Dia do Dotô
E ontem foi dia do advogado, né?
Uma das profissões da bicha moderna, segundo o Tony.
Então que, como disse no Twitter, eu não ganhei nenhuma Montblanc pra assinar petição, nenhum Armani pra desfilar na Receita Federal e nenhum Prada pra bater perna no Forum.
Sabe aquele suposto glamour dos escritórios? Fiquei das 9:30 às 20:30 sentado na cadeira escrevendo um memo pra um cliente mala e só fui almoçar um peito de peru com queijo minas às 7 da noite.
Por que eu não nasci com um dom? Não sei dançar, cozinhar, sapatear, cantar, tocar harpa. Até tenho tentado, mas não tenho corpo pra sair na capa da G e nem fui pro teste do sofá pra ser protagonista da novela da Record (hmmm... abafa).
Onde eu tava com a cabeça quando fiz vestibular?
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quarta-feira, agosto 12, 2009
quinta-feira, junho 25, 2009
Tudo Novo de Novo
É clichê falar que a vida é feita de ciclos. Mas a minha, vira-e-mexe, começa e termina com eles em uma velocidade impressionante. Desde o ano passado que vêm acontecendo mudanças por aqui e - graças a Deus - a maioria é boa. Das ruins, eu tô conseguindo aprender alguma coisa e seguir em frente.
Essa semana eu comecei em um trabalho novo, em um novo lugar, com um foco novo na minha carreira. Do antigo, que eu sabia que seria temporário, já tinha sugado tudo o que eu precisava já era hora de mudar (e o mais bacana, que eu não contei aqui, foi ter pedido demissão na terça-feira véspera de ir pra São Paulo me jogar livre, leve e solto). Agora é pegar o ritmo e torcer pra que tudo dê certo, porque a promessa - e a aposta - são grandes.
Mudei também de endereço no Centro. Da relativa calmaria da Presidente Wilson pra frenética movimentação da Praça Mauá. Quem quiser almoçar, tamo aí.
Então, só vou fazer um pedido de paciência pelo meu sumiço do blog e dos sites até eu reorganizar meus horários e minhas atividades. Vamo que vamo.
É clichê falar que a vida é feita de ciclos. Mas a minha, vira-e-mexe, começa e termina com eles em uma velocidade impressionante. Desde o ano passado que vêm acontecendo mudanças por aqui e - graças a Deus - a maioria é boa. Das ruins, eu tô conseguindo aprender alguma coisa e seguir em frente.
Essa semana eu comecei em um trabalho novo, em um novo lugar, com um foco novo na minha carreira. Do antigo, que eu sabia que seria temporário, já tinha sugado tudo o que eu precisava já era hora de mudar (e o mais bacana, que eu não contei aqui, foi ter pedido demissão na terça-feira véspera de ir pra São Paulo me jogar livre, leve e solto). Agora é pegar o ritmo e torcer pra que tudo dê certo, porque a promessa - e a aposta - são grandes.
Mudei também de endereço no Centro. Da relativa calmaria da Presidente Wilson pra frenética movimentação da Praça Mauá. Quem quiser almoçar, tamo aí.
Então, só vou fazer um pedido de paciência pelo meu sumiço do blog e dos sites até eu reorganizar meus horários e minhas atividades. Vamo que vamo.
quarta-feira, abril 29, 2009
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
Baby Boom
A moda aqui no escritório é casar ou ficar grávida.
Ontem foi a terceira que anunicou a bênção divina (afff, que cafona!) em menos de um mês. Isso sem contar que dois chefes tiveram seus rebentos há menos de 15 dias. Ou seja, vivemos um verdadeiro baby boom na área.
O que é absolutamente terrível.
Claro que esse se tornou o único assunto nos corredores. Nem Caminho das Índias ou BBB dá tanta história (aliás, alguém ainda vê esses lixos da Globo?!).
Mas o pior não é isso, há outras três mulheres com casamento marcado. Vocês têm idéia do que é racha quando vai casar, né? Putaquepariu, é site de buffet pra lá, ligação pra moça dos docinhos pra cá, revista Sim! em cima das baias. O horror, o horror!
Detalhe: uma das noivas, que não é boba nem nada e está com casamento marcado pra maio, já antecipou a diversão: anunciou que está grávida de doze semanas.
É importante dizer que nada tenho contra esses eventos da cultura HT. Muito pelo contrário, adoro festas de casamento e depois de muitas vezes pajem, fui padrinho pela primeira vez há mais ou menos um ano. Puro luxo. Mas não posso deixar de achar no mínimo peculiar ver, em pleno século XXI, o pai da noiva "entregando" sua filha no altar para o futuro marido, não é?
O que não dá é ficar cercado de fralda e véu o dia inteiro quando quem vai casar ou parir não é você.
A moda aqui no escritório é casar ou ficar grávida.
Ontem foi a terceira que anunicou a bênção divina (afff, que cafona!) em menos de um mês. Isso sem contar que dois chefes tiveram seus rebentos há menos de 15 dias. Ou seja, vivemos um verdadeiro baby boom na área.
O que é absolutamente terrível.
Claro que esse se tornou o único assunto nos corredores. Nem Caminho das Índias ou BBB dá tanta história (aliás, alguém ainda vê esses lixos da Globo?!).
