Última Parada: São Paulo
Antes do Reveillon babadeiro que está por vir, o último finde do ano foi dedicado à capital paulistana. Como sempre, muita função, jogação e momentos incríveis que só São Paulo pode oferecer. Nunca tinha ido pra lá nessa época e agora posso dizer: além de lotada, a cidade fica linda com tantas luzes de Natal.
Pra começar, encontrar os amigos nessa época é sempre bom, principalmente os que moram longe (no sentido real da expressão, ok?) e não vemos sempre, mas que sentimos como se estivessem logo ali.
Depois, jogação é sempre bom, né? E por lá a gente tem que estar animado além do normal, já que a jornada é difícil: Bubu na sexta - a bagaceira mais divertida de todas -, Madonna no Morumbi sábado em mais uma noite inesquecível, pós-show na The Week com casa lotada e Pool Party com Rebeka Brown no domingo. Rebeka, aliás, foi simplesmente incrível. Uma presença de palco absurda e um vozeirão fantástico, sem aquela histeria típica das divas. Espero que a casa a traga muitas outras vezes. Fiquei até imaginando uma apresentação na Parada do ano que vem, já pensou?
Entre tanto fervo, ainda deu tempo pra fazer compras na Oscar Freire (acho que eu gastei demais...), tomar café no Suplicy, dar uma volta elegante no Iguatemi, almoçar na Lanchonete da Cidade, curtir a Dulca e a Cristallo, começar o dia na Bella Paulista e terminar a noite na Galeria dos Pães... ou seja, programinhas ótimos pra uma cidade que sempre surpreende.
Fechando o ano com chave de ouro.
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terça-feira, dezembro 23, 2008
segunda-feira, dezembro 15, 2008
Sem Palavras
Assim eu estou. Completamente extasiado. Pensei até em deixar o post sem título, porque não consigo uma definição perfeita pra noite de ontem no Rio. Sem dúvida, uma das melhores e mais inesquecíveis experiências de toda a minha vida.
Chegamos ao Maracanã antes das 6 da tarde. A fila para a pista vip assustava, mas o tamanho se deu por conta do atraso na abertura dos portões, já que a tia resolveu fazer um último ensaio. Contrariando as piores previsões, a entrada foi
super organizada, a fila andava rápido, as roletas não travavam, a polícia revistava a gente rapidinho - detalhe pro momento "homens nessa fila, mulheres na outra": Oi? Só tinha bee! -, nenhuma preocupação com câmeras ou filmadoras e você ja entrava no gramado do estádio com uma pulseirinha amarela pista vip 14/12 pra poder circular livremente. A área de circulação, aliás, tinha banheiros, bares e vendedores de água mais do que suficientes, além de posto médico e lojinha de lembranças.
O público da vip também ajudava - todo mundo querendo se divertir, nada de estresse ou empurra-empurra em nenhum momento do show. Por falar em público, a TWR inteira da noite anterior estava lá, parecia encontro de comadres fervidas. Até a DJ estava, acredita?
Mas o melhor: o palco é MUITO perto. Eu já tinha visto alguns videos no Youtube, mas custei acreditar que fosse assim. As pessoas chegavam e você via a cara de espanto. Perguntei pra um: - vai ficar aqui? - Não sei. É tudo tão perto que eu fico em qualquer lugar!
Me posicionei do lado direito, na lateral da passarela, na parte da frente. Um ótimo ponto, vale a dica. Como todo mundo sabe, em várias situações o show acontece na ponta dessa tal passarela. E você nem precisa ficar na frente dela, onde os mais desesperados estão. A lateral é ótima e ela chega beeeem perto do povo. O mesmo vale pro lugar equivalente do lado esquerdo. Porém, eu tive a ligeira impressão de que ela fica mais tempo na direita - até a pessoa que pediu Express Yourself estava ali.
Valeu cada centavo gasto e cada minuto de ansiedade pra compra da bendita pista vip. Pra calar a boca de quem achou que "ver no DVD não tem confusão" ou que "você vai pagar uma fortuna e vai vê-la de longe".
E daí que às 6:30 retiraram a cobertura de uma picape do palco e lá aparece Paul Oakenfold pra um set de uma hora com muitos remix pop, de Eurythmics a Rihanna. O dia ainda estava claro e sem chuva e o povo começava a se animar. Faltando 5 minutos pro show, o céu desabou no Rio. E eu, que estava com a minha super capa cinza chinesa - nada daquelas de plástico a dérreal - nem me importei: amarrei a capa na cintura e peguei a chuva asism mesmo - no final, parecia que eu tinha pulado numa piscina.
O show em si todo mundo já viu e reviu mais de um milhão de vezes na TV ou no Youtube, não preciso comentar. O que não dá pra comparar é a emoção de estar lá. Quando o telão acende e vai se "desfazendo", o palco gira e você só enxerga o trono com a Rainha é algo indescritível. A expressão de felicidade e admiração da galera é algo único.
É lá se vão duas horas do mundo de Madonna bem ali na sua frente, ao vivo, com tudo o que temos direito. As roupas, as coreografias, os bailarinos, o cabelo, os telões, o make. Tudo é perfeito e nada falha. Ok, nem tudo: o microfone ficou mudo - e ela ficou putíssima, claro -, o tombo já está mais do que badalado e ela não quis cantar Everybody.

