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segunda-feira, junho 22, 2009

Tô de Bode, Porra < /Heleninha>

Pois é. Tirando a festinha junina, esse fim de semana foi de puro bode. Sábado, já saí de casa cansado, sem vontade de ferver. Foi entrar na The Week Rio e ter só um pedido em mente a noite inteira: "alguém traz uma máquina do tempo e me faz voltar uma semana atrás?". As pessoas, a música, os amigos. Nada dava liga e acabei partindo cedo pra casa, de onde eu nem deveria ter saído.

Sim, estou chato. Deve ser a síndrome de não querer voltar à realidade, quase um Peter Pan. Mas como disse um amigo "não esquece que aquilo tudo são só alguns dias no ano...". Eu sei, mas tem algo de muito estranho quando o sentimento de todo mundo é praticamente unânime.

Pelo menos o 00 de domingo salvou com muito papo e meninos e meninas bonitos. E risadas, porque só assim a gente cura a cabeça inchada.

segunda-feira, maio 25, 2009

Micarerave

Lá fomos nós sábado pro Chemical Music Festival, a rave que é chamada de maior festival de música eletrônica do Rio. Confesso que eu já estava de bode antes mesmo de começar: já sabia que iria encontrar muitas botas brancas e toda aquela função pouco interessante.

Não deu outra: confusão pra pegar o convite vip na entrada, filas enormes nos caixas, falta de água e cerveja nos bares, banheiros super distantes. Nem a área vip salvou: a confusão era igualmente grande e a única diferença eram dois lounges, um koni e um mini 00. Destaque apenas para os telões usados nas cabines dos DJs e na decoração da tenda MySpace.

A tenda house foi o ponto de encontro, mas o povo não se jogou tanto quanto estamos acostumados. O som também não ajudou: salvo raros momentos como a vibe do Ask2Quit, da Ana Paula e do André Garça, que encerrou com um excelente remix de Billie Jean, nada foi surpreendente. Aliás, como previ aqui, Booka Shade foi decepção do início ao fim. E vale dizer que fiquei num belo bode com aquele batuque interminável da Patricia Tribal. A idéia é boa, mas cansa: 5 minutos parecem meia-hora. (Na minha humilde opinião, aquela inserção deve ser usada como um show rápido e não um set inteiro). Com o sol das 9 a pino, a tenda parecia uma festa no clube: amigos reunidos papeando, sentados na grama, tomando um bronze...só faltou um churrasquinho.

No fim, mais uma vez, o que mais me incomoda é o tipo de público presente nessas "raves" cariocas. Lembro com saudade da Bunker Rave ou do Skol Beats, onde a maioria ia celebrar a música eletrônica, conviver em total harmonia e colocar em prática o respeito que esse estilo de vida sugere, sejam com os manos do d'n'b, as bichas da house, os modernos do techno, os flúors do trance ou as pattys da vip. Hoje, o mainstream transformou esses eventos em uma micareta disfarçada, onde só falta o abadá. Por falar nisso, não era raro ver piriguetes de blusa de paetê ou sobretudo de onça. Sim, sobretudo na rave: oi? E também não raro era ouvir "aqui é tenda de viado", "nossa, tem muito homem beijando homem" ou coisas do tipo...

Acho que tô ficando velho. Ou exigente. Ou ranzinza. Ou impaciente. Chame do que quiser, a verdade é que eu gosto de conforto, banheiro limpo, pufe pra curtir um papo com os amigos, bebida gelada, ar-condicionado. É bom variar? Sim, claro, mas me faltou disposição pra abrir mão dessas e outras coisas. Talvez seja a ansiedade por SP, talvez tenha sido apenas a falta de vontade, mas o certo é que sem um motivo maior - cadê Steve Angello, meu Deus? - eu não devo pisar em um festival desses tão cedo. Nem de graça.

segunda-feira, abril 27, 2009

Não contavam com minha astúcia

Por essa nem Chapolim Colorado esperava.
De uma hora pra outra, assim, pá, o México entrou em colapso com a tal gripe suína. O número de doentes ninguém sabe ao certo - não se deve confiar em país de terceiro mundo, né? - mas o pior é o desespero de não saber onde isso vai parar.