Mas o pior não é isso, há outras três mulheres com casamento marcado. Vocês têm idéia do que é racha quando vai casar, né? Putaquepariu, é site de buffet pra lá, ligação pra moça dos docinhos pra cá, revista Sim! em cima das baias. O horror, o horror!
Detalhe: uma das noivas, que não é boba nem nada e está com casamento marcado pra maio, já antecipou a diversão: anunciou que está grávida de doze semanas.
É importante dizer que nada tenho contra esses eventos da cultura HT. Muito pelo contrário, adoro festas de casamento e depois de muitas vezes pajem, fui padrinho pela primeira vez há mais ou menos um ano. Puro luxo. Mas não posso deixar de achar no mínimo peculiar ver, em pleno século XXI, o pai da noiva "entregando" sua filha no altar para o futuro marido, não é?
O que não dá é ficar cercado de fralda e véu o dia inteiro quando quem vai casar ou parir não é você.
sexta-feira, dezembro 05, 2008
Fazer a Ninja
Aqui no Rio, quando você escapa de uma roubada ou dá um sumiço daqueles, o povo diz que você deu um ninja. Pois bem, chegou a minha vez.
Na empresa é bem comum viajarmos pra atender o cliente (ui!) em vários lugares do país. São Paulo, Curitiba, Vitória, Floripa e Salvador até fazem parte da rota, mas são raridades, uma vez que as capitais maiores – e melhores, diga-se – possuem filiais que acabam resolvendo os problemas.
Mas como a referência de boa parte do país, principalmente do Norte, ainda é o Rio, muitas viagens acabam sobrando mais pra cá do que pra Sampa, apesar da capital paulistana ter um escritório bem maior.
Como passei um tempo enorme num cliente aqui na cidade, não sofri muito e acabei visitando apenas Goiânia e BH. E não posso reclamar diante dos lugares especiais que sempre surgem: Macapá, Cuiabá, Mossoró, Rio Branco... Dessa vez eu escapei elegantemente de uma pedreira: Manaus. Usei minhas provas do curso como desculpa – todas com datas flexíveis, mas isso ninguém precisa saber, né? – e mandei o trainee no meu lugar.
Não que eu ache que a cidade seja ruim, muito pelo contrário. Morro de curiosidade pra conhecer. Tirando o trânsito, que dizem ser um dos piores do país, já ouvi muitos elogios... Mas vamos combinar: dezembro, calor, véspera de Natal, muito trabalho...não dá! E o pior: tradicionalmente, rola ficar no Tropical e curtir o mini zoológico. Dessa vez, o destino era um Comfort no Distrito Industrial. Ou seja: o horror!
Quem sabe qualquer dia eu não faço um Cruzeiro pelo Rio Amazonas?
Aqui no Rio, quando você escapa de uma roubada ou dá um sumiço daqueles, o povo diz que você deu um ninja. Pois bem, chegou a minha vez.
Na empresa é bem comum viajarmos pra atender o cliente (ui!) em vários lugares do país. São Paulo, Curitiba, Vitória, Floripa e Salvador até fazem parte da rota, mas são raridades, uma vez que as capitais maiores – e melhores, diga-se – possuem filiais que acabam resolvendo os problemas.
Mas como a referência de boa parte do país, principalmente do Norte, ainda é o Rio, muitas viagens acabam sobrando mais pra cá do que pra Sampa, apesar da capital paulistana ter um escritório bem maior.
Como passei um tempo enorme num cliente aqui na cidade, não sofri muito e acabei visitando apenas Goiânia e BH. E não posso reclamar diante dos lugares especiais que sempre surgem: Macapá, Cuiabá, Mossoró, Rio Branco... Dessa vez eu escapei elegantemente de uma pedreira: Manaus. Usei minhas provas do curso como desculpa – todas com datas flexíveis, mas isso ninguém precisa saber, né? – e mandei o trainee no meu lugar.
Não que eu ache que a cidade seja ruim, muito pelo contrário. Morro de curiosidade pra conhecer. Tirando o trânsito, que dizem ser um dos piores do país, já ouvi muitos elogios... Mas vamos combinar: dezembro, calor, véspera de Natal, muito trabalho...não dá! E o pior: tradicionalmente, rola ficar no Tropical e curtir o mini zoológico. Dessa vez, o destino era um Comfort no Distrito Industrial. Ou seja: o horror!
Quem sabe qualquer dia eu não faço um Cruzeiro pelo Rio Amazonas?
quarta-feira, novembro 12, 2008
Íntima de Oliveira
A intimidade é mesmo uma merda.
Estou aqui no cliente há mais de um mês todos os dias olhando pra cara das mesmas pessoas confinadas em uma mesma sala. E agora sem chefe, que só aparece de vez em quando.
Daí que os assuntos voam.
O último foi a preferência de cada um. De "eu prefiro morenas" a "eu prefiro moreno e no meu currículo realmente reflete isso".
Tá que outra: "Na verdade, eu já saí com tudo. Desde negão até loirinho!".
Oi?
Next question, please!
A intimidade é mesmo uma merda.
Estou aqui no cliente há mais de um mês todos os dias olhando pra cara das mesmas pessoas confinadas em uma mesma sala. E agora sem chefe, que só aparece de vez em quando.
Daí que os assuntos voam.
O último foi a preferência de cada um. De "eu prefiro morenas" a "eu prefiro moreno e no meu currículo realmente reflete isso".
Tá que outra: "Na verdade, eu já saí com tudo. Desde negão até loirinho!".