Mas mesmo com todo o famoso perfeccionismo da tia, deu tempo pra ela fazer gracinhas, gritar "Alright Rio de Janeiro!" ou "That´s what I´m talking about, Brazil!" em Beat goes on, ser simpática, perguntar se apesar da chuva poderia continuar, dizer que fazia 14 anos desde a última vez que veio aqui (são 15, mas tudo bem), dizer um ofegante "obrigado", contar que não fala português, descer e ficar entre o palco e a grade com a galera (eu nunca tinha visto isso na turnê!) e, ainda, cantar um "fuck the rain!".
Os melhores momentos foram as modelos com seus looks antigos em She´s not me - eu estava em frente a do sutiã de cone -, o carro andando pelo palco, Devil wouldn´t... com aquele telão babadeiro em volta, Paul Kirkland absurdamente gato, a coreografia no bloco cigano com todo mundo cantando e rodando, o pula-corda em Into the groove e, claro, o último bloco inteiro, na melhor seqüência final que o show poderia ter.
Falar que a cidade saiu de alma lavada é clichê. Depois, no 00, todo mundo chegava do show e a opinião era unânime: inesquecível. Já começo a pensar na próxima turnê lá fora, porque pra cá ela não deve mais voltar.
Aliás, até cogitei a hipótese de tentar ir pro Maracanã hoje, mas eu não tenho voz e nem saúde suficientes. Preciso me recuperar, já que se eu não morri de infarto, não pode ser de pneumonia, né? Agora é esperar até sábado porque São Paulo vai ser arrebatador!
Assim eu estou. Completamente extasiado. Pensei até em deixar o post sem título, porque não consigo uma definição perfeita pra noite de ontem no Rio. Sem dúvida, uma das melhores e mais inesquecíveis experiências de toda a minha vida.
Chegamos ao Maracanã antes das 6 da tarde. A fila para a pista vip assustava, mas o tamanho se deu por conta do atraso na abertura dos portões, já que a tia resolveu fazer um último ensaio. Contrariando as piores previsões, a entrada foi
super organizada, a fila andava rápido, as roletas não travavam, a polícia revistava a gente rapidinho - detalhe pro momento "homens nessa fila, mulheres na outra": Oi? Só tinha bee! -, nenhuma preocupação com câmeras ou filmadoras e você ja entrava no gramado do estádio com uma pulseirinha amarela pista vip 14/12 pra poder circular livremente. A área de circulação, aliás, tinha banheiros, bares e vendedores de água mais do que suficientes, além de posto médico e lojinha de lembranças.O público da vip também ajudava - todo mundo querendo se divertir, nada de estresse ou empurra-empurra em nenhum momento do show. Por falar em público, a TWR inteira da noite anterior estava lá, parecia encontro de comadres fervidas. Até a DJ estava, acredita?
Mas o melhor: o palco é MUITO perto. Eu já tinha visto alguns videos no Youtube, mas custei acreditar que fosse assim. As pessoas chegavam e você via a cara de espanto. Perguntei pra um: - vai ficar aqui? - Não sei. É tudo tão perto que eu fico em qualquer lugar!
Me posicionei do lado direito, na lateral da passarela, na parte da frente. Um ótimo ponto, vale a dica. Como todo mundo sabe, em várias situações o show acontece na ponta dessa tal passarela. E você nem precisa ficar na frente dela, onde os mais desesperados estão. A lateral é ótima e ela chega beeeem perto do povo. O mesmo vale pro lugar equivalente do lado esquerdo. Porém, eu tive a ligeira impressão de que ela fica mais tempo na direita - até a pessoa que pediu Express Yourself estava ali.
Valeu cada centavo gasto e cada minuto de ansiedade pra compra da bendita pista vip. Pra calar a boca de quem achou que "ver no DVD não tem confusão" ou que "você vai pagar uma fortuna e vai vê-la de longe".
E daí que às 6:30 retiraram a cobertura de uma picape do palco e lá aparece Paul Oakenfold pra um set de uma hora com muitos remix pop, de Eurythmics a Rihanna. O dia ainda estava claro e sem chuva e o povo começava a se animar. Faltando 5 minutos pro show, o céu desabou no Rio. E eu, que estava com a minha super capa cinza chinesa - nada daquelas de plástico a dérreal - nem me importei: amarrei a capa na cintura e peguei a chuva asism mesmo - no final, parecia que eu tinha pulado numa piscina.
O show em si todo mundo já viu e reviu mais de um milhão de vezes na TV ou no Youtube, não preciso comentar. O que não dá pra comparar é a emoção de estar lá. Quando o telão acende e vai se "desfazendo", o palco gira e você só enxerga o trono com a Rainha é algo indescritível. A expressão de felicidade e admiração da galera é algo único.
É lá se vão duas horas do mundo de Madonna bem ali na sua frente, ao vivo, com tudo o que temos direito. As roupas, as coreografias, os bailarinos, o cabelo, os telões, o make. Tudo é perfeito e nada falha. Ok, nem tudo: o microfone ficou mudo - e ela ficou putíssima, claro -, o tombo já está mais do que badalado e ela não quis cantar Everybody.

