AlokadaMarina
Eu nunca fui muito ciumento. Mas sei lá, de vez em quando a gente dá uns ataques insanos, né? Pelo menos eu, que sempre tentei ser equilibrado quando namorava, já fiz algumas vergonhas.
Há uns 3 anos, quando o namoro estava começando, rolava uns conflitos com relação aos ex-namorados do namorado. Tipo... eu nunca tive ciúme de amigo, família, estranhos na noite - até porque só de olhar eu já deixo bem claro qual é o meu território - e nêgo conhece bem o meu gênio.
Mas ex, gente, é uma praga. Eu tenho horror a ex, principalmente quando é daquele tipo que adora fazer a íntima - muitas vezes, só pra provocar - e já chega abraçando e cheirando o cangote. Vai cheirar o cu da sua mãe, desgraça, eu penso. Mas dou aquele sorriso lindo e finjo que tá tudo ótimo.
Tá, é mentira. Fecho a cara mesmo e chamo pra porrada. Aliás, isso quase aconteceu em uma X Demente. O ex todo sorridente e eu querendo socar a cara dele. Detalhe: a barbie tinha 3 vezes o meu tamanho...mas como dizem por aí: você pode até apanhar depois, mas ganha a briga quem foi lá e deu o primeiro tapa.
Oi? Barraqueiro sim, e daí?
Numa outra vez, quase armei outra confusão na Marina da Glória. E não faço idéia do motivo. Aliás, não me lembro do antes, só do momento. E o pior: todo mundo lembra, de tão bafônico que foi.
E não é que agora, depois do término do meu namoro, esse tal ex reapareceu? Por uma dessas coincidências do destino, fui parar na mesma rodinha de amigos dele e do atual namorado no meu recente retorno às pistas. Daí que um belo dia na TW, ele chamou um amigo - que por sua vez, estava presente naquele fatídico dia e lembrava da cena, claro -, contou toda a história e disse pra mim: "Lembra daquela situação toda e coisa e tal?".
Morri de vergonha, óbvio. O mais constrangedor é que tanto ele quanto o namorado são super educados e simpáticos...
Não é nada legal ser babaca assim - e ele tem todo o direito de me achar um escrotinho -, mas cheguei à conclusão que esse fatos fazem parte da vida.
Afinal, alokaciumenta da história sou eu!
E a gente só aprende sendo otário, não é mesmo?
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quarta-feira, dezembro 10, 2008
quinta-feira, março 06, 2008
Deu bapho
Sabem aquele post sobre o Quartinho Escuro?
Então... deu basfonds.
Hoje recebi uma ligação às nove da manhã dando detalhes sobre todo o movimento que anda rolando após o post. Todos querem saber quem são os envolvidos.
E esses, claro, estão tensos com a situação.
Prometo que da próxima, faço a maldita e digo o nome de todo mundo, tá?
Pior que Perez Hilton, babe.
Brincadeirinha...
Sabem aquele post sobre o Quartinho Escuro?
Então... deu basfonds.
Hoje recebi uma ligação às nove da manhã dando detalhes sobre todo o movimento que anda rolando após o post. Todos querem saber quem são os envolvidos.
E esses, claro, estão tensos com a situação.
Prometo que da próxima, faço a maldita e digo o nome de todo mundo, tá?
Pior que Perez Hilton, babe.
Brincadeirinha...
segunda-feira, março 03, 2008
Quartinho escuro
Domingo de sol, na praia, descubro que 4 amigos – 2 rachas, uma bee e um HT – se jogaram na 2A2, em Copa, depois da pizza.
Não sabe o que é?
Eu explico: é uma boate de swing.
Sim...eles não são adeptos, não são casais e nem coisa parecida. Mas todos nós ficamos curiosíssimos quando o papo sobre a infra-estrutura da casa veio à tona no jantar. E eles, safadinhos, foram conhecer o ambiente.
Diz que no térreo rola uma pistinha de dança normal que toca dance e hiphop, com barzinho e coisa e tal. Eu, ignorante no assunto, indaguei se o público era apresentável, se tinha muitos senhores de idade e se a cara que o povo fazia era de “vou te comer daqui a pouco”. A garantia é que a freqüência é normal como de qualquer boate.
Só que tem uma danada de uma escada. E lá em cima, disseram, o bicho pega. Além do dark room, tem cabine, lounge e otras cositas más pro povo mais animado trepar.
Olha que a minha amiga me contou que as mulheres passam esfregando nas pessoas e os homens de pau de fora.
Gente, eu não sou e nem nunca fui de dark room (sem pudores e absolutamente nada contra, só não é a minha). Mas acho que, pelo menos nesse caso, se eu visse a cena, iria rir. Juro. Porque imagina alguém de pau de fora correndo num corredor como se nada estivesse acontecendo.