Oi?
Next question, please!
sexta-feira, outubro 10, 2008
Uai, sô
Essa foi a segunda (e a terceira, porque eu fui e voltei, né?) vez que pisei em BH.
Da primeira, há muitos anos, nada mais me lembro: além de eu ser pequenino, foi só uma passagem a caminho de Outro Preto, Mariana e demais Cidades Históricas (que são incríveis, e disso eu lembro bem).
Viajar a trabalho nunca é o ideal. Se eu estivesse em BH, Paris ou Caxias, pouco faria diferença, já que fiquei trancado na cliente e vi muito pouco da cidade, a maioria das vezes só pela janela do táxi ou do quarto, que era no 22 andar e eu enxergava até o tal do horizonte. (Ok, é exagero meu. Se fosse Paris teria sido um pouco mais agradável...)
Minhas impressões: o povo é simpático e tem o sotaque mais divertido do país. Os shoppings e restaurantes são bons (o Patio Savassi é charmosérrimo), mas falta uma qualidade na prestação de serviço que você encontra em SP e - pasme! - até no Rio: tudo demora (até o Outback) e o táxi ainda não sabe pedir autorização prévia do cartão de crédito, o que te obrigada a ficar horas esperando na porta do hotel, louco pra descansar.
Talvez pela falta de um turismo de verdade, a cidade tenha um jeito contido, onde as coisas fecham cedo e as pessoas não estão muito excitadas, no bom sentido da palavra. Mesmo estando no Sudeste e sendo uma das maiores capitais do país, falta uma pulsação de cidade grande, fator que eu identifiquei quando fui a Goiânia, acredita? A vibe gay, então, passa longe de BH.
Mas o pior mesmo foi o trânsito: ninguém pára em sinal vermelho! (Oi? Rio?) E não só de madrugada, às 8 da manhã também não. Fora as ultrapassagens e entradas loucas que os motoristas faziam com certa freqüência.
O melhor de tudo foi o povo: muitos homens (e mulheres, tá?) lindos e com carinha de bem cuidados. Aliás, é nessas horas a gente entende porque eles chamam tanta atenção quando vêm morar perto do mar...
Ah! E ainda tem pão de queijo, né?
---
Não vi o Aécio. Diz que ele tava caminhando no Leblon...
Essa foi a segunda (e a terceira, porque eu fui e voltei, né?) vez que pisei em BH.
Da primeira, há muitos anos, nada mais me lembro: além de eu ser pequenino, foi só uma passagem a caminho de Outro Preto, Mariana e demais Cidades Históricas (que são incríveis, e disso eu lembro bem).
Viajar a trabalho nunca é o ideal. Se eu estivesse em BH, Paris ou Caxias, pouco faria diferença, já que fiquei trancado na cliente e vi muito pouco da cidade, a maioria das vezes só pela janela do táxi ou do quarto, que era no 22 andar e eu enxergava até o tal do horizonte. (Ok, é exagero meu. Se fosse Paris teria sido um pouco mais agradável...)
Minhas impressões: o povo é simpático e tem o sotaque mais divertido do país. Os shoppings e restaurantes são bons (o Patio Savassi é charmosérrimo), mas falta uma qualidade na prestação de serviço que você encontra em SP e - pasme! - até no Rio: tudo demora (até o Outback) e o táxi ainda não sabe pedir autorização prévia do cartão de crédito, o que te obrigada a ficar horas esperando na porta do hotel, louco pra descansar.
Talvez pela falta de um turismo de verdade, a cidade tenha um jeito contido, onde as coisas fecham cedo e as pessoas não estão muito excitadas, no bom sentido da palavra. Mesmo estando no Sudeste e sendo uma das maiores capitais do país, falta uma pulsação de cidade grande, fator que eu identifiquei quando fui a Goiânia, acredita? A vibe gay, então, passa longe de BH.
Mas o pior mesmo foi o trânsito: ninguém pára em sinal vermelho! (Oi? Rio?) E não só de madrugada, às 8 da manhã também não. Fora as ultrapassagens e entradas loucas que os motoristas faziam com certa freqüência.
O melhor de tudo foi o povo: muitos homens (e mulheres, tá?) lindos e com carinha de bem cuidados. Aliás, é nessas horas a gente entende porque eles chamam tanta atenção quando vêm morar perto do mar...
Ah! E ainda tem pão de queijo, né?
---
Não vi o Aécio. Diz que ele tava caminhando no Leblon...
quarta-feira, outubro 01, 2008
El Niño
Até ontem estava tudo calmo e tranqüilo por aqui. Me avisaram que eu iria viajar somente na segunda-feira, o que daria tempo de eu fechar toda a minha semana calmamente - e ainda antecipar o que tinha sido previsto pra próxima.
Mas eis que de repente surgiu um "imprevisto" e queriam que eu fosse ontem às 7 da noite. Tá loka né, meu bem? Eu tenho filhos pra criar, não pode ser assim. Passaram pra hoje: lá vou eu, às 7 da noite, pra Belo Horizonte.
Foi um griteiro só: marcar salão, depilação, unha, maquiagem. Tudo o que eu tinha pra fazer em duas semanas foi sugado pra menos de duas horas, com direito a uma reunião de final do dia pra atrapalhar. Até que saiu direito, na medida do possível.