Apesar das teorias e explicações dos cientistas e médicos, o mais estranho é tentar entender como algo não existe em um dia mas no outro contamina centenas de pessoas, a ponto de se espalhar por dezenas de países. Ouvi alguém dizer que "sem dúvida, é arma biológica sendo testada".

Diante desse mundo louco e da cabeça do homem, não está muito longe de ser verdade... E vamos combinar que se surtado eu fosse, um país de terceiro mundo e uma cidade mega populosa seriam ideiais, não? Ainda bem que esqueceram da gente.

Pelo menos, depois que esse bafo todo passar, teremos novas aventuras para Maria do Bairro, Maria Mercedes e Marimar.

sexta-feira, março 20, 2009

Eu já fiz muito o que você ainda vai fazer

Para pavor dos meus queridos comentaristas (amo vocês!), serei obrigado a contar que fui pra mais uma Noite Preta na The Week. Digna e frenética como sempre, com vários bafos, momentos divertidos e pegações soltas (só não esperem nome, sobrenome ou detalhes sobre quem peguei. Infelizmente, devo ter algum trauma com aquelas antigas sessões de "contos eróticos" que me impede de fazer tais comentários...)

Bom, o post é só pra dizer que além da tradicional ressaca, algo diferente acontece nesta sexta-feira. Não sei porquê (tá, eu sei, mas não vem ao caso), dormi com minhas lentes de contato. E como vocês sabem, tenho um bloqueio com modernidades e afins: elas não são descartáveis ou coisa parecida. Resultado: acordei com os olhos absolutamente irritados.

A solução foi vir de óculos pro trabalho.
Então, aproveitem: oportunidade única de esbarrar comigo pelo Centro em formato quatro-olhos.

O foda é usar os óculos escuros, que não têm grau. Quando olho pro letreiro do elevador e não enxergo qualquer número, percebo que realmente sou cego.

quarta-feira, março 11, 2009

Boicotando

Seguindo o rastro dos amigos blogueiros - e já que o assunto não poderia ser outro -, também me senti ofendido e indignado diante do belo exemplo de mau gosto da nova propaganda do Doritos.

Sim, é homofobia. E sim, não tem o menor sentido mostrar que no mundo em que vivemos você não pode ser do jeito que você é e muito menos deve "dividir com os amigos" o seu jeito de ser. Ser pintosa perto dos amigos HTs não vale, melhor dividir um Doritos, não é?

Anuncio, portanto, meu boicote aos produtos Pepsico Co., que englobam a Elmo Chips, o Gatorade e o Lipton (o único que irá me fazer sofrer de verdade com a ausência do Ice Tea).

Melhor assim: o mundo precisa ser um pouco mais revoltado.

quinta-feira, fevereiro 19, 2009

Partido Verde

A capa da Época dessa semana trouxe a folhinha da erva mais consumida nesse mundo-de-meu-Deus. Motivada pelas recentes declarações de ex-presidentes (um deles o nosso queridinho FHC), traz à tona a necessidade de discutirmos novas políticas de drogas no país.

A reportagem fala o que todo mundo está cansado de saber, mas que a sociedade brasileira finge não enxergar: os prós e contras da legalização, a postura de outros países e o poder destrutivo de drogas legalizadas como o cigarro e a bebida, além de apresentar um quadro resumido dos conceitos e efeitos de alguns tipos de substâncias.

No Brasil, há algum tempo a política contra o usuário é de alguma tolerância, caso seja constatado o tal “para consumo próprio”. Mas, por não ser claro, tal posicionamento dá margem a diversas interpretações. E dentre todas elas, o achaque passa a ser a postura mais praticada pela polícia (você prefere perder vintinho do café ou dar um pulinho na delegacia?). Aqui no Rio, algumas Secretarias de Segurança de governos anteriores, como no caso da Benedita, deram até mesmo ordem expressa de nunca prender usuários de drogas “leves”.