Se ainda fosse pelado, vá lá, mas só com o pau pra fora? Eu ia mandar guardar o negócio, gente. Vai que acontece um acidente...
Tá que eu e outra amiga também ficamos intrigados. O namorado diz que a gente é tudo louco, claro.
E já que eu não curto a idéia, pelo menos eu quero rodar no pole dance pra ficar no lucro. Ou rolar de rir, o que acontecer primeiro.
Domingo de sol, na praia, descubro que 4 amigos – 2 rachas, uma bee e um HT – se jogaram na 2A2, em Copa, depois da pizza.
Não sabe o que é?
Eu explico: é uma boate de swing.
Sim...eles não são adeptos, não são casais e nem coisa parecida. Mas todos nós ficamos curiosíssimos quando o papo sobre a infra-estrutura da casa veio à tona no jantar. E eles, safadinhos, foram conhecer o ambiente.
Diz que no térreo rola uma pistinha de dança normal que toca dance e hiphop, com barzinho e coisa e tal. Eu, ignorante no assunto, indaguei se o público era apresentável, se tinha muitos senhores de idade e se a cara que o povo fazia era de “vou te comer daqui a pouco”. A garantia é que a freqüência é normal como de qualquer boate.
Só que tem uma danada de uma escada. E lá em cima, disseram, o bicho pega. Além do dark room, tem cabine, lounge e otras cositas más pro povo mais animado trepar.
Olha que a minha amiga me contou que as mulheres passam esfregando nas pessoas e os homens de pau de fora.
Gente, eu não sou e nem nunca fui de dark room (sem pudores e absolutamente nada contra, só não é a minha). Mas acho que, pelo menos nesse caso, se eu visse a cena, iria rir. Juro. Porque imagina alguém de pau de fora correndo num corredor como se nada estivesse acontecendo.
Se ainda fosse pelado, vá lá, mas só com o pau pra fora? Eu ia mandar guardar o negócio, gente. Vai que acontece um acidente...
Tá que eu e outra amiga também ficamos intrigados. O namorado diz que a gente é tudo louco, claro.
E já que eu não curto a idéia, pelo menos eu quero rodar no pole dance pra ficar no lucro. Ou rolar de rir, o que acontecer primeiro.
terça-feira, janeiro 15, 2008
Esquentando os tamborins
Tipo que todomundosabe que a The Week divulgou suas datas pro Carnaval, né? Tanto pro Rio quanto pra filial de Florianópolis, o negócio vai ser forte. Tem o bapho do Matinée Group, tem o canadense Stephan Grondin, o bonitinho mas ordinário do Brett Henrichsen... além do Offer, claro.
Mas também tem ele, Peter Rauhofer.
Eu sou suspeitíssimo pra falar do Peter, já que é meu DJ preferido, não importa se o povo gonga pela onda electro em que ele se meteu, se ele é carudo ou se o o cd novo é uma porcaria. Acho o tio do boné um dos melhores produtores da cena, com uma técnica incrível, sem contar todo o histórico que ele carrega, né?
Aquele tradicional bico na picape a gente diz que é "concentração" e nem tchuns.
Ainda mais porque ele já foi supersimpático comigo e as ameega na porta da Adidas da Oscar Freire na última Parada.
E como nervosismo anda intenso, vou dar o link do remix Reconstruction pra Don´t Stop the Music.
Dizem as bees no site do DJ que é verdadeiro, mas a gente só acredita veeeeeeen-doooo.
Vai treinando o rebolation porque esse é dos bons.
---
E a Shakira, Shakira, gente.
Já me matriculei na dança do ventre pra não fazer feio no show em abril. E na dança de tecidos, porque eu não sou obrigado.
----
Eu já logo quero uma camiseta da turnê brasileira da Matinée Group, tá?
---
Falando em camiseta, já faz três dias que eu vi, mas ainda tô bege com essa foto:
Tipo que todomundosabe que a The Week divulgou suas datas pro Carnaval, né? Tanto pro Rio quanto pra filial de Florianópolis, o negócio vai ser forte. Tem o bapho do Matinée Group, tem o canadense Stephan Grondin, o bonitinho mas ordinário do Brett Henrichsen... além do Offer, claro.
Mas também tem ele, Peter Rauhofer.
Eu sou suspeitíssimo pra falar do Peter, já que é meu DJ preferido, não importa se o povo gonga pela onda electro em que ele se meteu, se ele é carudo ou se o o cd novo é uma porcaria. Acho o tio do boné um dos melhores produtores da cena, com uma técnica incrível, sem contar todo o histórico que ele carrega, né?
Aquele tradicional bico na picape a gente diz que é "concentração" e nem tchuns.