Tá certo que nenhum lugar a trabalho é legal (até que BH é um ótima cidade, mas bem que poderia ser Sampa pra minimizar o estrago...) mas eu não estava com a mínima vontade de viajar agora. Ainda mais tão de repente, ainda mais cheio de planos pros próximos dias, ainda mais com uma equipe de trabalho grande, o que é certeza de estresse.
Daí é nessas horas que eu percebo o quanto sou ansioso, metódico e planejador: tudo tem que ser daquele meu jeito. Fico bufando quando algo sai do controle. Porra, não dá pra perceber que eu tenho a minha agenda dos próximos 15 dias completa?
Mas vamos lá, quem tá na chuva é pra se molhar.
E aos leitores e blogueiros mineirinhos, tamo aí na Savassi. Dêem um alô se esbarrarem com um carioca irritado...
Muito pão de queijo nessas horas.
---
Não sei quando volto, provavelmente no finde. E provavelmente semana que vem estarei lá de novo, matando o restante dos meus planos.
---
Pelo menos a A!BibaTech agora tem convênio com a Formula.
Em BH fica atras do hotel. Em SP, no Eldorado e no Market Place (se rolar um tempinho livre, quem sabe não apareço).
Adoro.
Até ontem estava tudo calmo e tranqüilo por aqui. Me avisaram que eu iria viajar somente na segunda-feira, o que daria tempo de eu fechar toda a minha semana calmamente - e ainda antecipar o que tinha sido previsto pra próxima.
Mas eis que de repente surgiu um "imprevisto" e queriam que eu fosse ontem às 7 da noite. Tá loka né, meu bem? Eu tenho filhos pra criar, não pode ser assim. Passaram pra hoje: lá vou eu, às 7 da noite, pra Belo Horizonte.
Foi um griteiro só: marcar salão, depilação, unha, maquiagem. Tudo o que eu tinha pra fazer em duas semanas foi sugado pra menos de duas horas, com direito a uma reunião de final do dia pra atrapalhar. Até que saiu direito, na medida do possível.
Tá certo que nenhum lugar a trabalho é legal (até que BH é um ótima cidade, mas bem que poderia ser Sampa pra minimizar o estrago...) mas eu não estava com a mínima vontade de viajar agora. Ainda mais tão de repente, ainda mais cheio de planos pros próximos dias, ainda mais com uma equipe de trabalho grande, o que é certeza de estresse.
Daí é nessas horas que eu percebo o quanto sou ansioso, metódico e planejador: tudo tem que ser daquele meu jeito. Fico bufando quando algo sai do controle. Porra, não dá pra perceber que eu tenho a minha agenda dos próximos 15 dias completa?
Mas vamos lá, quem tá na chuva é pra se molhar.
E aos leitores e blogueiros mineirinhos, tamo aí na Savassi. Dêem um alô se esbarrarem com um carioca irritado...
Muito pão de queijo nessas horas.
---
Não sei quando volto, provavelmente no finde. E provavelmente semana que vem estarei lá de novo, matando o restante dos meus planos.
---
Pelo menos a A!BibaTech agora tem convênio com a Formula.
Em BH fica atras do hotel. Em SP, no Eldorado e no Market Place (se rolar um tempinho livre, quem sabe não apareço).
Adoro.
terça-feira, setembro 23, 2008
Limpeza da Alma
Depois de alguns dias de chuva, abriu um belo dia de sábado no Rio. Eu, que adoro sol, aproveitei a parte da manhã pra ficar na piscina lendo jornal e ouvindo música e, à tarde, fui à praia em frente de casa só de sunga, bermuda, ipod e - preguiça do mundo - óculos de grau. Me preparando pra noitada, claro - e até que meu leve bronzeado ficou bem nas fotos.
Apesar da água gelada e ainda turva, resolvi dar um mergulho. Sabe quando você precisa de um banho pra tirar tudo que está te prendendo? É mais ou menos essa a minha relação com o mar: olho pro infinito, rezo, mergulho e volto, deixando tudo pra trás.
Tenho sentido a minha energia em baixa. Um amigo, antes que entrassemos nesse assunto, já tinha me alertado que em determinadas situações há muita gente sugando nossas forças. Enfim, preciso de mais momentos desses.
Se alguém tiver uma receita, fique à vontade.
---
E ninguém me manda trabalhar no Leblon ou perto de casa. Estou em Guadalupe, quase em Deodoro. Os nomes do subúrbio do Rio até são divertidos... mas param por aí.
Que porra, né?
Depois de alguns dias de chuva, abriu um belo dia de sábado no Rio. Eu, que adoro sol, aproveitei a parte da manhã pra ficar na piscina lendo jornal e ouvindo música e, à tarde, fui à praia em frente de casa só de sunga, bermuda, ipod e - preguiça do mundo - óculos de grau. Me preparando pra noitada, claro - e até que meu leve bronzeado ficou bem nas fotos.
Apesar da água gelada e ainda turva, resolvi dar um mergulho. Sabe quando você precisa de um banho pra tirar tudo que está te prendendo? É mais ou menos essa a minha relação com o mar: olho pro infinito, rezo, mergulho e volto, deixando tudo pra trás.
Tenho sentido a minha energia em baixa. Um amigo, antes que entrassemos nesse assunto, já tinha me alertado que em determinadas situações há muita gente sugando nossas forças. Enfim, preciso de mais momentos desses.
Se alguém tiver uma receita, fique à vontade.