O governo atual parece ter adotado um pensamento contrário a essa tendência. Por muitos e muitos anos as praias da cidade foram áreas notoriamente livres para o consumo de maconha, com raras exceções – o verão do apito, objeto usado pra avisar da presença da PM, fez história. Nesse verão, os casos de policiais na areia à procura de usuários tem sido constante. Desde pouco antes do Reveillon que eu tenho visto, em todos os fins de semana, revistas e detenções. E não só da forma tradicional: presenciei até mesmo policiais à paisana, além de ter ouvido histórias de que policias mulheres estariam misturadas no meio da galera.

Não cabe nem discutir aqui o absurdo que isso se tornou. Sem esse papo de que “o usuário financia o tráfico”, uma vez que subir morro e prender chefão ninguém quer, é melhor “mostrar serviço” justamente no lado mais fraco... E cabe a observação: em todas as vezes, os moleques maconheiros estavam de volta à areia em pouco menos de meia hora...

Então, fica a dica pra quem é adepto ao cigarrinho-do-capeta em locais públicos: se possível, não fazer e se fizer, muito cuidado. Rodar por coisa tão boba pode acabar com o seu Carnaval. Ou com o dinheiro do seu bolso.

quinta-feira, fevereiro 12, 2009

Pra todas as outras existe o Mastercard

Quando estava em Buzios, algo estranho aconteceu: ao entrar ou sair do carro em algum lugar da cidade (não lembro bem o momento, so lembro do fato), minha carteira caiu no chão e o que estava dentro voou longe. Claro que abaixei e catei tudo – ou quase. Fato que como não sou a pessoa mais organizada desse mundo, não conferi absolutamente nada... e aí começou o meu pequeno problema.

No dia seguinte, ao pagar a tradicional conta de domingo no 00, dei falta do meu cartão Credicard Mastercard. Pensei que pudesse ter deixado em casa ou algo parecido. Procurei, procurei e nada. Liguei pra central de atendimento ao cliente e tomei um belo susto: tinham usado o cartão durante o fim de semana em compras no valor total de 500 reais.

Aí vc me diz...com quinhentinhos dá pra pagar, sei lá, um jantar num belo restaurante ou uma calça jeans na liquidação da Diesel. Mas não. Além de duas compras em uma loja de pneus, o cartão foi usado no...Mc Donald’s. Sim, 90 reais no M-c-D-o-n-a-l-d’-s.

Posso apostar que esse filho da puta levou as criança toda pra ganhar a porra do brinquedinho do Mc Lanche Feliz.

Pra completar, me vem a Mastercard dizer que eu vou ter que arcar com o prejuízo porque não contratei o tal do seguro opcional contra perda e roubo. Oi? Alguém avisa que se ela me obriga a contratar algo pra ter direito a alguma coisa, deixa de ser opcional? E alguém avisa que é entendimento pacífico de todos os tribunais deste país que, independente do seguro, a responsabilidade é deles? Que inventem senha, confiram a assinatura ou chamem o Papa pra autorizar a compra, mas isso se chama risco do negócio. Não é difícil entender, né?

Bom, eles vão me fazer perder meu preciso tempo por causa de 500 reais que poderiam ser cancelados de uma vez, como aconteceu quando clonaram meu Amex (detalhe: os valores foram muito mais altos e o cartão nem limite tinha). Só deixo bem claro que eles acabaram de perder pra-sem-pre uma família inteira que é cliente Mastercard há muitos anos.

Agora vejam só o abuso: querer que eu pague a torta de banana dos outros... Tá de sacanagem.

quinta-feira, janeiro 22, 2009

Faz um vinte e um

Bom, parece que o mundo tecnológico se revoltou contra mim.
Depois da pane do meu desktop, foi a vez do meu celular me gongar de uma hora pra outra.