Mas mesmo com todo o famoso perfeccionismo da tia, deu tempo pra ela fazer gracinhas, gritar "Alright Rio de Janeiro!" ou "That´s what I´m talking about, Brazil!" em Beat goes on, ser simpática, perguntar se apesar da chuva poderia continuar, dizer que fazia 14 anos desde a última vez que veio aqui (são 15, mas tudo bem), dizer um ofegante "obrigado", contar que não fala português, descer e ficar entre o palco e a grade com a galera (eu nunca tinha visto isso na turnê!) e, ainda, cantar um "fuck the rain!".
Os melhores momentos foram as modelos com seus looks antigos em She´s not me - eu estava em frente a do sutiã de cone -, o carro andando pelo palco, Devil wouldn´t... com aquele telão babadeiro em volta, Paul Kirkland absurdamente gato, a coreografia no bloco cigano com todo mundo cantando e rodando, o pula-corda em Into the groove e, claro, o último bloco inteiro, na melhor seqüência final que o show poderia ter.
Falar que a cidade saiu de alma lavada é clichê. Depois, no 00, todo mundo chegava do show e a opinião era unânime: inesquecível. Já começo a pensar na próxima turnê lá fora, porque pra cá ela não deve mais voltar.
Aliás, até cogitei a hipótese de tentar ir pro Maracanã hoje, mas eu não tenho voz e nem saúde suficientes. Preciso me recuperar, já que se eu não morri de infarto, não pode ser de pneumonia, né? Agora é esperar até sábado porque São Paulo vai ser arrebatador!
domingo, dezembro 14, 2008
It Feels Like Home
Este é o post preparativo para o show. Depois de um anisosíssimo finde lotado de eventos como a festa "da firma", noitada de sexta, aniversário de bee amiga e tradicional culto de sábado (de onde, por sinal, acabei de chegar daquele jeito), vem a parte mais do que aguardada. A cidade está lotada, o tempo está bom, o clima é absurdo.
Volto pra contar como foi, claro.
Isso se eu não fizer a maluca e correr pra porta do Maracanã tentar mais um ingresso de segunda...
Diante disso, vou fazer um ping-pong sobre Madonna, com o melhor/pior/qualquer coisa de alguns tópicos da diva. Como diria a Gabi, Madonna by Madonna, né?
- Melhor Música: Like a Prayer
- Melhor Clipe: Frozen
- Melhor Figurino: O visual gueixa da Drowned World Tour
- Pior clipe: Tell Me
- Melhor Picumã: Chanel preto em Rain
- Melhor Símbolo: O sutiã-cone by Gaultier, claro
- Melhor Turnê: Confessions
- Melhor CD: Confessions
- Melhor musica de Hard Candy: She's not me
- Música que eu mais espero nesse show: Like a Prayer
- Pior música desse show: Boderline versão rock ficou O ERRO
- Melhor momento pro povão: O batidão funk da introdução de Into the groove
- Pior momento pro povão: She must love me
- Melhor refrão: Holiday! Celebrate!
- Melhor verso: And swallowed all my pride..nanananananana...beautiful stranger
- Melhor letra: The Power of Goodbye
- Pior figurino: o vestido de noiva de Like a Virgin
- Melhor frase: Maybe I´m a gay man trapped in a woman´s body
- Música que vou escolher pra ela cantar quando me chamar (aloka!):Holiday, caralho Like a Virgin
Que tenhamos uma experiência histórica e incrível!
Este é o post preparativo para o show. Depois de um anisosíssimo finde lotado de eventos como a festa "da firma", noitada de sexta, aniversário de bee amiga e tradicional culto de sábado (de onde, por sinal, acabei de chegar daquele jeito), vem a parte mais do que aguardada. A cidade está lotada, o tempo está bom, o clima é absurdo.
Volto pra contar como foi, claro.
Isso se eu não fizer a maluca e correr pra porta do Maracanã tentar mais um ingresso de segunda...
Diante disso, vou fazer um ping-pong sobre Madonna, com o melhor/pior/qualquer coisa de alguns tópicos da diva. Como diria a Gabi, Madonna by Madonna, né?
- Melhor Música: Like a Prayer
- Melhor Clipe: Frozen
- Melhor Figurino: O visual gueixa da Drowned World Tour
- Pior clipe: Tell Me
- Melhor Picumã: Chanel preto em Rain
- Melhor Símbolo: O sutiã-cone by Gaultier, claro
- Melhor Turnê: Confessions
- Melhor CD: Confessions
- Melhor musica de Hard Candy: She's not me
- Música que eu mais espero nesse show: Like a Prayer
- Pior música desse show: Boderline versão rock ficou O ERRO
- Melhor momento pro povão: O batidão funk da introdução de Into the groove
- Pior momento pro povão: She must love me
- Melhor refrão: Holiday! Celebrate!