---
E ninguém me manda trabalhar no Leblon ou perto de casa. Estou em Guadalupe, quase em Deodoro. Os nomes do subúrbio do Rio até são divertidos... mas param por aí.
Que porra, né?
sexta-feira, julho 25, 2008
Oh La La
Estranho não é trabalhar num cliente no cu do mundo da cidade e nem ter que almoçar às sextas-feiras num restaurante português que nem é tão bom, apesar de tradicional.
Estranho mesmo é olhar pro lado e ver o Claude Troigros sozinho, matando um pratão de bacalhau com arroz de brócolis.
Pelo menos a moto BMW dele estava estacionada na porta do restaurante, pra eu achar mais real.
E juro que eu quase pedi pra ele falar "liquidificadér".
Juro.
Estranho não é trabalhar num cliente no cu do mundo da cidade e nem ter que almoçar às sextas-feiras num restaurante português que nem é tão bom, apesar de tradicional.
Estranho mesmo é olhar pro lado e ver o Claude Troigros sozinho, matando um pratão de bacalhau com arroz de brócolis.
Pelo menos a moto BMW dele estava estacionada na porta do restaurante, pra eu achar mais real.
E juro que eu quase pedi pra ele falar "liquidificadér".
Juro.
quarta-feira, julho 02, 2008
Papo Reto
Não, eu não abandonei o blog.
E nem fui pra Berlim curtir o St Christopher Street Day. Infelizmente.
Os ventos que vêm de lá contam que foi muuuuito babado. Afinal, a noite da cidade continua daquele jeito e Schönenberg é de fato um dos lugares mais modernos do mun-do. (E ainda tem trema no O. Adoro).
Por aqui, eu continuo trabalhando horrores e sem acesso a blogs e GMail. Até o Ego bloquearam e nem a bunda da Melancia eu posso ver, acredita? Minha vida virtual está quase no fim.
Pelo menos rolou um happy hourzinho com 3 top blogueiros queridos (Estefanio, Gui Sillva e Clebs) pra colocar o papo em dia.
Aliás, tá mais fácil eu encontrar esse pessoal ao vivo do que deixar comentário...
Não, eu não abandonei o blog.
E nem fui pra Berlim curtir o St Christopher Street Day. Infelizmente.
Os ventos que vêm de lá contam que foi muuuuito babado. Afinal, a noite da cidade continua daquele jeito e Schönenberg é de fato um dos lugares mais modernos do mun-do. (E ainda tem trema no O. Adoro).
Por aqui, eu continuo trabalhando horrores e sem acesso a blogs e GMail. Até o Ego bloquearam e nem a bunda da Melancia eu posso ver, acredita? Minha vida virtual está quase no fim.
Pelo menos rolou um happy hourzinho com 3 top blogueiros queridos (Estefanio, Gui Sillva e Clebs) pra colocar o papo em dia.
Aliás, tá mais fácil eu encontrar esse pessoal ao vivo do que deixar comentário...
terça-feira, junho 24, 2008
Meditando
Essa é a época mais chata da empresa.
Milhões de pessoas cobrando registros de desempenho, formulários, planos de carreira. Quinhentos emails sobre a nova campanha da empresa. Reuniões chatas e desnecessárias pra "apresentar resultados e traçar metas", além dos esporrinhos básicos e das regras sem fundamento que surgem do dia pra noite.
E ainda tem aquela gente que fica nervosa com o período de promoções e com o que vem por aí.
Tô passando a achar graça dessas coisas. Mas a paciência continua indo pro saco.
É só pra justificar a falta de tempo e a correria da semana.
Vai passar, prometo.
Essa é a época mais chata da empresa.
Milhões de pessoas cobrando registros de desempenho, formulários, planos de carreira. Quinhentos emails sobre a nova campanha da empresa. Reuniões chatas e desnecessárias pra "apresentar resultados e traçar metas", além dos esporrinhos básicos e das regras sem fundamento que surgem do dia pra noite.
E ainda tem aquela gente que fica nervosa com o período de promoções e com o que vem por aí.
Tô passando a achar graça dessas coisas. Mas a paciência continua indo pro saco.
É só pra justificar a falta de tempo e a correria da semana.
Vai passar, prometo.
quinta-feira, março 20, 2008
Dia feliz
Não conheço ninguém que tenha trabalhado hoje, só eu.
Ok...Trabalhar é um verbo muito forte. Apenas estivemos lá de corpo presente, batemos papo, falamos mal horrorez das pessoas da empresa, mandei centenas de emails pras ameega e brinquei de joguinhos de Excel (tem um pra completar os nomes das marcas de acorod com seus símbolos que é o máximo!).
Ainda li Erika, um roteiro de viagens em Bogotá, notícias do Obama no Towleroad... - ah, aliás, viram a GQ com Adriana Lima, a virgem, na capa? Arraso!
Ainda foram duas horas de um almoço daqueles, saindo uma hora mais cedo "por causa do trânsito".
Quando resmunguei com um amigo, ainda ouvi:
- Bee, você não trabalhou em nenhum feriadão desse ano. Pára de reclamar!
Tá, parei.
Não conheço ninguém que tenha trabalhado hoje, só eu.
Ok...Trabalhar é um verbo muito forte. Apenas estivemos lá de corpo presente, batemos papo, falamos mal horrorez das pessoas da empresa, mandei centenas de emails pras ameega e brinquei de joguinhos de Excel (tem um pra completar os nomes das marcas de acorod com seus símbolos que é o máximo!).