Tá, mentira. Não foi de uma hora pra outra. Eu simplesmente deixei o bichinho cair violentamente no chão, o que ocasionou um grande buraco na altura do flip. Daí as duas partes do telefone quase se soltaram, mas eu continuei com ele desse jeito por alguns dias. Eis que de repente (ok, acho que todo mundo sabia que isso iria acontecer mais cedo ou mais tarde) a tela apagou.

A boa notícia é que eu salvava todos os números no chip e não só na memória do telefone. Só que eu não contava com um importante detalhe: o chip tem limite... e estava lotado. Assim, os últimos números (e consequentemente mais ativos, if you know what I mean) não foram transferidos pro celular da minha mãe, que peguei emprestado.

Pra completar, não bastaria ser apenas rosa. Minha mãe, muito pintosa que é, tem um celular roxo. E lá fui eu andar com ele por dois dias. Sucesso de crítica e de público nas pistas cariocas.

Mas é claro que além de não saber quem estava me ligando daqueles números estranhos - o que me gera uma aflição descontrolada sempre que acontece -, eu ainda recebi uma mensagem "Coé, entra no MSN agora" que eu não faço idéia de quem tenha enviado. A sorte é que a resposta foi "Não estou em casa...". (A propósito, se for alguém que lê o blog, favor se identificar!)

Diante de tal situação, pergunto: quem diabos inventa um chip com limite de memória tão baixa? Não tem família, amigos e muito menos é solteiro-no-Rio-de-Janeiro, né?

Bom, agora eu já estou com um LG pretinho e bem vagabundo, resgatado na Claro no momento de desespero. Esse, aliás, ainda nem foi batizado. Consertar o outro aparelho, o Fergie, não estava nos meus planos mas segundo a assistência técnica, só assim eu conseguirei recuperar a agenda completa. Claro que pra isso vou ter que morrer em uma graninha...

E obviamente que diante da minha já famosa preguiça tecnológica, não aprendi sequer a modificar o toque e muito menos tentei descobrir por que alguns contatos vieram com estranhos numerais ao lado do nome.

Na boa? Saudade da época que a gente comprava ficha pra ligar do orelhão...

terça-feira, janeiro 06, 2009

Nascido em 4 de Julho

Todo ano é a mesma coisa: todo mundo já sabe que eu odeio fazer aniversário. Sei lá o motivo, mas essa história daquele ser o seu dia não me deixa muito confortável. Talvez porque eu não tenha uma personalidade que goste de ser o centro das atenções, apesar de adorar ser bajulado. Enfim, não sei explicar, mas a única coisa que eu gostaria é que o dia do meu aniversário passasse rápido ou que ninguém pudesse me achar...

E o pior: faltando menos de 10 dias, meu inferno astral bomba. De verdade. Fico carente, sensível, irritado, ansioso, impaciente. Não que eu não seja assim normalmente, mas parece que o mundo vai desabar a qualquer momento. Pra completar, ainda surgem conflitos pessoais, consciência pesada, olhos cheios d´água, pessoas que me contam que voltaram com o ex, fatura de cartão bombando, pai perturbando o meu juizo, além de toda aquela ressaca física e moral de uma semana inteira de jogações intensas.

E olha que nem sou ligado em astrologia, mas quando vejo a imensa lista de próximos aniversariantes no meu orkut, fico preocupado. O mundo nunca vai ser bom com tanto capricorniano perdido por aí, né?

Vou ali meditar e já volto.

sexta-feira, dezembro 05, 2008

Fazer a Ninja

Aqui no Rio, quando você escapa de uma roubada ou dá um sumiço daqueles, o povo diz que você deu um ninja. Pois bem, chegou a minha vez.

Na empresa é bem comum viajarmos pra atender o cliente (ui!) em vários lugares do país. São Paulo, Curitiba, Vitória, Floripa e Salvador até fazem parte da rota, mas são raridades, uma vez que as capitais maiores – e melhores, diga-se – possuem filiais que acabam resolvendo os problemas.
Mas como a referência de boa parte do país, principalmente do Norte, ainda é o Rio, muitas viagens acabam sobrando mais pra cá do que pra Sampa, apesar da capital paulistana ter um escritório bem maior.