- Melhor verso: And swallowed all my pride..nanananananana...beautiful stranger
- Melhor letra: The Power of Goodbye
- Pior figurino: o vestido de noiva de Like a Virgin
- Melhor frase: Maybe I´m a gay man trapped in a woman´s body
- Música que vou escolher pra ela cantar quando me chamar (aloka!):
Que tenhamos uma experiência histórica e incrível!
sexta-feira, dezembro 12, 2008
E aí? Bunda Suja
A única coisa que importa hoje nesse mundo é ela. Já recebi uma ligação de dentro do Maracanã, já passei na porta do Copa Palace, já ouvi 200 vezes o show inteiro no iPod.
Pode parecer macaquice - e é. Nem contemporâneo na fase principal dela eu sou... mas sempre disse que gostaria de ver um show da tia. E depois da Re-Inventation, nem que fosse fora do país. E meus amigos que viram a Confessions garantiram que era uma das experiências mais incríveis nessa vida.
Vale lembrar que nem o show de 1993 eu vi! Mas claro que tenho imagens na memória da diva do pop de peruca preta no Cristo, de camisa do Flamengo no Maracanã, falando "bunda suja" pro povão ou assustada com o bapho na porta do Ceasar de São Paulo. E lembro de muita coisa da carreira da tia nos anos 90, quando eu ainda era un petit enfant: os clipes, os escâncalos, os casamentos, o sexo, os gays, as músicas, os figurinos, os filhos.
E, agora, Madonna tá logo ali em Copacabana. Pra mim, não importa se esse não é nem de longe o melhor disco da carreira dela ou que esse show seja considerado chato se comparado à turnê anterior ou, ainda, que esse vai ser o maior programa de índio dos últimos tempos - a chance é única.
Falta pouco.
A única coisa que importa hoje nesse mundo é ela. Já recebi uma ligação de dentro do Maracanã, já passei na porta do Copa Palace, já ouvi 200 vezes o show inteiro no iPod.
Pode parecer macaquice - e é. Nem contemporâneo na fase principal dela eu sou... mas sempre disse que gostaria de ver um show da tia. E depois da Re-Inventation, nem que fosse fora do país. E meus amigos que viram a Confessions garantiram que era uma das experiências mais incríveis nessa vida.
Vale lembrar que nem o show de 1993 eu vi! Mas claro que tenho imagens na memória da diva do pop de peruca preta no Cristo, de camisa do Flamengo no Maracanã, falando "bunda suja" pro povão ou assustada com o bapho na porta do Ceasar de São Paulo. E lembro de muita coisa da carreira da tia nos anos 90, quando eu ainda era un petit enfant: os clipes, os escâncalos, os casamentos, o sexo, os gays, as músicas, os figurinos, os filhos.
E, agora, Madonna tá logo ali em Copacabana. Pra mim, não importa se esse não é nem de longe o melhor disco da carreira dela ou que esse show seja considerado chato se comparado à turnê anterior ou, ainda, que esse vai ser o maior programa de índio dos últimos tempos - a chance é única.
Falta pouco.
segunda-feira, dezembro 08, 2008
Tô Roxo
Fim-de-semana compriiido.
Sexta foi dia de inauguração. Agora a cidade possui mais um grande clube gay. Dessa vez, localizaram o bapho na Barra e chamaram de Apple Mixxx Internacional.
Claro que inauguração é um começo complicado e é inevitável que muita coisa ainda não esteja ok e muitas outras só surjam depois da primeira noite. Mesmo asim, ficou clara a boa intenção da casa na noite carioca.
A começar pela porta, com as lindas Sandra e Juliana Duarte recebendo o povo. O staff dos caixas, seguranças e barmen (alguns bem gatos, vale observar) estava muitíssimo bem treinado e de educação exemplar.
O espaço, por sua vez, é incrível - grande, com uma área vip simpática e ótimos camarotes - e me lembrou a antiga The Bedroom, em São Conrado.
A iluminação é ótima e o sistema de som esteve incrível no começo da noite - depois, por algum problema (aka vizinhos + polícia), o volume deu uma diminuída.
As maiores observações ficam por conta do calor que surgiu por volta das 3 da manhã - os aparelhos de ar-condicionado, apesar de enormes, não seguraram a onda -, e a enorme distância do DJ pra pista - sei que muitas casas têm essa disposição, mas eu particularmente não gosto: ou o DJ fica no nivel da galera, como nos clubinhos, ou num palco, como em clubes maiores. O resto, como mais espelhos, pufes confortáveis e DJs com a cara do público, se ajeita com o tempo.
Foi um bom começo pra uma casa que promete.
---
Sábado foi dia do melhor, maior e indispensável evento semanal: The Week Rio. A noite marcou a despedida de Marcellu Ferraz da cidade - a partir de semana que vem a casa já terá um novo host.
Confesso que não lembro da ordem dos acontecimentos... Mas lembro perfeitamente do incrível set do Morais e do som arrebatador do Robix. E pra variar, a noite foi divertidíssima e com muitas histórias impublicáveis.
Como Tony Goes acabou partindo cedo, fiz um de seus papéis na noite: falar com as celebrities. Fui bater um super papo com Verônica Costa, a Mãe Loira, no camarote da área vip. Lembrei até da época de Castelo das Pedras... Ju-ro! Onde arrumei essa coragem não sei, mas foi ótimo! E ela foi um amor comigo, tá?