Ainda li Erika, um roteiro de viagens em Bogotá, notícias do Obama no Towleroad... - ah, aliás, viram a GQ com Adriana Lima, a virgem, na capa? Arraso!
Ainda foram duas horas de um almoço daqueles, saindo uma hora mais cedo "por causa do trânsito".
Quando resmunguei com um amigo, ainda ouvi:
- Bee, você não trabalhou em nenhum feriadão desse ano. Pára de reclamar!
Tá, parei.
quinta-feira, março 13, 2008
Dr. McDreamy
Aqui no cliente tem uns documentos tão antigos, mas tão antigos, que são uma real colônia de fungos, ácaros e outros bichos desse tipo. As coisas que vêm das empresas dos estados do Norte, então, dão pavor só de olhar.
E quem tem que mexer nisso, hein, hein?
Claro que sou eu.
Mas estou devidamente equipado com luvas e máscara. Não são o último grito em Paris, mas dão pro gasto.
Às vezes acho que sou um cirurgião em Grey's Anatomy. Mas, olhando por outro lado, posso fazer a linha Michael Jackson, né?
Aliás, amanhã eu venho de roupa branca.
Aqui no cliente tem uns documentos tão antigos, mas tão antigos, que são uma real colônia de fungos, ácaros e outros bichos desse tipo. As coisas que vêm das empresas dos estados do Norte, então, dão pavor só de olhar.
E quem tem que mexer nisso, hein, hein?
Claro que sou eu.
Mas estou devidamente equipado com luvas e máscara. Não são o último grito em Paris, mas dão pro gasto.
Às vezes acho que sou um cirurgião em Grey's Anatomy. Mas, olhando por outro lado, posso fazer a linha Michael Jackson, né?
Aliás, amanhã eu venho de roupa branca.
terça-feira, fevereiro 19, 2008
Te dou um Google Maps?
Chefe liga para advogado (recém-formado em uma das maiores faculdades do Rio e morador de Ipanema):
- Fulano, vê aí esse processo número tal de Vitória. Daqui a pouco te ligo pra saber uma coisa.
(...)
- E aí, Fulano?
- Olha....esse número deve estar errado. Não tô conseguindo achar. Confere aí.
- Não, Fulano. É esse mesmo. Tá procurando certo?
- Tô aqui no site do TJ do Ceará não encontro nada.
- Ceará?!
- É. Vitória não é a capital do Ceará?!
- Não precisa mais, já achei.
Chefe liga para advogado (recém-formado em uma das maiores faculdades do Rio e morador de Ipanema):
- Fulano, vê aí esse processo número tal de Vitória. Daqui a pouco te ligo pra saber uma coisa.
(...)
- E aí, Fulano?
- Olha....esse número deve estar errado. Não tô conseguindo achar. Confere aí.
- Não, Fulano. É esse mesmo. Tá procurando certo?
- Tô aqui no site do TJ do Ceará não encontro nada.
- Ceará?!
- É. Vitória não é a capital do Ceará?!
- Não precisa mais, já achei.
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
Chama o bombeiro!
E tá que ontem pegou fogo no prédio onde fica a empresa que eu trabalho. Tá, ok. Não foi assim um foooooogo tipo Joelma, mas deu um curto na fiação do andar de cima, fez um fumacê danado e apareceu na RJTV, GloboOnline e afins.
Mas o pior (pior mesmo, porque ninguem nem passou mal, não foi um fogo grave) é que eu não estava lá! Continuo em retiro no cliente no cu do mundo e, por isso, só soube da movimentação por telefone, ao vivo da escada de incêndio. Só não conto que meu chefe ligou pra gente enquanto descia as escadas (22 andar, meu Deus) pra falar de trabalho porque aí já é demais.
Detalhe é que além de várias empresas grandes, existem uns 4 megaescritórios de advocacia, fora os bancos. Agora imaginem vocês os banqueiros (alô, Daniel Dantas!) e a copeira descendo juntinhos com medo da fumaça... O fogo não vê classe social, né?
Só sei que foi babado, barulho e muita confusão.
Hoje, o assunto na Banca do David (lembra daquele vendedor de balas que já foi no Jô e hoje dá palestras no país inteiro? Então, é bem em frente) não poderia ser outro.
Pensando bem, pra descer 30 andares pela escada externa tem que ter disposição. E quem tava lá garante: com aquele mundo de gente, é melhor agradecer por ter sido só um curto-circuito bem pequeno.
E tá que ontem pegou fogo no prédio onde fica a empresa que eu trabalho. Tá, ok. Não foi assim um foooooogo tipo Joelma, mas deu um curto na fiação do andar de cima, fez um fumacê danado e apareceu na RJTV, GloboOnline e afins.
Mas o pior (pior mesmo, porque ninguem nem passou mal, não foi um fogo grave) é que eu não estava lá! Continuo em retiro no cliente no cu do mundo e, por isso, só soube da movimentação por telefone, ao vivo da escada de incêndio. Só não conto que meu chefe ligou pra gente enquanto descia as escadas (22 andar, meu Deus) pra falar de trabalho porque aí já é demais.
Detalhe é que além de várias empresas grandes, existem uns 4 megaescritórios de advocacia, fora os bancos. Agora imaginem vocês os banqueiros (alô, Daniel Dantas!) e a copeira descendo juntinhos com medo da fumaça... O fogo não vê classe social, né?