Como passei um tempo enorme num cliente aqui na cidade, não sofri muito e acabei visitando apenas Goiânia e BH. E não posso reclamar diante dos lugares especiais que sempre surgem: Macapá, Cuiabá, Mossoró, Rio Branco... Dessa vez eu escapei elegantemente de uma pedreira: Manaus. Usei minhas provas do curso como desculpa – todas com datas flexíveis, mas isso ninguém precisa saber, né? – e mandei o trainee no meu lugar.

Não que eu ache que a cidade seja ruim, muito pelo contrário. Morro de curiosidade pra conhecer. Tirando o trânsito, que dizem ser um dos piores do país, já ouvi muitos elogios... Mas vamos combinar: dezembro, calor, véspera de Natal, muito trabalho...não dá! E o pior: tradicionalmente, rola ficar no Tropical e curtir o mini zoológico. Dessa vez, o destino era um Comfort no Distrito Industrial. Ou seja: o horror!

Quem sabe qualquer dia eu não faço um Cruzeiro pelo Rio Amazonas?

sexta-feira, outubro 24, 2008

E viva a T4F!

E a notícia máxima da semana foi a entrega de TODOS os meus ingressos da Madonnaaa!!!

Ok...Não pensem que foi assim tão fácil quanto parece. O cara não chegou aqui e pá, toma. Aliás, nada é fácil com a T4F, muito menos os meus ingressos, né?

A saga começou na semana passada.
Quinta-feira veio o entregador no meu prédio, tocou o interfone, perguntou se eu estava. Lógico que eu não estava. Trabalho no horário comercial, né?
A minha pobre mãe tentou argumentar que poderia receber, mas ele virou as costas e foi embora. O porteiro, coitado, fez a loka do edí e correu atrás do cara pra anotar o nome e o telefone, enquanto a minha mãe berrava no interfone.

Mamãe ligou pra empresa de entregas, mas a atendente disse que não poderia fazer nada e que teríamos que entrar em contato com a Ticketmaster.

Bom, na segunda-feira a empresa fez a gentileza de me ligar e agendar um dia, além de habilitar a minha mãe pra receber os ingressos. Na terça, pra minha surpresa, ligou novamente, marcando um novo dia pra receber os demais ingressos.
Fiquei intrigado e só aí descobri que a Ticketmaster faria uma entrega pra cada compra que eu efetuei. Ou seja, eu tinha feito 4 compras (7 ingressos) mas o sistema deles é incapaz de cruzar as informações de que uma mesma pessoa efetuou um número X de compras referentes a um número Y de ingressos e todos para entrega no mesmo endereço.

Até tentei argumentar, mas a fofa da atendente disse um "vai estar sendo analisado" e garantiu que eu teria que receber um por um. Enfim, eu só queria os meus ingressos, foda-se quantas vezes o entregador apareceria na minha casa.

E eis que ontem pela amanhã, ele aparece. Dizendo, primeiro, que a minha mãe NÃO estava autorizada. Oi? Claro que minha super mãe tomou o envelope da mão dele - que dessa vez veio até a porta do meu apartamento. À tarde, sabe-se lá o motivo, outro entregador apareceu com os demais envelopes.

E assim teremos uma pausa nesta saga, a ser finalizada nos dias 14 e 20 de dezembro.

quarta-feira, outubro 01, 2008

El Niño

Até ontem estava tudo calmo e tranqüilo por aqui. Me avisaram que eu iria viajar somente na segunda-feira, o que daria tempo de eu fechar toda a minha semana calmamente - e ainda antecipar o que tinha sido previsto pra próxima.

Mas eis que de repente surgiu um "imprevisto" e queriam que eu fosse ontem às 7 da noite. Tá loka né, meu bem? Eu tenho filhos pra criar, não pode ser assim. Passaram pra hoje: lá vou eu, às 7 da noite, pra Belo Horizonte.