(Morra de inveja, Tony!)
E ainda amanheci com um roxo na canela esquerda...
---
Falta menos de uma semana!
Fim-de-semana compriiido.
Sexta foi dia de inauguração. Agora a cidade possui mais um grande clube gay. Dessa vez, localizaram o bapho na Barra e chamaram de Apple Mixxx Internacional.
Claro que inauguração é um começo complicado e é inevitável que muita coisa ainda não esteja ok e muitas outras só surjam depois da primeira noite. Mesmo asim, ficou clara a boa intenção da casa na noite carioca.
A começar pela porta, com as lindas Sandra e Juliana Duarte recebendo o povo. O staff dos caixas, seguranças e barmen (alguns bem gatos, vale observar) estava muitíssimo bem treinado e de educação exemplar.
O espaço, por sua vez, é incrível - grande, com uma área vip simpática e ótimos camarotes - e me lembrou a antiga The Bedroom, em São Conrado.
A iluminação é ótima e o sistema de som esteve incrível no começo da noite - depois, por algum problema (aka vizinhos + polícia), o volume deu uma diminuída.
As maiores observações ficam por conta do calor que surgiu por volta das 3 da manhã - os aparelhos de ar-condicionado, apesar de enormes, não seguraram a onda -, e a enorme distância do DJ pra pista - sei que muitas casas têm essa disposição, mas eu particularmente não gosto: ou o DJ fica no nivel da galera, como nos clubinhos, ou num palco, como em clubes maiores. O resto, como mais espelhos, pufes confortáveis e DJs com a cara do público, se ajeita com o tempo.
Foi um bom começo pra uma casa que promete.
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Sábado foi dia do melhor, maior e indispensável evento semanal: The Week Rio. A noite marcou a despedida de Marcellu Ferraz da cidade - a partir de semana que vem a casa já terá um novo host.
Confesso que não lembro da ordem dos acontecimentos... Mas lembro perfeitamente do incrível set do Morais e do som arrebatador do Robix. E pra variar, a noite foi divertidíssima e com muitas histórias impublicáveis.
Como Tony Goes acabou partindo cedo, fiz um de seus papéis na noite: falar com as celebrities. Fui bater um super papo com Verônica Costa, a Mãe Loira, no camarote da área vip. Lembrei até da época de Castelo das Pedras... Ju-ro! Onde arrumei essa coragem não sei, mas foi ótimo! E ela foi um amor comigo, tá?
(Morra de inveja, Tony!)
E ainda amanheci com um roxo na canela esquerda...
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Falta menos de uma semana!
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sexta-feira, outubro 24, 2008
E viva a T4F!
E a notícia máxima da semana foi a entrega de TODOS os meus ingressos da Madonnaaa!!!
Ok...Não pensem que foi assim tão fácil quanto parece. O cara não chegou aqui e pá, toma. Aliás, nada é fácil com a T4F, muito menos os meus ingressos, né?
A saga começou na semana passada.
Quinta-feira veio o entregador no meu prédio, tocou o interfone, perguntou se eu estava. Lógico que eu não estava. Trabalho no horário comercial, né?
A minha pobre mãe tentou argumentar que poderia receber, mas ele virou as costas e foi embora. O porteiro, coitado, fez a loka do edí e correu atrás do cara pra anotar o nome e o telefone, enquanto a minha mãe berrava no interfone.
Mamãe ligou pra empresa de entregas, mas a atendente disse que não poderia fazer nada e que teríamos que entrar em contato com a Ticketmaster.
Bom, na segunda-feira a empresa fez a gentileza de me ligar e agendar um dia, além de habilitar a minha mãe pra receber os ingressos. Na terça, pra minha surpresa, ligou novamente, marcando um novo dia pra receber os demais ingressos.
Fiquei intrigado e só aí descobri que a Ticketmaster faria uma entrega pra cada compra que eu efetuei. Ou seja, eu tinha feito 4 compras (7 ingressos) mas o sistema deles é incapaz de cruzar as informações de que uma mesma pessoa efetuou um número X de compras referentes a um número Y de ingressos e todos para entrega no mesmo endereço.
Até tentei argumentar, mas a fofa da atendente disse um "vai estar sendo analisado" e garantiu que eu teria que receber um por um. Enfim, eu só queria os meus ingressos, foda-se quantas vezes o entregador apareceria na minha casa.
E eis que ontem pela amanhã, ele aparece. Dizendo, primeiro, que a minha mãe NÃO estava autorizada. Oi? Claro que minha super mãe tomou o envelope da mão dele - que dessa vez veio até a porta do meu apartamento. À tarde, sabe-se lá o motivo, outro entregador apareceu com os demais envelopes.
E assim teremos uma pausa nesta saga, a ser finalizada nos dias 14 e 20 de dezembro.
E a notícia máxima da semana foi a entrega de TODOS os meus ingressos da Madonnaaa!!!
Ok...Não pensem que foi assim tão fácil quanto parece. O cara não chegou aqui e pá, toma. Aliás, nada é fácil com a T4F, muito menos os meus ingressos, né?