Só sei que foi babado, barulho e muita confusão.
Hoje, o assunto na Banca do David (lembra daquele vendedor de balas que já foi no Jô e hoje dá palestras no país inteiro? Então, é bem em frente) não poderia ser outro.
Pensando bem, pra descer 30 andares pela escada externa tem que ter disposição. E quem tava lá garante: com aquele mundo de gente, é melhor agradecer por ter sido só um curto-circuito bem pequeno.
quinta-feira, janeiro 24, 2008
Milagre
Já contei aqui que nessa merda de cliente, apesar de ler todos os blogs dos meus favoritos quase que diariamente, eu nunca conseguia comentar. Postar, então, ja-mé.
Pra piorar, eis que de repente, de um tempo pra cá, barraram todo e qualquer .blogspot sob o título de Relacionamentos Pessoais (alguns vinham até com a classificação de Conteúdo Erótico - bege!).
Então que hoje eu cheguei e lindamente abri T-O-D-O-S os blogs, comentários e - aha! - cá estou eu postando.
Deu vontade de subir na mesa e dançar - mãozinhas para o alto - aquela melô da tia Xuxa pra bicha que saiu do armário:
Libera geral, libera geral, libera geral
Então libera!
Já contei aqui que nessa merda de cliente, apesar de ler todos os blogs dos meus favoritos quase que diariamente, eu nunca conseguia comentar. Postar, então, ja-mé.
Pra piorar, eis que de repente, de um tempo pra cá, barraram todo e qualquer .blogspot sob o título de Relacionamentos Pessoais (alguns vinham até com a classificação de Conteúdo Erótico - bege!).
Então que hoje eu cheguei e lindamente abri T-O-D-O-S os blogs, comentários e - aha! - cá estou eu postando.
Deu vontade de subir na mesa e dançar - mãozinhas para o alto - aquela melô da tia Xuxa pra bicha que saiu do armário:
Libera geral, libera geral, libera geral
Então libera!
sexta-feira, janeiro 11, 2008
Lá vem...
Às vésperas do aniversário... Como todo ano acontece, estou irritado, cansado, sensível e de saco cheio. O mau humor grita, a impaciência manda lembrança.
Cara, na boa, vou confessar: eu ODEIO fazer aniversário.
Odeio mesmo, gente, é sério.
Fico ansioso, pensando na vida, durmo mal.
Meu cu se isso se chama Inferno Astral, tá mais pra TPM, né?
Odeio não saber como e onde comemorar, odeio quem esquece e não me liga, odeio ter que fazer a bunita, odeio essa função de mais um ano de vida.
Sem contar que vou ter que trabalhar na segunda. Pra quem faz aniversário em janeiro e sempre esteve de férias nesse período, é uó ao cubo. Pra piorar, estarei naquele cliente no cu do mundo, sem amigos por perto, sem lugar decente pra almoçar.
Queria dormir domingo e só acordar na terça.
Ou ser muito rica, tirar três dias de férias e ir prum spa no Caribe.
.
..
...
Ai, desabafei.
Às vésperas do aniversário... Como todo ano acontece, estou irritado, cansado, sensível e de saco cheio. O mau humor grita, a impaciência manda lembrança.
Cara, na boa, vou confessar: eu ODEIO fazer aniversário.
Odeio mesmo, gente, é sério.
Fico ansioso, pensando na vida, durmo mal.
Meu cu se isso se chama Inferno Astral, tá mais pra TPM, né?
Odeio não saber como e onde comemorar, odeio quem esquece e não me liga, odeio ter que fazer a bunita, odeio essa função de mais um ano de vida.
Sem contar que vou ter que trabalhar na segunda. Pra quem faz aniversário em janeiro e sempre esteve de férias nesse período, é uó ao cubo. Pra piorar, estarei naquele cliente no cu do mundo, sem amigos por perto, sem lugar decente pra almoçar.
Queria dormir domingo e só acordar na terça.
Ou ser muito rica, tirar três dias de férias e ir prum spa no Caribe.
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Ai, desabafei.
quarta-feira, dezembro 19, 2007
Pra dançar o créu tem que ter disposição
Essas semanas que antecedem o final do ano são marcadas por um dos eventos mais chatos do mundo: a festa de confraternização da empresa.
Minha caixa de email enche de piadinhas sobre esse dia, os jornais online ficam abarrotados de dicas de como não passar vexame e todo blog que se preze tem um post contando alguma história pitoresca.
A minha não foi diferente. Todo mundo sabe que pra nós, bees fervidas cansadas de guerra de tanta jogação, o evento tem cara de hora extra, enquanto que pro povão casados-barrigudos ou as encalhadas-de-meia-idade, é um evento social digno da melhor roupa do armário.
Isso sem contar que se você não é cabeleireiro ou publicitário (he!), o clima hétero predomina, apesar de não raro encontrarmos uma ou outra biluzinha da empresa perdida pelos cantos, sempre com seu cosmopolitan a tira colo.
Aqui foi o tradicional esquema buffet Porcão Rio’s, com traje casual branco ou jeans (!), muito uísque e pista de dança. Miacabei vendo o povo se jogar ao som das novíssimas My Humps ou Ai, ai, ai, com direito a gritinho de “uhu” e tudo mais.