Foi um griteiro só: marcar salão, depilação, unha, maquiagem. Tudo o que eu tinha pra fazer em duas semanas foi sugado pra menos de duas horas, com direito a uma reunião de final do dia pra atrapalhar. Até que saiu direito, na medida do possível.

Tá certo que nenhum lugar a trabalho é legal (até que BH é um ótima cidade, mas bem que poderia ser Sampa pra minimizar o estrago...) mas eu não estava com a mínima vontade de viajar agora. Ainda mais tão de repente, ainda mais cheio de planos pros próximos dias, ainda mais com uma equipe de trabalho grande, o que é certeza de estresse.

Daí é nessas horas que eu percebo o quanto sou ansioso, metódico e planejador: tudo tem que ser daquele meu jeito. Fico bufando quando algo sai do controle. Porra, não dá pra perceber que eu tenho a minha agenda dos próximos 15 dias completa?

Mas vamos lá, quem tá na chuva é pra se molhar.
E aos leitores e blogueiros mineirinhos, tamo aí na Savassi. Dêem um alô se esbarrarem com um carioca irritado...

Muito pão de queijo nessas horas.

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Não sei quando volto, provavelmente no finde. E provavelmente semana que vem estarei lá de novo, matando o restante dos meus planos.

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Pelo menos a A!BibaTech agora tem convênio com a Formula.
Em BH fica atras do hotel. Em SP, no Eldorado e no Market Place (se rolar um tempinho livre, quem sabe não apareço).
Adoro.

quinta-feira, julho 10, 2008

Ovelha Dolly

Contei que meu cartão de crédito foi clonado?
Então... semana passada, cheguei em casa e tinha um telegrama pra mim. Achei estranho porque oi? quem ainda manda telegrama nos dias de hoje? Tivessem deixado um comentário aqui ou uma mensagem no twitter teria sido mais fácil...

Enfim... era o setor de fraude do Amex pedindo pra que eu entrasse em contato urgente.

Naquele mesmo dia, às 10 da manhã, tentaram comprar virtualmente um computador de mil e poucos dólares. O telegrama era de 11:20 da manhã. Eficiente, não?

Tipoassim. Só estranhei o valor. Mil e poucos dólares? Considerando que o cartão não tem limite - sai, tentação! -, eu teria tentado comprar um Jaguar XL.
Ou pelo menos um MacBook Air, né?

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E eu pedi outro cartão. Só que a porra do Correio está em greve e nada chega na minha casa. Só nessas horas a gente vê o quanto é dependente desses serviços E do cartão de crédito.

Ou seja, tô na merda.

quinta-feira, julho 03, 2008

Noite de Gala

Fico bege com o nivel de nossas celebridades.

Cara, nego vai pra entrega de prêmio como se estivesse indo pra aula de ginástica. Não dá....
A mulherada com uns vestidinhos que vou te contar, viu. Nem cabelo, maquiagem e sapatos elas acertam! Os homens, então, todos errados. Aff.
Tá certo que a maioria das premiações é bem low profile, mas isso não significa ser cafona ou andar mal vestido. Ainda mais quando se trata de lugares de gala, como o Theatro Municipal do Rio, onde acontecem 90% dessas festas.

Aliás, dá pra alguem mandar construir um tapete vermelho de verdade, com lugar pra posar pras fotos? Tirar foto de celebridade sentada é o fim.

quarta-feira, julho 02, 2008

Zhana Fontana

E a Isabeli, hein, gente?
Uma mulher jovem, viajada, famosa, com tantos casamentos no curriculo, supostamente bem-resolvida e que vive num mundo essencialmente gay... sei não, mas é aquela velha máxima: você tira a pessoa da roça, mas a roça não sai da pessoa.

Que ela não queira ter filho gay, ok. Talvez não queira realmente ver o filho sofrer - como se ser gay fosse algum sofrimento ou como se ser HT fosse condição determinante pra que alguém seja feliz - ou que simplesmente seja homofóbica. Mas pela posição que assume de "celebridade", deveria ter um pouquinho mais de atenção com o que diz por aí.