A saga começou na semana passada.
Quinta-feira veio o entregador no meu prédio, tocou o interfone, perguntou se eu estava. Lógico que eu não estava. Trabalho no horário comercial, né?
A minha pobre mãe tentou argumentar que poderia receber, mas ele virou as costas e foi embora. O porteiro, coitado, fez a loka do edí e correu atrás do cara pra anotar o nome e o telefone, enquanto a minha mãe berrava no interfone.
Mamãe ligou pra empresa de entregas, mas a atendente disse que não poderia fazer nada e que teríamos que entrar em contato com a Ticketmaster.
Bom, na segunda-feira a empresa fez a gentileza de me ligar e agendar um dia, além de habilitar a minha mãe pra receber os ingressos. Na terça, pra minha surpresa, ligou novamente, marcando um novo dia pra receber os demais ingressos.
Fiquei intrigado e só aí descobri que a Ticketmaster faria uma entrega pra cada compra que eu efetuei. Ou seja, eu tinha feito 4 compras (7 ingressos) mas o sistema deles é incapaz de cruzar as informações de que uma mesma pessoa efetuou um número X de compras referentes a um número Y de ingressos e todos para entrega no mesmo endereço.
Até tentei argumentar, mas a fofa da atendente disse um "vai estar sendo analisado" e garantiu que eu teria que receber um por um. Enfim, eu só queria os meus ingressos, foda-se quantas vezes o entregador apareceria na minha casa.
E eis que ontem pela amanhã, ele aparece. Dizendo, primeiro, que a minha mãe NÃO estava autorizada. Oi? Claro que minha super mãe tomou o envelope da mão dele - que dessa vez veio até a porta do meu apartamento. À tarde, sabe-se lá o motivo, outro entregador apareceu com os demais envelopes.
E assim teremos uma pausa nesta saga, a ser finalizada nos dias 14 e 20 de dezembro.
quarta-feira, outubro 22, 2008
Me laaaaaaaaarga. Eu tô de bode, porra!
Menino, e não é que o ebó não brinca em serviço?
Hoje, bem na hora que eu estava chegando no escritório, teve o desabamento da lanchonete em Ipanema, na esquina da Farme. E momentos antes eu tinha pensando em suboira rua a pé, mas acabei pegando a Vinicius pra parar na padaria.
Momentos depois, escutei o barulho e o povo todo correndo pra ver a confusão.
Enfim...por pouco a praga não pega e eu sou atingido bem na cabeça. Mas não tem nada, já avisei que meu santo é forte.
--
Fabíola Reipert jura que um assistente de Madonna sondou a possibilidade da tia passar o Reveillon no Fasano do Rio.
Já disse e repito: eu aposto que a gente vai vê-la fazendo oferenda em Ipanema, usando calcinha vermelha pra atrair paixão e vestindo Rocco, Lola e David de branco.
Ah! E já que a gente tá no mesmo estado civil, tamo aí pra dar aquela fervida básica no verão carioca, né?
Menino, e não é que o ebó não brinca em serviço?
Hoje, bem na hora que eu estava chegando no escritório, teve o desabamento da lanchonete em Ipanema, na esquina da Farme. E momentos antes eu tinha pensando em suboira rua a pé, mas acabei pegando a Vinicius pra parar na padaria.
Momentos depois, escutei o barulho e o povo todo correndo pra ver a confusão.
Enfim...por pouco a praga não pega e eu sou atingido bem na cabeça. Mas não tem nada, já avisei que meu santo é forte.
--
Fabíola Reipert jura que um assistente de Madonna sondou a possibilidade da tia passar o Reveillon no Fasano do Rio.
Já disse e repito: eu aposto que a gente vai vê-la fazendo oferenda em Ipanema, usando calcinha vermelha pra atrair paixão e vestindo Rocco, Lola e David de branco.
Ah! E já que a gente tá no mesmo estado civil, tamo aí pra dar aquela fervida básica no verão carioca, né?
quarta-feira, setembro 03, 2008
Strike a Pose
Tá complicando postar essa semana.
Não que eu não tenha assunto - assunto é o que não falta, acredite - mas esses shows não saíam da minha cabeça. Muita função, muito cansaço, algumas noites mal dormidas. Mas consegui os ingressos que eu queria nas duas cidades. E isso é o que importa!
(Tá, sei que ando numa maré de sorte invejável. Aliás, tô com tanta sorte que joguei na mega sena e tô com medo de ganhar.)
Por outro lado, como se não bastasse, um cliente mala resolveu bombar meu trabalho até dizer chega. Passou 3 semanas quieto, veio me perturbar logo nessa. Mereço, né?
Mas aos poucos a gente coloca ordem nas coisas.
E eu tô precisando mesmo é de um bom final de semana...
Tá complicando postar essa semana.
Não que eu não tenha assunto - assunto é o que não falta, acredite - mas esses shows não saíam da minha cabeça. Muita função, muito cansaço, algumas noites mal dormidas. Mas consegui os ingressos que eu queria nas duas cidades. E isso é o que importa!
