Mostrar mensagens com a etiqueta comidas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta comidas. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, janeiro 21, 2009

Bolo e Guraná

Meu sumiço neste feriadão (sim, ontem foi feriado de São Sebastião no Rio e a semana só começou hoje) teve como culpada a intensa comemoração do meu aniversário, que começou na quarta e só terminou ontem. Praticamente uma rave, quase um Carnaval fora de época - mas sem direito à Claudia Leitte (que, se Deus for realmente justo, pariu uma futura trava essa semana).

Mas não foi só isso: o sol também foi um pouco responsável, já que o calor que fez não me deixou arredar pé do Coqueirão - com direito a algumas passagens pela Farme -, o que apenas fez confirmar o projeto Globeleza 2009.

No dia 14 rolou apenas um jantarzinho num italiano com a família - pai, mãe, avó, tias, tios, cachorro e papagaio.

Já na sexta foi a comemoração oficial com os amigos no Gula Gula de Ipanema. Aproveitamos pra nos despedir do amigo que voltou pra Londres no dia seguinte. Tentamos, mas faltou disposição pra jogação e acabamos mesmo na Pizzaria Guanabara.

O sábado foi dia da já tradicional dobradinha Felice e The Week. O restaurante de Ipanema, aliás, é o ponto de encontro na pré-night. E ainda ganhei um parabéns surpresa, né? Já a The Week estava incrível. Com todos os amigos reunidos, não tinha como ser diferente. E o DJ Morais, convidado do projeto Ponte Aérea da semana, arrebentou e ainda tocou Frank Sinatra, da Miss Kittin. Bapho!

O domingo foi dia de mais um 00, que essa semana terminou às altas horas, graças ao feriado. Mais uma vez, o público da casa era o melhor da cidade, com os lindos meninos (e muitas meninas, diga-se) cariocas espalhados pelo clubinho lotado.

Na segunda foi dia de esquentar no babadeiro Tô Nem Aí e depois de muita indecisão, partir pro 69, ali do lado. Deveríamos ter ido pra Le Boy ver os gogos vestidos com um pedaço de pano branco igual ao do padroeiro do Rio... (brincadeira, tá?). Não estava cheio - e eu continuo achando aquilo lá desnecessariamente muito escuro - e o melhor de tudo ficou por conta do encerramento da noite no Koni.

Ontem, por fim, ainda rolou Pizza Hut no Arpoador.

Assim dá até pra começar a gostar de fazer aniversário...

---

O melhor de tudo foi ver como a prestação de serviço no Rio tem melhorado quando se fala de noite profissional.

Em todos os lugares, fui absolutamente muitíssimo bem recebido. Desde as hostess do Gula Gula e do Felice, passando pelos profissionais da The Week (metade do staff da casa me deu parabéns), até a produtora do 00. Incrível como todos perguntavam se estava tudo funcionando bem ou se eu precisava de mais alguma coisa. E olha que eu não sou puxa-saco - até porque não ganho nada com isso - mas acho mais do que obrigação elogiar quando se deve. Ainda mais quando nós, cariocas, não estávamos tão acostumados...

Assim é bom ser cliente fiel, né?

---

Ah, e obrigado por tooodos os emails/mensagens/scraps/depoimentos/ comentários/tweets/directs/sms/mms/msn/cartas/cartões/telefonemas/telegrama legal/beijos/abraços e afins de parabéns.

Luv ya.

sexta-feira, abril 18, 2008

Linhas Aéreas Inteligentes

Como sou uma pessoa antenada, já tinha lido a notícia. Como o TDUD? disse bem, achei incrível o top 10 dos nomes sugeridos pelo povão pra nova companhia aérea brasileira.

Mas o que poderíamos esperar? Tudo que mandam o povo escolher sai uma merda, gente. Do Presidente da República ao campeão do BBB.
Nesses casos, só a ditadura resolve. Ou, pelo menos, um sistema feudal que selecione meia dúzia de pessoas com habilidade comprovada para exercerem o poder de voto.

Fiquei horas analisando as possibilidades. Tá que alguns nomes são tão sem sentido que me deram certa vergonha alheia (Imaginem Iris Lettieri anunciando “Abraço. Vôo 2345 para São Paulo. Now boarding.” ou alguém na sala de embarque comentando que “meu vôo da Pátria atrasou”), mas acabei me prendendo nas várias interpretações que cada opção pode ter.

Céu - Me lembrou Gol. Ou seja, não faz sentido. A não ser ter três letras e caber no painel do aeroporto sem nenhuma abreviação.
Nossa - Não entendi se é nossa de pronome possessivo (minha, tua, nossa, vossa - tia Maricotinha da terceira série perde) ou nossa! de interjeição. Em se tratando da segunda opção, quem sabe não ficaria melhor NossaSenhoradaAparecida! ou um singelo Ui!. Pensando bem, talvez Merda! ou Putaquepariu! ficaria mais divertido.
Azul - Me lembrou...hmm...blue...hmm...Jet Blue. Preciso dizer mais alguma coisa?
Mais - Mais é menos.
Viva - Primeira coisa que viria na minha cabeça: além de celular, a Vivo lançou um braço aéreo. Depois, o pior: deusnoslivreguarde mas se essa merda seguir as irmãs mais velhas e cair, viva não vai ser uma palavra muito simpática no momento em que forem encontradas 200 pessoas mortas.

Saudade de quando as coisas eram mais simples: nada como abrevições a la Varig e Vasp ou nome como TransBrasil ou Pantanal (esse último eu acho chique). Aliás, do jeito que está, se eu tivesse sugerido pipa, teria saído campeão...
Na boa, bonito mesmo é o barco do Eike que vai passear pela Baía de Guanabara nos finais de semana: Pink Fleet!

Vou parar de lero-lero e votar em Samba antes que eu tenha que voar de Abraço na próxima ponte-aérea.

segunda-feira, março 03, 2008

Do lixo ao luxo

Fato é que eu e meus amigos temos uma veia alternativa. De vez em quando, esse lado aflora e é impossível segurar. Já passei meu aniversário em baile funk e em quadra de escola de samba, por exemplo.
Há tempos que combinávamos de dar um pulo na Feira dos Paraíbas, a tal feira no subúrbio com comidas, bebidas, dança e freqüência típica lá do Nordeste. Ou seja, muita carne de sol, muita cachaça, muito forró e muita gente engraçada.

Eu não danço neca de forró – e nem gosto da música – mas não dá pra negar que as letras são divertidíssimas. E os modelitos das forrozeiras são o último grito da moda: muito top rosa e vestidinho curto de fechecler.

Depois de muito aipim, casquinha de siri e guaraná Jesus (a cachaça fica pra próxima), ainda arriscamos a cantar Zezé e Luciano no videokê de uma das barraquinhas.

Aiaiaiaiaiai esse amor doeu demais...
Saímos aplaudidos. Nota 91.

---

Olha. Eu to realmente ficando chato, chato, chato.

Tudo bem que tinha Sebastian Ingrosso e mais uma pencas de DJs de bees, mas eu não tava com a menor paciência de me jogar no Chemical. Muita bota branca, muita poeira, muita pista de dança na grama, muita micarerave pro meu gosto.

Na boa, ou o programa é trash de verdade ou não vale. Porque esse negócio de wannabe festival não tá com nada.

O destino da noite foi juntar 10 amigos, partir pra Bráz, comer bem, beber muitas Brahmas Blacks e rir horrorez de todo e qualquer assunto que surgia na mesa. Isso até a porta da casa fechar e só sobrarem três mesas no salão além da nossa.

Tem coisa melhor?