Ainda mais porque ele já foi supersimpático comigo e as ameega na porta da Adidas da Oscar Freire na última Parada.
E como nervosismo anda intenso, vou dar o link do remix Reconstruction pra Don´t Stop the Music.
Dizem as bees no site do DJ que é verdadeiro, mas a gente só acredita veeeeeeen-doooo.
Vai treinando o rebolation porque esse é dos bons.
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E a Shakira, Shakira, gente.
Já me matriculei na dança do ventre pra não fazer feio no show em abril. E na dança de tecidos, porque eu não sou obrigado.
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Eu já logo quero uma camiseta da turnê brasileira da Matinée Group, tá?
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Falando em camiseta, já faz três dias que eu vi, mas ainda tô bege com essa foto:
Aloka!
sábado, janeiro 12, 2008
Ódio mortal
Tenho falado pouco de mim nesse blog, né?
Mas já que eu tô num momento irritação descontrol e a declaração de ódio ao aniversário causou nos comentários do post anterior (o Tootsie, aliás, foi o único que entendeu exatamente o que eu sinto), vamos à segunda parte da lista de ódios: surpresas.
Gente, eu odeio que façam surpresa pra mim. Presente surpresa, então, eu surto.
Sou um tanto quanto controlador e mimado. Assim, as coisas têm que sair do jeito planejado, claro, e não através de uma "surpresa".
Custa me perguntar, por exemplo, o que eu quero de presente?
E também não tenho o menor tato pra fazer surpresa pra outra pessoa - namorado que o diga.
Até pra sair pra jantar eu pergunto "naquele italiano ou no japonês?".
Sem dúvida, é o lado mais latente da minha personalidade indecisa.
(Super papo psicanalista, eu digo...)
Isso é pra dizer que esses meus maiores maiores ódios - aniversário e surpresa - tiveram seu auge nos meus 15 anos.
Evidentemente que passei o mês de janeiro com o mau humor gritando e, às vésperas do aniversário, dei um piti que não queria nada, nem festa, nem jantar, nem porra nenhuma. Detalhe que já estava tudo preparado, da decoração ao bufê.
Como aquilo não poderia ficar assim, a minha mãe - de onde eu provavelmente puxei minha teimosia - ligou para os meus amiguinhos (alô, 15 anos, né?) e combinou com todos uma festa supresa no play do meu prédio.
E tá que depois que aTPM irritação diminuiu, resolvi que iria fazer a tal festa e comecei a ligar pros convidados....
Maaaaas, além da festa-surpresa, o combinado era que todo mundo diria que naquele momento já era tarde e não poderiam ir na minha casa, dando uma desculpa qualquer.
Claro que eu dei um novo piti - três vezes maior do que o primeiro, fato -, tirei a cueca pela cabeça, dei cambalhota, chorei e coisa e tal porque meus amiguinhos não iriam na minha festa, ninguém gostava de mim e eu iria me matar (essa última é mentira, nunca fui maluca).
DRAMA.
Tá que na hora marcada, eu estava deitado no sofá da sala, com roupa de dormir e vendo TV, enquanto meus pais diziam "filhoooo...vamos descer que os convidados já estão chegando".
Eis que minha mãe desceu e trouxe TODOS os meus amiguinhos até a porta do meu apartamento!
E eu lá deitado, fazendo a descontrolada!
Vergonha total.
Tive que levantar , tomar banho e me arrumar, sendo extremamente zoado por todos.
E confesso que foi bem divertido.
---
Anos depois, amigos e namorado já fizeram outra festa surpresa pra mim e foi tudo ok.
Mas eu ainda fico bicudo quando me pegam desprevenido, pelo menos nos primeiros 5 minutos.
Desencanei. Mas também nem tanto, né?
Tenho falado pouco de mim nesse blog, né?
Mas já que eu tô num momento irritação descontrol e a declaração de ódio ao aniversário causou nos comentários do post anterior (o Tootsie, aliás, foi o único que entendeu exatamente o que eu sinto), vamos à segunda parte da lista de ódios: surpresas.
Gente, eu odeio que façam surpresa pra mim. Presente surpresa, então, eu surto.
Sou um tanto quanto controlador e mimado. Assim, as coisas têm que sair do jeito planejado, claro, e não através de uma "surpresa".
Custa me perguntar, por exemplo, o que eu quero de presente?
E também não tenho o menor tato pra fazer surpresa pra outra pessoa - namorado que o diga.
Até pra sair pra jantar eu pergunto "naquele italiano ou no japonês?".
Sem dúvida, é o lado mais latente da minha personalidade indecisa.
(Super papo psicanalista, eu digo...)
Isso é pra dizer que esses meus maiores maiores ódios - aniversário e surpresa - tiveram seu auge nos meus 15 anos.