(Tá, sei que ando numa maré de sorte invejável. Aliás, tô com tanta sorte que joguei na mega sena e tô com medo de ganhar.)
Por outro lado, como se não bastasse, um cliente mala resolveu bombar meu trabalho até dizer chega. Passou 3 semanas quieto, veio me perturbar logo nessa. Mereço, né?
Mas aos poucos a gente coloca ordem nas coisas.
E eu tô precisando mesmo é de um bom final de semana...
segunda-feira, setembro 01, 2008
O pegajoso e doce drama da madrugada
Vocês pensam que foi fácil? Não, né?
Desde quando vida de bee é fácil?
O final de tarde e início da noite de ontem foram passados na internet vendo os vídeos da turnê no Youtube, pra entrar no clima, e já tentando copiar a coreô versão 2008 de Vogue (tem cada video filmado de tão perto, mas tão perto, que dá até pra dar um tapa na coxa da tia).
Eram 23:30 quando comecei a dar F5 na porra da página da T4F. Meia-noite em ponto, a página mudou e estava lá: clientes Bradesco/Amex de um lado; clientes de outros cartões do outro.
Meu MSN parecia festa da Parada. Só tinha pu-ta-e-vi-a-do online. Aliás, todas as pu-tas-e-vi-a-dos desse país estavam online. Na boa, eram umas vinte janelas de chat pipocando, todas desesperadas. Também pudera, quem disse que a página dos ingressos carregava? Quem disse que quando carregava, alguém passava da terceira tela? Quem disse que depois de escolher o lugar e clicar no botão comprar, a compra era finalizada?
Ok, tudo estava conforme o previsto: muita confusão e serviço capenga. Só faltava tocar brasileirinho no site, pra cair a ficha de vez.
Às duas e meia da manhã eu pensei seriamente em desistir. A minha única pergunta era: como em outros lugares do mundo 60 mil ingressos acabam em 7, 20 ou 50 minutos? Eu estava ali há mais de duas horas e nem da maldita página server busy eu conseguia passar...
Aliás, NINGUÉM conseguia passar. Nem todo o meu MSN, nem todas as pessoas da comunidade Madonna no Brasil, nem o Papa. Nem uma viva alma conseguia completar a compra. Nas palavras de um amigo nervoso: eu não rogo praga, mas um bom fim esse pessoal da T4F não há de ter.
Passei a pensar seriamente em ir pra Santiago. Afinal, a capital do Chile tem pouco mais de 6 milhões de habitantes e vai receber 2 shows. Aquele país inteiro tem 17 milhões de habitantes, enquanto só o estado de São Paulo tem 40 milhões. Vamos combinar que nem se todas as bichas vizinhas de Equador, Venezuela e Peru resolverem dar pinta por lá, chegam no nosso nível, né?
Diante da situação, resolvi dormir, puto da vida. Mas não sem antes colocar o despertador pras 4. Quando tocou, eu não quis nem saber, estava decidido a tentar só de manhã, talvez pelo telefone. Mas graças ao bom deus eu conheço pessoas de bom coração no mundo. E 20 minutos depois toca o meu celular com uma bee avisando "Tá funcionando! Corre que tá funcionando!”
E lá fui eu. Pra aumentar a emoção, por duas vezes o meu Amex autorizou a compra mas o site deu erro. Já li que aconteceu o mesmo com muita gente. E o pior: consta o valor da compra na fatura deles... Confesso que ainda nem abri a minha, isso a gente resolve depois.
A cartada final era tentar o outro caminho. Consegui catar meu Mastercard cansado de guerra, há séculos parado no fundo da gaveta. Só aí descobri o motivo do erro anterior: o meu cartão é apenas Amex, não BradescoAmex - acho que ninguém imaginou que além de Visa e Mastercard, existiria o botão Amex dentro da opção outros cartões. E foi indo, indo, indo....e foi.
Parabéns! Sua senha é XXX e você vai ver a tia!
São Sebastião, padroeiro das bibas, obrigado pela graça alcançada. Virgem de Guadalupe, padroeira da internet, valeu pela força.
5 e vinte da manhã e eu acordava a minha mãe pra dar a boa notícia e avisar que ela não precisaria levar uma cadeirinha de praia para o posto de venda mais perto da minha casa. Senti até uma ponta de tristeza no ar, já que ela estava super preparada. Disse até que o espírito mangueirense-na-fila-do-sambódromo já tinha baixado.
Agora é esperar. Dezembro já ta virando a esquina.
Mas antes, São Paulo e seus 40 milhões de habitantes que me aguardem, porque eu já to craque nessa parada...
---
Tá sendo uma delicinha trabalhar nessa segunda-feira: cansaço, tédio, blue monday, duas horas (mal) dormidas...
Pelo menos eu tenho tickets da tia, tá?
Vocês pensam que foi fácil? Não, né?
Desde quando vida de bee é fácil?
O final de tarde e início da noite de ontem foram passados na internet vendo os vídeos da turnê no Youtube, pra entrar no clima, e já tentando copiar a coreô versão 2008 de Vogue (tem cada video filmado de tão perto, mas tão perto, que dá até pra dar um tapa na coxa da tia).
