra história por ter sido peculiar - e, mais uma vez, pela ousadia da casa em salvar a noite dos seus frequentadores usando os residentes merecidamente elogiados.

Esse não pisa mais aqui.

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Pra tentar entender a cabeça de diva do Vasquez, aqui vai uma entrevistinha de 2006 - ou seja, bem recente.

Detalhe pro interesse apenas no seu próprio trabalho e na cena nova iorquina - que já nem rende tantos frutos assim, se compararmos com cidades como São Paulo, Montreal e Barcelona -, ainda mais com cada vez mais apresentações dos tops pelo mundo.
Enfim, muita sorte pra ele láaaaa na América.

quarta-feira, agosto 27, 2008

But You Lied But You Lied But You Lied

Vocês não têm idéia de como eu me divirto com esse clipe do Moby, Disco Lies, primeiro single de Last Night, o álbum mais recente do cara.

Tá, eu sei que o video nem é novo, mas eu continuo achando divertidíssima a história do pintinho fugitivo que acaba perseguindo o coronel dono de uma cadeia de fast food e comendo suas patinhas no final. E como não poderia deixar de ser, algumas cenas do clipe foram censuradas na tv americana...

Além disso, a música é ótima. Essa vocal da Shayna Steele anda bombando a pista de uma maneira incrível, como aconteceu quando Felipe Lira soltou no final de semana.
E fica a dica: o melhor remix é da dupla Freemasons que, alíás, baixam aqui novamente no mês que vem pela grife TW – dia 20 de setembro no Rio, 21 em Sampa.

Segue o vídeo absurdinho.


quinta-feira, agosto 21, 2008

Barcelona

Como todo mundo sabe, Woody Allen tá vindo aí com um filme novo, Vicky Cristina Barcelona, com as divas babadeiras do cinema Penélope Cruz e Scarlett Johansson e o in-crí-vel Javier Barden. Eu tô louco pra ver, claro, mas ainda não sei quando estréia.

Woody tem um humor ímpar, que fica claro em qualquer entrevista. Destaque pra resposta da última pergunta, que reproduzo em parte aqui:

- A recepção a Vicky Cristina Barcelona vem sendo boa. Isso deve ser gratificante.

- Se você não tivesse mencionado isso agora, eu nem ficaria sabendo. (...) Eu me lembro de, anos atrás, voltar para casa depois de ter um grande triunfo com "A Última Noite de Boris Grushenko" ("Love and Death") e, mesmo assim, a garota do apartamento em frente não quis sair comigo. Eu estava em casa, sozinho, comendo comida chinesa diretamente da embalagem, sem nada a fazer exceto assistir à televisão. O sucesso nunca significa nada.


Tá? Aprenderam?

O trailer aqui (com direito aos beijo bapho entre as duas).

segunda-feira, agosto 18, 2008

CONFIRMADO!!!

ELA VEM!

Putaquepariu!
A melhor notícia do ano.
Por coincidência, só deu a tia nesse blog durante a semana...
Acho que meu sexto sentido tá funcionando.

sábado, agosto 16, 2008

50!

Homenagem à tia, que hoje faz aniversário.
Aí vai um video da apresentação em 93. Com direito à camisa do Flamengo no final do show do Maracanã, tá?

sexta-feira, agosto 15, 2008

Um banquinho, um violão

Tá que eu gosto de bossa nova. No carro sempre tenho uns cdzinhos espertos praqueles momentos mais tranquilos, de volta pra casa, dirigindo na estrada, essas coisas.
Como todo mundo nesse país, também tentei comprar ingressos pro show de Roberto e Caetano, além de João Gilberto, é claro. Óbvio que não consegui, como todo mundo nesse país.

Daí em pergunto: o que acontece com as empresas de venda de ingressos online? Nunca vi nada tão ineficiente quanto isso. Pelo telefone, sequer uma gravação te atende: o número simplesmente dá ocupado. E o mesmo acontece até pra jogo de futebol!
Na boa, os ingressos de escola de samba do Rio, no sistema da Liesa, são muito mais organizados do que essas porcarias...

Os sites, por sua vez, só mostravam mensagens de serviço indisponível ou acessos esgotados. O pior foi que em muitos casos, muitos lugares apareciam disponíveis no mapa do Theatro Municipal, mas a compra não era finalizada.

Agora veja bem... querem trazer grandes concertos, incluindo o da tia, pro país. Imaginem a confusão! Voltaremos aos anos 90, com gente dormindo na fila em volta do Maracanã.

Fato que depender de qualquer serviço é sofrer com a incompetência das empresas.

quinta-feira, julho 24, 2008

Second Season

Todo mundo já deve ter visto os quatro pôsteres babadeiros da nova temporada de Gossip Girl, que estréia nos EUA no dia 1 de Setembro, né?

Seguinho a linha causante do anterior, dessa vez os anúncios vêm com frases negativas sobre a série, daquele jeito conservador e hipócrita americano, usadas como o grande trunfo da história: muita putaria inapropriada pras criancinhas, mas que não passa da pura realidade.

Claro que a Parents Television Council já chiou pela utilização de uma frase sua. E tá ocre pelo fato da série se orgulhar de ser safadinha.

Segue agora o video dos teasers, que já estão no ar há alguns dias.
Adorei o topless pro Mr. Chuck.



Vai ser bapho!

sexta-feira, julho 18, 2008

Live from Ipanema

Agora à tarde, enquanto eu trabalhava, uma pulguinha de férias me ligou pra contar que a Farme estava lotadíssima.
E que as paulistanas babadeiras já haviam chegado.

Finde que promete.

domingo, junho 22, 2008

Tudo Rosa

Eu não queria falar de SPFW até o final do evento, ignorando solenemente até mesmo o frisson causado por Gisele.
Mas não deu: quem viu o desfile da Rosa Chá que rolou ontem sabe do que eu tô falando.

Foi a primeira vez que a marca apresentou uma coleção masculina e o resultado foi bombástico, com direito a modelo tomando banho pelado num chuveirão estrategicamente colocado na boca de cena. Além disso, muitos tanquinhos e muito corpão. Depois do peitinho da Neon, era tudo o que faltava na passarela.

E como se não bastasse, as sungas vieram mi-nús-cu-las. Tipo aparecendo o cofrinho mesmo, e daí?

Teve editora de moda reclamando de tudo, desde o corpo bombado dos boys, passando pelo comprimento dos shortinhos e até da "falta de necessidade" do banho, enquanto outras viram até mesmo um quê de YSL e acharam "fundamental" o choque de adrenalina nesse dia, que até então tinha sido bem morno.

Só pra constar, eu achei incrível.
E fica a dica: pra quem estava com preguiça de malhar neste inverno, vale pensar na possibilidade de entrar numa das peças no próximo verão. Né?

Ah, o banho?! No Gema tem, claro.

Foto: Carlinhos Freire (40 Graus) - Erika Palomino

quinta-feira, maio 01, 2008

Boneca Starlet

E essa história do Ronaldo, né.
Parece que as minhas vizinhas andaram aprontando...

O mais divertidos são as manchetes dos jornais sensacionalistas e as fotos das bunitas querendo ser estrelas por um dia.
Mas como o povo (inclusive as travas) já falou muito sobre o assunto, fico com o primor de propraganda das lentes Varilux, veiculada no jornal de hoje:

Pra não levar André por Andréia, use Varilux.