Evidentemente que passei o mês de janeiro com o mau humor gritando e, às vésperas do aniversário, dei um piti que não queria nada, nem festa, nem jantar, nem porra nenhuma. Detalhe que já estava tudo preparado, da decoração ao bufê.
Como aquilo não poderia ficar assim, a minha mãe - de onde eu provavelmente puxei minha teimosia - ligou para os meus amiguinhos (alô, 15 anos, né?) e combinou com todos uma festa supresa no play do meu prédio.
E tá que depois que a
Maaaaas, além da festa-surpresa, o combinado era que todo mundo diria que naquele momento já era tarde e não poderiam ir na minha casa, dando uma desculpa qualquer.
Claro que eu dei um novo piti - três vezes maior do que o primeiro, fato -, tirei a cueca pela cabeça, dei cambalhota, chorei e coisa e tal porque meus amiguinhos não iriam na minha festa, ninguém gostava de mim e eu iria me matar (essa última é mentira, nunca fui maluca).
DRAMA.
Tá que na hora marcada, eu estava deitado no sofá da sala, com roupa de dormir e vendo TV, enquanto meus pais diziam "filhoooo...vamos descer que os convidados já estão chegando".
Eis que minha mãe desceu e trouxe TODOS os meus amiguinhos até a porta do meu apartamento!
E eu lá deitado, fazendo a descontrolada!
Vergonha total.
Tive que levantar , tomar banho e me arrumar, sendo extremamente zoado por todos.
E confesso que foi bem divertido.
---
Anos depois, amigos e namorado já fizeram outra festa surpresa pra mim e foi tudo ok.
Mas eu ainda fico bicudo quando me pegam desprevenido, pelo menos nos primeiros 5 minutos.
Desencanei. Mas também nem tanto, né?
sábado, outubro 20, 2007
The Bubble
Essa história de jogar corante vermelho nas águas da Fontana di Trevi me fez pensar em como as pessoas podem ser loucas. E, na boa, chega a ser até engraçado ser tão caricato.
Não contem pra ninguém, mas minha prima e o namorado têm um plano de jogar sabão em pó no chafariz de um dos shoppings mais conhecidos do Rio.
Os dois, juntos com os amigos, já montaram um esquema de vigiar as câmeras e a ronda da segurança. E olha que nem são ativistas de nada, o motivo é o simples prazer de ver a praça de alimentação virar uma grande pista de sabão.
Até onde eu sei o plano estava suspenso, mas vai que eles se empolgam com essa história em Roma...
Essa história de jogar corante vermelho nas águas da Fontana di Trevi me fez pensar em como as pessoas podem ser loucas. E, na boa, chega a ser até engraçado ser tão caricato.
Não contem pra ninguém, mas minha prima e o namorado têm um plano de jogar sabão em pó no chafariz de um dos shoppings mais conhecidos do Rio.
Os dois, juntos com os amigos, já montaram um esquema de vigiar as câmeras e a ronda da segurança. E olha que nem são ativistas de nada, o motivo é o simples prazer de ver a praça de alimentação virar uma grande pista de sabão.
Até onde eu sei o plano estava suspenso, mas vai que eles se empolgam com essa história em Roma...
terça-feira, outubro 09, 2007
No ritmo
Sabe aquela famosa cena de In & Out (por aqui, na pavorosa tradução Será que ele é?) que o personagem de Kevin Kline tenta se controlar quando ouve uma música autenticamente bicha (me lembrem qual é, pois minha memória anda péssima), mas começa batendo o pezinho e balançando a mãozinha no ritmo até que de repente tá loka do edí pela casa inteira?!
Então...ontem me peguei jogando o cabelón enquanto fazia uma planilha no Excel.
Meu iPod funciona mais ou menos assim.
Sabe aquela famosa cena de In & Out (por aqui, na pavorosa tradução Será que ele é?) que o personagem de Kevin Kline tenta se controlar quando ouve uma música autenticamente bicha (me lembrem qual é, pois minha memória anda péssima), mas começa batendo o pezinho e balançando a mãozinha no ritmo até que de repente tá loka do edí pela casa inteira?!
Então...ontem me peguei jogando o cabelón enquanto fazia uma planilha no Excel.
Meu iPod funciona mais ou menos assim.
quarta-feira, setembro 05, 2007
Você sabe que ainda está com sono quando...
... lê a notícia "Quem matou Taís? Nem mulher do diretor sabe", faz cara de comoassim?, mas logo pensa no Edgard Moura Brasil.
Diretor, bee, não escritor!
... lê a notícia "Quem matou Taís? Nem mulher do diretor sabe", faz cara de comoassim?, mas logo pensa no Edgard Moura Brasil.
Diretor, bee, não escritor!
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