Eis que lá pras tantas me sobe no palquinho do restaurante ninguém mais, ninguém menos que Mc Sapão!
Ah.. você não o conhece? Nem precisa....é mais um dos milhaaaares de funkeiros one hit wonder cariocas. O dele, no caso, é Diretoria, que tem auge no verso “esse é o funk do Riô de Janeirô” pra rimar com “moleque sofredô” - adoro.
Tipo...adoro funk e coisa e tal. Mas vamos combinar que mesmo todo mundo sabendo cantar as músicas antigas, mesmo sendo diversão garantida, mesmo sendo “som de preto, de favelado, mas quando toca ninguém fica parado”, é festa de empresa, né?
Não. Não dá pra fazer a Gracyanne e dançar a Dança do Créu na quinta velocidade e achar que ta zuzu bem, independentemente do seu teor alcoólico.
Nessas horas, eu queria ter levado minha filmadora e feito um domínio no YouTube com o nome da empresa.
Não sobraria ninguém na segunda-feira.
Essas semanas que antecedem o final do ano são marcadas por um dos eventos mais chatos do mundo: a festa de confraternização da empresa.
Minha caixa de email enche de piadinhas sobre esse dia, os jornais online ficam abarrotados de dicas de como não passar vexame e todo blog que se preze tem um post contando alguma história pitoresca.
A minha não foi diferente. Todo mundo sabe que pra nós, bees fervidas cansadas de guerra de tanta jogação, o evento tem cara de hora extra, enquanto que pro povão casados-barrigudos ou as encalhadas-de-meia-idade, é um evento social digno da melhor roupa do armário.
Isso sem contar que se você não é cabeleireiro ou publicitário (he!), o clima hétero predomina, apesar de não raro encontrarmos uma ou outra biluzinha da empresa perdida pelos cantos, sempre com seu cosmopolitan a tira colo.
Aqui foi o tradicional esquema buffet Porcão Rio’s, com traje casual branco ou jeans (!), muito uísque e pista de dança. Miacabei vendo o povo se jogar ao som das novíssimas My Humps ou Ai, ai, ai, com direito a gritinho de “uhu” e tudo mais.
Eis que lá pras tantas me sobe no palquinho do restaurante ninguém mais, ninguém menos que Mc Sapão!
Ah.. você não o conhece? Nem precisa....é mais um dos milhaaaares de funkeiros one hit wonder cariocas. O dele, no caso, é Diretoria, que tem auge no verso “esse é o funk do Riô de Janeirô” pra rimar com “moleque sofredô” - adoro.
Tipo...adoro funk e coisa e tal. Mas vamos combinar que mesmo todo mundo sabendo cantar as músicas antigas, mesmo sendo diversão garantida, mesmo sendo “som de preto, de favelado, mas quando toca ninguém fica parado”, é festa de empresa, né?
Não. Não dá pra fazer a Gracyanne e dançar a Dança do Créu na quinta velocidade e achar que ta zuzu bem, independentemente do seu teor alcoólico.
Nessas horas, eu queria ter levado minha filmadora e feito um domínio no YouTube com o nome da empresa.
Não sobraria ninguém na segunda-feira.
quinta-feira, outubro 18, 2007
Pecado
Tem coisa pior do que deixar algo incompleto?
Fuder mas não gozar, roubar e não carregar?
Então imaginem o estado em que eu estou. Lá no criente a internet era totalmente liberada. Tipows que, se eu quisesse, acho até que o ponotube daria pra acessar (não que eu tivesse tentado, claro, mas é que eu tô me fudendo pra bagaceira do Orkut, já que eu não tenho mesmo...).
Eis que de repente, não mais que de repente, resolveram bloquear os acessos ao blogger.com.
Eu, um verdaceiro hacker (ha!), descobri um jeito de entrar nesse bagulho, postar e liberar os comentários de vocês.
Agora, resolveram bloquear os próprios comentários de todas as páginas.
Inferno! Sou obrigado a ler, rir, ter aquela coceirinha nas pontas dos dedos, clicar na caixinha mas - porra! - aparece uma página de "proibido acesso - site de relacionamentos pessoais".
Tá, eu sei. Eles têm todo o direito de proibir o acesso ao que quiserem.
Então por que diabos não proibem todo o blogger?!
Dói não poder dar pitaco na vida alheia...
Tem coisa pior do que deixar algo incompleto?
Fuder mas não gozar, roubar e não carregar?
Então imaginem o estado em que eu estou. Lá no criente a internet era totalmente liberada. Tipows que, se eu quisesse, acho até que o ponotube daria pra acessar (não que eu tivesse tentado, claro, mas é que eu tô me fudendo pra bagaceira do Orkut, já que eu não tenho mesmo...).
Eis que de repente, não mais que de repente, resolveram bloquear os acessos ao blogger.com.
Eu, um verdaceiro hacker (ha!), descobri um jeito de entrar nesse bagulho, postar e liberar os comentários de vocês.
Agora, resolveram bloquear os próprios comentários de todas as páginas.
Inferno! Sou obrigado a ler, rir, ter aquela coceirinha nas pontas dos dedos, clicar na caixinha mas - porra! - aparece uma página de "proibido acesso - site de relacionamentos pessoais".
Tá, eu sei. Eles têm todo o direito de proibir o acesso ao que quiserem.
Então por que diabos não proibem todo o blogger?!
Dói não poder dar pitaco na vida alheia...
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