Eram 23:30 quando comecei a dar F5 na porra da página da T4F. Meia-noite em ponto, a página mudou e estava lá: clientes Bradesco/Amex de um lado; clientes de outros cartões do outro.
Meu MSN parecia festa da Parada. Só tinha pu-ta-e-vi-a-do online. Aliás, todas as pu-tas-e-vi-a-dos desse país estavam online. Na boa, eram umas vinte janelas de chat pipocando, todas desesperadas. Também pudera, quem disse que a página dos ingressos carregava? Quem disse que quando carregava, alguém passava da terceira tela? Quem disse que depois de escolher o lugar e clicar no botão comprar, a compra era finalizada?
Ok, tudo estava conforme o previsto: muita confusão e serviço capenga. Só faltava tocar brasileirinho no site, pra cair a ficha de vez.
Às duas e meia da manhã eu pensei seriamente em desistir. A minha única pergunta era: como em outros lugares do mundo 60 mil ingressos acabam em 7, 20 ou 50 minutos? Eu estava ali há mais de duas horas e nem da maldita página server busy eu conseguia passar...
Aliás, NINGUÉM conseguia passar. Nem todo o meu MSN, nem todas as pessoas da comunidade Madonna no Brasil, nem o Papa. Nem uma viva alma conseguia completar a compra. Nas palavras de um amigo nervoso: eu não rogo praga, mas um bom fim esse pessoal da T4F não há de ter.
Passei a pensar seriamente em ir pra Santiago. Afinal, a capital do Chile tem pouco mais de 6 milhões de habitantes e vai receber 2 shows. Aquele país inteiro tem 17 milhões de habitantes, enquanto só o estado de São Paulo tem 40 milhões. Vamos combinar que nem se todas as bichas vizinhas de Equador, Venezuela e Peru resolverem dar pinta por lá, chegam no nosso nível, né?
Diante da situação, resolvi dormir, puto da vida. Mas não sem antes colocar o despertador pras 4. Quando tocou, eu não quis nem saber, estava decidido a tentar só de manhã, talvez pelo telefone. Mas graças ao bom deus eu conheço pessoas de bom coração no mundo. E 20 minutos depois toca o meu celular com uma bee avisando "Tá funcionando! Corre que tá funcionando!”
E lá fui eu. Pra aumentar a emoção, por duas vezes o meu Amex autorizou a compra mas o site deu erro. Já li que aconteceu o mesmo com muita gente. E o pior: consta o valor da compra na fatura deles... Confesso que ainda nem abri a minha, isso a gente resolve depois.
A cartada final era tentar o outro caminho. Consegui catar meu Mastercard cansado de guerra, há séculos parado no fundo da gaveta. Só aí descobri o motivo do erro anterior: o meu cartão é apenas Amex, não BradescoAmex - acho que ninguém imaginou que além de Visa e Mastercard, existiria o botão Amex dentro da opção outros cartões. E foi indo, indo, indo....e foi.
Parabéns! Sua senha é XXX e você vai ver a tia!
São Sebastião, padroeiro das bibas, obrigado pela graça alcançada. Virgem de Guadalupe, padroeira da internet, valeu pela força.
5 e vinte da manhã e eu acordava a minha mãe pra dar a boa notícia e avisar que ela não precisaria levar uma cadeirinha de praia para o posto de venda mais perto da minha casa. Senti até uma ponta de tristeza no ar, já que ela estava super preparada. Disse até que o espírito mangueirense-na-fila-do-sambódromo já tinha baixado.
Agora é esperar. Dezembro já ta virando a esquina.
Mas antes, São Paulo e seus 40 milhões de habitantes que me aguardem, porque eu já to craque nessa parada...
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Tá sendo uma delicinha trabalhar nessa segunda-feira: cansaço, tédio, blue monday, duas horas (mal) dormidas...
Pelo menos eu tenho tickets da tia, tá?
sábado, agosto 23, 2008
Madonna no Brasil
Até dezembro esse título vai ser o mais recorrente no blog, com certeza. Medo disso aqui ficar igual ao Globo/Folha Online, que a cada dia trazem uma matéria nova - e bizarra - da tia.
Hoje estreou a turnê em Cardiff. As fotos já começaram a aparecer pelos sites, mas os videos só daqui a pouco. Tá todo mundo tenso pra ver o que ela vai aprontar. E se as milhões de especulações que vinham há meses vão se concretizar, claro.
O MadonnaOnline, como sempre, faz aquela cobertura babado.
Cuenda o figurino (Givenchy mesmo, né?) com a barriguinha aparecendo.
Até dezembro esse título vai ser o mais recorrente no blog, com certeza. Medo disso aqui ficar igual ao Globo/Folha Online, que a cada dia trazem uma matéria nova - e bizarra - da tia.
Hoje estreou a turnê em Cardiff. As fotos já começaram a aparecer pelos sites, mas os videos só daqui a pouco. Tá todo mundo tenso pra ver o que ela vai aprontar. E se as milhões de especulações que vinham há meses vão se concretizar, claro.
O MadonnaOnline, como sempre, faz aquela cobertura babado.
Cuenda o figurino (Givenchy mesmo, né?) com a barriguinha aparecendo.
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