E para os que alegam que ela teria o direito de dizer o que acha, eu respondo que isso só acontece porque a nossa sociedade tolera a homofobia. Queria muito ver essa mocinha dizer que não quer que os filhos casem com negras. Ou que se convertam a religião judaica ou muçulmana. Ué, pela "lógica", não deixam de ser opiniões. Racistas e preconceituosas, sim, mas opiniões.

A verdade é que deve haver algum trauma.
Talvez um ex-marido, né?
E ela que abra o olho. Porque eu não conheço nenhum bofão másculo que se chame Zion. Aliás, pra virar Zhana é um pulo.
Papo Reto

Não, eu não abandonei o blog.
E nem fui pra Berlim curtir o St Christopher Street Day. Infelizmente.
Os ventos que vêm de lá contam que foi muuuuito babado. Afinal, a noite da cidade continua daquele jeito e Schönenberg é de fato um dos lugares mais modernos do mun-do. (E ainda tem trema no O. Adoro).

Por aqui, eu continuo trabalhando horrores e sem acesso a blogs e GMail. Até o Ego bloquearam e nem a bunda da Melancia eu posso ver, acredita? Minha vida virtual está quase no fim.
Pelo menos rolou um happy hourzinho com 3 top blogueiros queridos (Estefanio, Gui Sillva e Clebs) pra colocar o papo em dia.

Aliás, tá mais fácil eu encontrar esse pessoal ao vivo do que deixar comentário...

terça-feira, junho 24, 2008

Meditando

Essa é a época mais chata da empresa.
Milhões de pessoas cobrando registros de desempenho, formulários, planos de carreira. Quinhentos emails sobre a nova campanha da empresa. Reuniões chatas e desnecessárias pra "apresentar resultados e traçar metas", além dos esporrinhos básicos e das regras sem fundamento que surgem do dia pra noite.

E ainda tem aquela gente que fica nervosa com o período de promoções e com o que vem por aí.
Tô passando a achar graça dessas coisas. Mas a paciência continua indo pro saco.

É só pra justificar a falta de tempo e a correria da semana.
Vai passar, prometo.

quinta-feira, junho 12, 2008

Alô, Comlurb

Por falar em Melancia, no último fim de semana, andando à noite por Copa, me deparei com um amontoado de lixo. Não que isso seja raro na cidade, mas era o lixo de uma banca de jornal.

E lá estavam vários pôsteres de papelão da Playboy. Sim, aqueles com o formato das mulheres que estampam as capas da revista.

Gente, juro que me deu vontade de catar a Jaqueline Khoury, a Flavia Alessandra, a Cibele Dorsa e levar tudo pra casa. Não, nada de fantasia sexual (deeeus que me livre!), mas achei aquilo tão kitsch, tão kombi de lotada, tão Carnaval em São Pedro D´Aldeia...

Mas logo me recompus, segurei a onda e segui meu caminho antes que os porteiros do prédio em frente me dessem coió... né?

quarta-feira, junho 11, 2008

Fruta

Tô com uma dúvida que anda tirando meu sono:

Em que momento e por qual razão a Mulher virou Garota Melancia?!

terça-feira, junho 03, 2008

Ah, a modernidade...

Como eu já disse aqui, tenho uma certa incompatibilidade com aparelhos eletrônicos.
Tá que eu ganhei um celular novo (e lindo!) do papi. E daí que eu nem conseguia atender as ligações. E o pior: a bateria acabou, eu estava com o carregador na mochila mas não consegui fazer o bichinho voltar à vida.

Só agora à noite descobri que vem um adaptador pra USB. Só não entendi o porquê de existir um Adaptador, não poderiam ter feito tudo com a mesma entrada? Só complicam a minha vida...
Afinal, é um pouco demais ter que ler o manual de instruções pra aprender a carregar o celular, concordam?

Agora preciso batizá-lo. Aceito sugestões.